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Para os que pesquisam o telejornalismo, o Seminário Internacional Análise de Telejornalismo: Desafios Teórico-Metodológicos, realizado entre os dias 23 a 26.08.2011, na Faculdade de Comunicação (UFBA), tem um conjunto de artigos bem significativos para leitura.

São 33 artigos para download, divididos em 7 grupos de trabalho, que abordam os desafios da pesquisa empírica, as metodologias de análise de telejornalismo, as novas tecnologias e produção de sentido no telejornalismo, telejornalismo e identidade, telejornalismo e entretenimento, jornalismo, discurso e produção telejornalística e, telejornalismo e sociedade.

Vale conferir, já que o objeto desse encontro, segundo os organizadores "é promover uma interlocução entre pesquisadores de telejornalismo do país e do exterior, focando na pluralidade dos aspectos conceituais e procedimentos metodológicos que permitam o avanço do campo da comunicação".

Caso queira acompanhar a programação ao vivo das mesas do Seminário Internacional Análise de Telejornalismo:desafios teórico-metodológicos acesse o link: http://aovivo.ufba.br/telejornalismo.

Você é obsessivo? É difícil no mundo moderno dizer quem não é (você pode até negar, mas será mesmo?). Muitos horários, muitas ansiedades e cobranças. São tantas instantes de exagero, que perdemos a noção do que deveria ser o mais importante. 

Saímos da infância para a vida adulta e nem sentimos quando isso aconteceu (se é que aconteceu!). Mas será que é possível diminuir o passo? Viver mais e melhor? Sorrir mais ao invés de sofrer tanto? Talvez. 

Na animação de hoje, intitulada "Second Hand", de Isaac King com música de Jeremy Singer e áudio de Greg Sextro, se examina o desequilíbrio e os resíduos criados por estas obsessões modernas, sobretudo o do tempo e dos espaços. Veja e avalie. Pode ser útil. Bom domingo. 


Second Hand from Isaac King on Vimeo.

Sítio do SISU: problemas operacionais
O Sistema de Seleção Unificada (SiSU), criado pelo Ministério da Educação (MEC) para distrubuir 83.215 vagas no ensino superior, em 83 instituições públicas (federais, estaduais e institutos federais), a partir das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é alvo de centenas de reclamações nessa manhã.

O trend (ou tendência, assunto mais falado, etc...)  #sisu no Twitter traz inúmeras reclamações quanto ao tempo de espera no sítio do sistema e, na prática, parece uma eternidade: esperei 20 minutos para o sítio abrir e, depois disso caiu. Os candidatos ao ensino superior, em dezenas de tweets expressam sua angústia, não apenas pela falta de acesso, mas também pela forma do processo.

Segundo o sítio Último Segundo (IG),  a Assessoria de Imprensa do MEC informou que "é preciso paciência. O ministério trabalha para dar mais agilidade ao sistema, mas alega que são muitas pessoas tentando se inscrever ao mesmo tempo – o site chegou a ter 150 mil acessos simultâneos e 600 acessos por minuto."

Enquanto a coisa não normaliza, veja algumas das "pérolas" postadas no Twitter, que revelam o humor dos candidatos:




Pois é, as redes sociais ganham espaço a cada segundo e, não precisa muito esforço para provar isso. Foi o que o Ethan Bloch do sítio Flowtown fez.

Resolveu produzir um "mapa mundi" onde as redes sociais representassem seus milhões de "seguidores". Independente das contestações estatísticas, a "obra de arte" ficou interessante e reveladora: é inegável o crescimento do Facebook, do Twitter e de outras redes que, pouco a pouco, ganham espaço entre jovens e adultos. Durante essa década precisaremos discutir seriamente o papel destas mídias nos processos formativos, já que elas já estão povoando as conversas e as práticas de muitos professores, além dos profissionais.

Veja o novo mapa. Será que pega?

Top 10 dos ataques mundiais
Um estudo sobre o estado da internet no primeiro trimestre de 2010, produzido pela Akamai, empresa especializada em detectar e melhorar a velocidade da rede mundial, apontou para os 10 países em que se registrou a origem dos ataques na rede. 

O Brasil ocupa o 5º lugar nesse ranking nada amistoso, com 6% dos ataques na rede. O estudo levou em conta o monitoramento de 198 países no primeiro trimestre de 2010 e os ataques provenientes desses. 

A Russia ocupa o primeiro lugar nessa estatística, com 12% dos ataques mundiais, seguido por Estados Unidos com 10%, China com 9,1% e Taiwan com 6,1%. No ano passado, tínhamos outro país da América do Sul, a Argentina. Porém as medidas de proteção, a tiraram do ranking dos 10 países que mais originam ataques na internet.

O jogo Farmville, desenvolvido pela produtora Zynga e disponibilizado pelo Facebook, entrou no rol das 50 piores idéias dos últimos tempos da revista Time. O jogo conta atualmente com 70.220.564 de usuários. 

Trata-se de um jogo onde o usuário tem de evoluir como um fazendeiro administrando uma fazenda virtual. Entre as atividades desenvolvidas, estão o plantio, o cultivo e a colheita de diversas plantas, árvores e animais, além da construção de casas, celeiros e outros elementos típicos de uma fazenda.

Segundo a Time, o jogo, ou melhor, "a série de tarefas" que são desencadeadas pelo constante clic do mouse, é uma das piores invenções, devido a perda de tempo que o 'jogo' ocasiona. Na lista publicada, figuram ainda o Spam E-mail, o Smile Checks, o Microsoft Bob, o Clippy e o Nintendo Virtual Boy. A lista completa traz algumas surpresas. Veja o por quê.


Muitas empresas - e universidades - tem bloqueado as redes sociais dentro do espaço de trabalho com a desculpa que ela consome tempo do trabalhador, destinado as atividades internas.

Esse é um raciocínio curto, já que vivemos em uma sociedade com possibilidades múltiplas de comunicação. Foi esse um dos aspectos citados no artigo "A world of connections", publicado pelo The Economist.

Foi essa também a conclusão que Proof’s B.L. Ochman chegou em um post, bem interessante, intitulado "Five Reasons Why Companies Should Not Block Employee Access to Social Networks". Para ele, a resistência é inútil, já que as tecnologias móveis possibilitam o acesso as mídias sociais, mesmo no horário do expediente.

Ochman apontou cinco razões, baseadas em pesquisas, pelas quais uma empresa deveria permitir o acesso as redes sociais, dentro do horário de trabalho:
1. A resistência é inútil, já que os dispositivos móveis propiciam independência;
2. Não presuma que as pessoas não vão encontrar outras maneiras de perder tempo;
3. As redes sociais podem realmente fazer os trabalhadores mais produtivos;
4. Você vai perder grandes idéias;
5. Os funcionários são muito mais confiáveis do que as empresas pensam.
Essas cinco razões dão um começo interessante para os gestores pensarem sobre as práticas atuais, principalmente dentro da redações. Vale a pena ver os argumentos que Ochman faz sobre cada um dos pontos.


Pessoal, assistam as palestras que estão ocorrendo no Campus Party, ao vivo. No canal 6 - Blog, os colegas Rogério Christofoletti, Sandra Montardo, André Lemos, Henrique Antoun estão discutindo o futuro dos blogs, com moderação do Sérgio Amadeu.





Quem já não ficou com a mão cansada de tanto clicar na internet? Quase todos que a utilizam diariamente, padecem desse sofrimento.  São centenas e, as vezes, milhares de clics. Mas parece que temos uma "luz no fim do túnel".

É que Andreas Lutz, músico e designer suíço, inovou em seu sítio: aboliu a clicagem e, instituiu uma interface completamente audiovisual. Com o uso de uma webcam e um microfone, é possível acessar todo o material disponível no sítio.

Apesar de estar disponível no mercado tecnologias com interface táctil, a  proposta de Lutz é a utilização apenas de gestos e sons, sem toques na tela. Será esse o 'princípio do fim' para o mouse? Vamos esperar para ver o que reserva o futuro.

Vale a pena conferir. A seguir, disponibilizo a vídeo que dá uma idéia do que você encontrará no percurso. Testei no final do dia e os resultados são promissores. A dica foi dada pelo blog Periodistas21.


Quando pequeno, gostava de olhar para o céu estrelado e imaginar como seriam os planetas, as estrelas e o nosso sistema solar.  Como um apaixonado pelas "estrelas" via o planeta Mercúrio, assim como está ao lado. Com muita sorte e um céu bem limpo, um ponto brilhante!

Anos depois, fui descobrir que o que via no meu presente, era apenas o passado distante que, talvez não mais existisse. Intrigava-me muito pensar sobre o presente que era a minha realidade momentânea, que na verdade era um passado distante.


Ao chegar em casa a pouco, deparei-me com uma dica de um Twitter de Marcos Palacios (@palacios49), que dizia: "Maior aproximação da Sonda ao planeta Mercúrio será às 18:55 h. Ao vivo com 3 câmeras na Nasa: http://bit.ly/3KDEi9".

Repassei a dica e acessei o endereço que conduziu para o MESSEGER, sigla que signica Mercury Surface, Space Environment, Geochemistry and Ranging, mantido pela NASA. No sítio, é possível acessar as 3 câmeras da NASA que estão na sonda Mercury Flyby 3.

Nesse momento vejo o que nunca pensei que observaria com "tanta proximidade": em tempo real, vejo Mercúrio. Neste instante, que escrevi isso, a sonda estava a 2.707 km de altura. É  fantástico ver o que quando criança olhava por um pequeno telescópio, a milhões de kilômetros. E tudo isso mediado pela tecnologia em tempo real!