Qual o custo da preservação? Essa é uma questão complexa, já que nosso olhar sempre é sobre o custo da degradação. Vamos tentar olhar diferente. Voltemos a pergunta: Qual o custo da preservação? Arrisco a dizer, que se mensura esse custo em termos de saúde, educação, florestas e sobrevivência do homem, dentre outras possibilidades.
Na década de 1960, quando praticamente ninguém falava no custo da educação como um "valor de agregação" para a sociedade, Theodore W. Schultz, publicava seu livro "The economic value of education", que chegou aqui no Brasil, quase no final da década com o título "O valor econômico da educação". Nesse livro, Schultz apontava que o mais grave dos problemas nos países subdesenvolvidos era o analfabetismo crônico.Ele defendia que a educação é o "maior investimento humano" e que, as habilidades agregadas são um tipo de capital, devendo necessariamente o "homem investir no próprio homem".
Passadas mais de quatro décadas, a educação é vista como investimento (e bem poucos dizem o contrário), porém mais do que educar, no início desse século XXI, precisamos pensar como a educação nos ajudará a preservar o próprio homem do destino que ele parece procurar: a desintegração de seus valores e do resto de sua humanidade.

E aí, qual é afinal, o custo da preservação? Hoje entendemos que é o custo do progresso que possuímos. O homem, como civilização, não quer abrir mão de certas comodidades existentes. Também, não sabemos ao certo, se há tempo para retroceder e salvar o planeta de nós mesmos. Seja qual for o futuro que nos aguarda, é muito confortador saber, que alguém trabalha por ele.
Opa.... nossa, você tocou em um assunto que eu ainda não havia me preocupado ... as borboletinhas (maripousas) que começaram a infestar Palmas...
Sua conciliação com as mudanças climáticas foi bem interessante também ...
Parabéns pela matéria!
Abraços