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Escola Verde de Bali
Quando se fala em educação, qualquer que seja (de crianças, de jovens, de adultos ou mesmo de idosos), sempre partimos da idéia de que "ainda há tempo". Tempo para recuperar o que não se teve na época certa (quando se fala em educação de adultos), tempo para rever ações e práticas, tempo para renovar e aprender.

Essa matéria tão complexa, o tempo, é evocada com a perspectiva de termos um futuro positivo. A educação pressupõe essa positividade (bem, a grande maioria!) e, a escola, como instituição, eclode como defensora dos valores sociais para uma sociedade melhor.

Mas qual escola? Quais práticas? Que competências e habilidades desenvolvemos nas escolas atuais? São essas competências e habilidades voltadas para a sociedade que sonhamos (verde, protetora dos ecossistemas)? Dificilmente. Alguns diriam que essa escola, totalmente verde, ou melhor, que foge dos padrões modernos (de sociedade e, até de arquitetura) não existe.

Espaços coletivizados e conectados
De fato, teria de concordar até assistir a palestra no TED de John Hardy, um designer de jóias que junto com a esposa resolveu pensar uma escola verde. Essa iniciativa, criada na Ilha de Bali, mostra um pouco do que todos os educadores sonham em perspectiva: uma escola includente, conectada com os problemas ambientais e sociais, renovável e crítica.

Assista a apresentação. Ela está legendada em português e mais outras nove línguas. O palestrante John Hardy é um sujeito simples. Não impressiona pela oratória, mas impressiona pelo exemplo de que ainda há tempo para se criar um escola diferente.



Uma divertida animação dirigida por Mike Klim, Stanley Moore, Dominic Pallotta e Mikey Sauls reforça e redefine um provérbio antigo: Um dia é do caçador, mas pode ser também da caça! 

É bom pensar, pelo menos na animação, que a cruel destruição do ecossistema pode se voltar contra quem o destrói!

Bom domingo.


dilla The Film from mikey sauls on Vimeo.


Arara Azul. Foto: Alvaro Luiz Apolônio
Em minha ingenuidade, achei durante muito tempo que criar uma reserva, seja indígena, seja florestal ou mesmo um parque ecológico, era sinônimo de preservação na natureza (fauna e flora). Grande engano!

Ontem, na II Feira Internacional de Artesanato (Mundial Art), que acontece até o próximo dia 08 em Palmas (TO), me deparei com uma situação. O evento reúne a arte e a cultura do Brasil, da República Tcheca, do Peru, da Bolívia, do Equador, do Paquistão, do Quênia, da África do Sul, da Índia, do Nepal, da Turquia, da Grécia, do Egito, do Marrocos e de Cuba. Uma verdadeira Babel!

Passeando com minha esposa e aprecisando as diversas culturas e produções, encontrei um estande Pataxó. Fiquei encantado com a produção de artefatos e utensílios de madeira de primeira, mogno legítimo!. E aí comecei a pensar "cá com meus botões": de onde vem essa madeira? Tudo bem, você dirá: "Ah, eles podem tirar algumas árvores para produzir subsistência...". Tudo bem até aí.

Foto: Espaço Livre
Mas fiquei fascinado mesmo, foi com um cocar feito de penas. Belo ornamento, em um azul cintilante e estonteante. Novamente em minha ingenuidade, perguntei ao índio pataxó, todo ornamentado, se as penas eram sintéticas. A respostas foi curta e grossa: "Não, são de arara mesmo". E ainda perguntei de novo: "De arara azul mesmo? Originais?", para ouvir um outro sim. Fiquei me perguntando quantas araras deixaram de viver por causa daquele colar?

Mas vamos ao que interessa. Está aí, sem rodeios e de forma clara: a arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) está na lista de animais em extinção desde 2003 no Apêndice 1 do CITES (Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção) e vulnerável de acordo com a IUCN (União Mundial para a Conservação da Natureza). 

E isso fica como? Como preservar, se o "preservado", que internacionalmente grita pela proteção às áreas, também destrói? E quanto era o belo cocar? O preço estava em R$ 1.000,00 (mil reais), sem desconto e à vista! 

É inegável que, a cada ano, as pessoas se tornam mais conscientes e interessadas em expandir o uso das tecnologias a sua volta. Com isso, também se tornou prática a utilização dessas tecnologias para campanhas de mudança social e política. Na literatura, chamamos isso de ativismo digital.

Mas quais os impactos desse ativismo na sociedade moderna? Como se desenvolvem? Essas são questões que nortearam o recente livro organizado por Mary Joice, da Meta-Activism Project. Trata-se do livro "Digital activism decoded: the new mechanics of change", disponível para download.

O livro é dividido em três partes, apresentando os aspectos ligados ao meio ambiente do ativismo digital, as práticas existentes e os efeitos na sociedade moderna. Participam do livro nomes ligados a área e pesquisadores, tais como Trebor Scholz, Brannon Cullum, Katharine Brodock, Tom Glaisyer, Anastasia Kavada, Steven Murdoch, Dave Karpf, dentre outros.

Essa é uma questão complexa. Quando falamos sobre o consumismo, parecem existir visões bem diferenciadas nesse campo. Alguns apontam para um futuro tenebroso, caso os governos não mudem as estratégias atuais de como lidam com o meio ambiente. Já outros, afirmam que o meio ambiente, tem uma alta capacidade de se adequar e regenerar-se e, que, as posições negativas não passam de "terrorismo psicológico". 

De fato, qualquer que seja o futuro, nós mesmos o construiremos. Isso fica muito evidente no vídeo "A história das coisas". Se discute, o papel do indivíduo na construção de uma sociedade mais informada e consciente.Veja e pense nisso.




A Carta das Responsabilidades Humanas é fruto das discussões amadurecidas nos diferentes grupos de trabalho da Aliança para um Mundo responsável, plural e solidário, movimento social, de caráter internacional e humanístico. Esse movimento surgiu em 1993, com o objetivo de superar a inoperância social frente às crises mundiais, tais como as diferenças abismais entre o hemisfério norte rico e o hemisfério sul pobre, entre homens e mulheres, entre a humanidade e a natureza.

A Carta das Responsabilidades Humanas foi elaborada por 21 membros que representavam 14 regiões do mundo. A carta foi elaborada por meio de um processo interativo, tendo por princípios a unidade de ações e a diversidade de propostas.

Veja a seguir um vídeo sobre algumas questões debatidas pela Carta:



Da Carta das responsabilidades humanas
Enviado por CharteRH. - Temporadas completas e episódios inteiros online



Qual o custo da preservação? Essa é uma questão complexa, já que nosso olhar sempre é sobre o custo da degradação. Vamos tentar olhar diferente. Voltemos a pergunta: Qual o custo da preservação? Arrisco a dizer, que se mensura esse custo em termos de saúde, educação, florestas e sobrevivência do homem, dentre outras possibilidades.

Na década de 1960, quando praticamente ninguém falava no custo da educação como um "valor de agregação" para a sociedade, Theodore W. Schultz, publicava seu livro "The economic value of education", que chegou aqui no Brasil, quase no final da década com o título "O valor econômico da educação". Nesse livro, Schultz apontava que o mais grave dos problemas nos países subdesenvolvidos era o analfabetismo crônico.Ele defendia que a educação é o "maior investimento humano" e que, as habilidades agregadas são um tipo de capital, devendo necessariamente o "homem investir no próprio homem".

Passadas mais de quatro décadas, a educação é vista como investimento (e bem poucos dizem o contrário), porém mais do que educar, no início desse século XXI, precisamos pensar como a educação nos ajudará a preservar o próprio homem do destino que ele parece procurar: a desintegração de seus valores e do resto de sua humanidade.

Crescemos economicamente muito, falando do ponto de vista dos grandes países. Qual o custo? Olhando para o planeta, ao custo das águas, das florestas, dos animais e, pensando bem, ao custo do próprio homem e de sua dignidade. Estudos dizem que em uma década, o clima terá uma "cartografia" diferente. Isso já acontece em Palmas (TO). Com apenas 7 anos nesta cidade, já vi as mudanças climáticas das mais variadas: extrema seca, ventos tempestivos e chuvas torrenciais. Nesse ano, fomos invadidos por milhares de pequenas mariposas, que nunca tinham aparecido na região. Ninguém sabe ao certo de onde e nem por que elas surgiram. Mas todos concordam: o desequilíbrio ecológico nessa região é grande, fazendo o futuro ser incerto.

E aí, qual é afinal, o custo da preservação? Hoje entendemos que é o custo do progresso que possuímos. O homem, como civilização, não quer abrir mão de certas comodidades existentes. Também, não sabemos ao certo, se há tempo para retroceder e salvar o planeta de nós mesmos. Seja qual for o futuro que nos aguarda, é muito confortador saber, que alguém trabalha por ele.

Preservação, desmatamento e ação

Postado por Gilson Pôrto Jr. às 08:53 0 Comments


Nas últimas duas décadas, a discussão das questões ambientais tornou-se mais intensa, sobretudo pelo surgimento e consolidação de entidades ativistas, tais como WWF, Greenpeace, Oxfam, dentre outras. É inegável que, boa parte do "barulho" ouvido, seja resultado desse trabalho sistemático e, menos da consciência cidadã e humanitária dos países.


Com maior ou menor repercussão na mídia, essas entidades e as campanhas desenvolvidas, apontam para os impactos no ambiente, do progresso que vivenciamos. É o "preço" do progresso. E, parece, que esse preço está sendo mais caro do que imaginamos. Ontem foi publicado na Folha de São Paulo, uma pesquisa realizada pela Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), que aponta para o desmatamento na região amazônica.

Segundo a reportagem,

Os dados divulgados pela ONG indicam aumento de 167% na área desmatada, na comparação entre agosto deste ano com o mesmo mês de 2008. Imagens de satélite detectaram que 273 km2 de floresta foram derrubados. Em agosto de 2008, o SAD (Sistema de Alerta de Desmatamento) indicou que essa área correspondeu a 102 km2. Segundo o instituto, cerca de 46% desses 273 km 2 podem ter sido desmatados antes. Isso porque, em meses anteriores, parte das regiões estava encoberta por nuvens, e não pôde ser observada.

Ainda apontado pela reportagem, "o maior desmatamento é resultado do programa Terra Legal, que está dando a posseiros títulos de terra públicas na Amazônia". Quem são os primeiros nesse "ranking" da destruição? O Estado do Pará lidera com aproximadamente 76% da derrubada da mata em agosto, seguindo por Mato Grosso (8%), Amazonas (6%), Rondônia (5%) Acre e Amapá (ambos com 2%) e Roraima (1%).

Adalberto Veríssimo, pesquisador da ONG e citado na reportagem, aponta que cerca de metade do desmatamento ocorre em área mantida pela União. É, segundo ele, como "assaltar a delegacia", já que o próprio governo deixa a desejar, nessa situação específica. Todo esse desmatamento tem impactado no clima da região e gerado degradação ambiental.

Essa constatação não é nova. Em março último, tivemos o resultado da auditoria feita pelo governo federal, que comprovou que nos assentamentos do INCRA, houve desmatamentos de mais de 300 mil hectares de floresta amazônica.  Veja a seguir a reportagem sobre a situação do desmatamento divulgado na auditoria.



O Blog Action Day é uma iniciativa criada em 2007 por Collis e Cyan Ta'eed, com o apoio de colaboradores na Envato. Em 2007, os fundadores encorajaram mais de 20 mil blogueiros a devotar um dia para blogar sobre os problemas do meio ambiente.

Em 2008, eles colocaram em discussão, as questões relativas à pobreza e os blogueiros compartilharam suas perspectivas pessoais e idéias para solucionar tais questões. Já em 2009, no próximo dia 15 de outubro, o tema central são as mudanças climáticas.

Quem pode participar? Segundo o sítio "qualquer pessoa pode participar do Blog Action Day, sejam blogs, jornais online ou grandes revistas da web. Não há limites para o número de posts nem ao seu conteúdo, contanto que o tema seja as mudanças climáticas".

Dentre os parceiros do Blog Action Day estão organizações de peso como a Oxfam, Avaaz, TckTckTck, Greenpeace e Amnesty International.

E aí, vamos blogar sobre mudanças climáticas? Veja a seguir os vídeos promocionais das campanhas 2009, 2008 e 2007.

Vídeo 1: campanha 2009



Vídeo 2: campanha 2008


Vídeo 3: campanha 2007


A WWF disponibilizou sua nova campanha intitulada "Faça a diferença". Essa campanha, diferente da que foi produzida para o 11 de setembro, não deve gerar polêmica. Ela foi criada pela dupla Celine Desrumaux e Yann Benedi, da agência britânica Bostock and Pollitt. A dica veio do blog Brainstorm9

No sítio da campanha lançada pela WWF-uk, há outras informações interessantes, sobre a importância de atitudes diferenciadas para "salvar o planeta". Não custa assitir, refletir e apreciar um trabalho artístico de animação bem feito. Veja a seguir o vídeo. 
 




A Era da Estupidez (The Age of Stupid) é um documentário que vai direto na ferida do capitalismo: o consumo. Quando iremos diminuir o consumo de combustíveis fósseis e, preservar o ambiente em que vivemos? Essa é uma questão complexa, pois não é apenas uma resposta simples que resolverá as questões locais e mundiais. Precisamos de mais do que simplesmente deixar de utilizar os combustíveis fósseis. Na realidade precisamos "frear" toda uma máquina social consumista.

O documentário, produzido pela ativista inglesa Franny Armstrong se passa em 2055, quando o ‘arquivista’, um homem solitário que vive num mundo devastado pelo aquecimento global, passa seu tempo catalogando o passado. O filme examina imagens de 2007 e, se indaga por que a humanidade não tomou providências contra a crise climática quando ainda havia tempo.

A veiculação do documentário está ligada a uma campanha ambiental, com o objetivo de influenciar os principais líderes políticos mundiais a assinarem, em dezembro deste ano, na 15ª Conferência da ONU sobre Mudança do Clima (COP 15), em Copenhague (Dinamarca), o tratado que obriga as nações a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, de forma que o aumento de temperatura do planeta não ultrapasse os 2º C.

A campanha é bem interessante, sendo composto por diversos vídeos e pelo kit ativista: um 'livro'(formato pdf) que introduz a discussão em torno da Era da Estupidez (1850 a 2020) e, um cartão postal a ser enviado como forma de pressão social. O kit está disponível no sítio do MovieMobz.

Quanto a exibição do documentário, ele será apreciado em alguns poucos espaços no Brasil, na verdade, apenas 13 salas. Veja a lista aqui.

Os vídeos a seguir fazem parte do documentário e dão uma amostra do que aguarda o espectador.

Vídeo 1: Resumo das guerras

War Animation W. Spanish Subtitles from Age of Stupid on Vimeo.

Vídeo 2: Utilização de combustíveis fósseis

Contract & Converge w Portuguese Subtitles from Age of Stupid on Vimeo.

O sítio do documentário canadense Waterlife, dirigido e escrito por Kevin McMahon é um achado na internet. Digo isso, por que consegue deixar um assunto denso, sério e, muitas vezes chato em uma apresentação leve, alegre e, acima de tudo criativa.

O sítio é todo em flash, com uma trilha sonora bem escolhida e com informações claras e significativas. Em cada área de discussão do sítio, há a construção de um ícone em forma de um animal ou objeto representativo com as diversas páginas disponíveis. O hipertexto construído é muito bom e, as informações embasadas em estudos realizados para o documentário.





Vale cada segundo de navegação, além óbvio,  de toda a informação sobre preservação ambiental.

Um vídeo promocional está disponível na rede com partes do documentário e, do que aparece no sítio.


Os  sítios Comunicadores e Ideavertising indicaram a nova campanha da WWF. A peça feita pela  DDB Brasil para a WWF Brasil é sobre o 11 de setembro. A peça é, no mínimo, promotora de uma reflexão importante, já que a frase central é: "O Tsunami matou 100 vezes mais pessoas do que o 11 de Setembro de 2001. O planeta é extremamente poderoso. Respeite-o. Preserve-o.”

 
O argumento é significativo: morreram no 11 de setembro 3234 pessoas e 24 ficaram desaparecidas, enquanto que no Tsunami o total de mortes foi de 294.035. Faz muito sentido a peça publicitária. 

Faz 65 anos que deixamos para traz o holocausto ocasionado pelo regime nazista durante a II Guerra Mundial. É com dor e revolta que, desde então, olhamos para frente com medo de repetirmos tais atos de crueldade humana. É um medo justificado, pois o ser humano é capaz disso e muito mais.
Pelas estatísticas disponíveis na rede,vemos o quanto foi penoso e catastrófico para a humanidade:
"Morreram 17 milhões de soviéticos (sendo que 9,5 milhões de civis); 6 milhões de judeus; 5,5 milhões de alemães (3 milhões de civis); 4 milhões de poloneses (3 milhões de civis); ,2 milhões de chineses; 1,6 milhão de iugoslavos; 1,5 milhão de japoneses; 535.000 (330.000 civis) de franceses; 450.000 (150.000 civis) de italianos; 396.000 de ingleses, e 292.000 soldados norte-americanos." - Fonte: Wikipédia.

Milhões de vidas ceifadas pela ganância de poucos poderosos. Essa é uma reflexão importante. Não podemos esquecer das mortes, das vidas interrompidas, dos amores não realizados. Não podemos, mas esquecemos.

Diariamente temos holocaustos semelhantes, não mais em nome de uma suástica, mas em nome de uma indústria consumidora muito foraz e altamente preparada para se manter no anonimato ou mesmo para se travestir de uma "responsabilidade social". Agora a pouco, assisti a um documentário que fala sobre esses holocaustos. Ele é intitulado "A carne é fraca". Foi produzido pelo Instituto Nina Rosa, que desde 2000 vem produzindo documentários que fazem refletir nesse caos consumista que nos acostumamos (digo isso, pois também estou dentro dessa roda viva, que gira, gira e parece não parar!).

O documentário aposta na sensibilidade de quem assiste e, não é sem motivo: não há como ver as cenas de animais que consumimos diariamente e não associar ao que ainda resta em nós de humanidade e, perceber, que transformamos nosso planeta em um enorme campo sacrificial - um holocausto(em grego antigo: ὁλόκαυστον, ὁλον [todo] + καυστον [queimado]), no pleno sentido.

Assista aos vídeos a seguir e pense. Estou pensando nisso. Se quiser material de aprofundamento, o Instituto Nina Rosa disponibiliza material pedagógico para uso em seu sítio.
Vídeo: A Carne é fraca - primeira parte


Vídeo: A Carne é fraca - segunda parte


A Worldwide Fund for Nature (WWF),criada em 1961, se consolidou como uma das mais respeitadas redes independentes de conservação da natureza. Já postei em outro momento um conjunto de campanhas da WWF sobre preservação ambiental.
Encontrei outras bem interessantes voltadas para a preservação das águas (sejam oceânicas ou fluviais), bem como da Amazônia. Não é preciso repetir que a preservação da águas é essencial para nossa sobrevivência, pois é delas que vem o oxigênio (oceanos), bem como alimentação de boa parte dos seres vivos do planeta. Veja e reflita:

WWF-França


Três campanhas sobre aquecimento global


WWF-França: Bioma


WWF: Mata Atlântica


WWF: Poluição de rios


WWF: Amazone


WWF: Bird


WWF: Essa é engraçada, mas real


Estava gastando alguns minutos olhando o Twitter, quando me deparei com um post de @paollafalcao sobre sacolas plásticas. Achei curioso e resolvi clicar. Fui levado ao site "meu planetinha", para a matéria O perigo da sacola plástica. Até aí tudo muito parecido com o que já havia lido sobre o assunto, mas o vídeo lincado ficou muito bom. Tão interessante, que resolvi postar algo aqui.
Ele foi produzido por três supermercados argentinos Jumbo, Vea e Disco com o objetivo de diminuir a utilização de sacolas plásticas. Veja a seguir:


Aproveitei e procurei no YouTube outras semelhantes. Após alguns cliques, encontrei a que segue. Essa é bem elaborada, simples, com mensagem séria e que vale a pena refletir sobre o que estamos criando ou melhor, o que queremos do futuro... Ela foi produzida para o Supermercado Wong.


Essa não é de supermercado, mas da Quercus e enfoca a preservação. Também é bem impactante.


Em junho deste ano, em comemoração ao dia do meio ambiente, foi lançado o filme HOME, de autoria do Yann Arthus-Bertrand. Trata-se de uma belíssima "construção artística" de paisagens aéreas do mundo inteiro.
O objetivo do filme é sensibilizar a opinião pública mundial sobre a necessidade de alterar modos e hábitos de vida a fim de evitar uma catástrofe ecológica planetária. É um discurso já realizado a anos, mas as imagens dão um peso a mais ao argumento, apesar de contestável.
Também, é disponibilizado pelo autor as fotos aéreas utilizadas no filme, como a que reproduzimos aqui da Natural Reserve os Scandola - Corsica of the South. São ao todo 2126 fotos disponíveis no site. Acesse aqui.
A seguir, o trailer do filme. Porém, se desejar ver o filme inteiro, ele está disponível em português de Portugal e em inglês com legendas em inglês.