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Que tal ter seus tweets preservados mesmo ao longo dos meses e anos? Seguindo a sugestão de André Lemos, do sítio Carnet de Notes, fiz o tweetbook do meu endereço do Twitter (@gilporto). Esse serviço está sendo ofertado pela Bookapps Tweetbook Service, que permite criar livros impressos a partir dos posts no Twitter.

O serviço permite duas opções: uma impressa, paga e, um arquivo em PDF por email de graça. Do ponto de vista da preservação da memória, a proposta é muito boa e é bem vinda. O sistema conseguiu registrar mais de 3 mil tweets, desde 29.03.2010. Também é possível você ter acesso a todos as pessoas que interagiram com você e a data, além de um gráfico comparativo com os últimos 17 meses de atividade.

Agora uma dúvida cruel: será que todos os links que foram postados ainda existem? Testei aleatoriamente em uns 20 dos mais de 3000 e alguns funcionaram bem. Vamos esperar que todos ainda estejam lá. 

Se quiser ter uma ideia de como fica o resultado, confira a seguir o volume I do TweetBook @gilporto:

Já não é novidade que o Twitter tem sido utilizado pela mídia como fonte de informações em primeira mão. Também não é novidade que muitas vezes, por falta de apuração das informações que são disponibilizadas pelas "celebridades", equívocos são constatados, divulgados e transformados em "verdadeiro" pelos veículos midiáticos. 

Visando diminuir esses equívocos, já que é impossível evitar, o Twitter lançou um guia de utilização para redações com foco nos profissionais de criação de notícias, TV, esportes e entretenimento. O guia se propõe a potencializar o uso do Twitter pelos profissionais da informação, promovendo a localização das "[...] fontes, verificando os fatos, a publicação de histórias". Legal, já que os equívocos - ou em alguns casos, a manipulação de possíveis fatos - tem sido disponibilizada sem os devidos cuidados que o ofício de jornalista exige.

O guia disponibiliza ainda ao usuário informações e diretrizes quanto ao uso do serviço do Twitter, bem como as políticas de tweets, marcas, direitos autoriais, privacidade, violência, spam, dentre outros tópicos nada fáceis de digerir. Vale a leitura e compreensão, com vistas a melhoria do uso da ferramenta na prática jornalística.

Aprecio muito os infográficos. Eles ampliam o campo de visão e permitem compreeender elementos complexos de forma mais fácil. É o caso dos aspectos que apontam para estatísticas de usabilidade. Quando o assunto é internet, um infográfico amplia e facilita o aprendizado.

Esse é o caso do infográfico que foi disponibilizado pela Pew Internet, conceituada agência de pesquisas estadunidense, revelando as preferências de uso, segundo o conceito geracional. As gerações foram divididas em seis categorizações e, partindo-se delas, a utilização de aspectos diferenciados da rede. Note que, em algumas faixas etárias, a utilização de aspectos da rede, tal como o blog, é quase inexistente, segundo a pesquisa do Pew.


Demorou um pouco, mas Palmas entrou no circuito das manifestações organizadas por interação com as mídias sociais. Seguindo o modelo de outras cidades no Brasil e no mundo, que utilizaram as mídias sociais para mobilizar, um grupo de estudantes utilizou o Facebook para convidar consumidores para a ação.

O foco do protesto foi o aumento da gasolina nos postos de Palmas. Por meio do Facebook, twitter e mensagens via celular, uma ação rápida de protesto foi organizada no último dia 28.04.2011. O protesto consistiu em se abastecer no máximo com R$ 0,50 (cinquenta centavos de real) com cartão de crédito ou com notas de R$ 50 e  R$ 100 e exigir a nota fiscal devidamente preenchida.

Outro protesto está marcado para hoje, 03.05.2011, às 18:30 h, e está sendo organizado pelo Facebook.

O vídeo a seguir mostra como o protesto foi desenvolvido e as repercussões.



Achei esse infográfico sobre o perfil dos usuários do Facebook e do Twitter. Apesar da temática ser "Facebook vs. Twitter" não consigo vê-los como discordantes ou mesmo antagônicos, mas como complementares na ação da comunicação. Pelo menos tem sido assim no uso cotidiano dessas mídias sociais.

Valem outras reflexões e discussões. Fiquem a vontade para isso. Segue a infografia produzida pela Digital Surgeons:



Aos domingos, posto sempre uma animação. Mas hoje resolvi fazer algo diferente e colocar à disposição dos leitores um editorial que achei bem pertinente. Trata-se do "sucesso" relâmpago do Twitter nas últimas horas. Não é a trilha sonora de carnaval de uma escola de samba, nem uma marchinha. Muito menos um Axé. Trata-se de um editorial de jornal semanal. Editorial? É isso mesmo.

Nas últimas horas, um editorial da jornalista Rachel Sheherazade falando do Carnaval ganhou repercussão nacional justamente por destacar não a folia e alegria efêmera do carnaval, mas as mazelas que esse acaba por alargar. Vale ouvir ou ler.



Sítio do SISU: problemas operacionais
O Sistema de Seleção Unificada (SiSU), criado pelo Ministério da Educação (MEC) para distrubuir 83.215 vagas no ensino superior, em 83 instituições públicas (federais, estaduais e institutos federais), a partir das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é alvo de centenas de reclamações nessa manhã.

O trend (ou tendência, assunto mais falado, etc...)  #sisu no Twitter traz inúmeras reclamações quanto ao tempo de espera no sítio do sistema e, na prática, parece uma eternidade: esperei 20 minutos para o sítio abrir e, depois disso caiu. Os candidatos ao ensino superior, em dezenas de tweets expressam sua angústia, não apenas pela falta de acesso, mas também pela forma do processo.

Segundo o sítio Último Segundo (IG),  a Assessoria de Imprensa do MEC informou que "é preciso paciência. O ministério trabalha para dar mais agilidade ao sistema, mas alega que são muitas pessoas tentando se inscrever ao mesmo tempo – o site chegou a ter 150 mil acessos simultâneos e 600 acessos por minuto."

Enquanto a coisa não normaliza, veja algumas das "pérolas" postadas no Twitter, que revelam o humor dos candidatos:




Fonte: Dossiê Redes Sociais
Está disponível o dossiê Redes Sociais da Revista Eletrônica de Jornalismo Científico ComCiência (Unicamp), que é lastreada pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

O objetivo da revista é popularizar os assuntos científicos e, dessa forma, os artigos são escritos de forma a clarificar assuntos mais complexos. Dessa forma, os autores do dossiê eleboraram artigos de fácil compreensão, indicando questões centrais.

Entre os autores, estão nomes conhecidos como Adriana Amaral, Mirna Tornus, Alex Primo e Raquel Recuero.


Segue o sumário:

Editorial
A banalização do banal - Carlos Vogt
Reportagens
Privacidade na rede: questões de segurança e de direito
@candidato vai seguir você
Plataformas sociais auxiliam a construção do conhecimento?
A vida social numa rede de avatares
Os quinze minutos de fama e a espetacularização do cotidiano
Artigos
Redes sociais e sites de relacionamento: em busca de comunidades
Raquel Recuero
O jornalismo e a reconfiguração midiática
Mirna Tonus
Redes sociais de música: segmentação, apropriações e práticas de consumo
Adriana Amaral
Como o Wikileaks vem transformando jornalistas em decifradores de código
Tiago C. Soares
A internet na história dos movimentos anti-vacinação
Paulo Roberto Vasconcellos-Silva e Luis David Castiel
Resenha
A cauda longa
Por Rafael Evangelista
Entrevista
Alex Primo
Poema
Figuração do tempo
Carlos Vogt


Desculpem-me o trocadilho, mas é o que está em minha mente desde que retornei do I Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo, promovido pela Rede Procad, em Florianópolis. O evento tinha como foco discutir ensino de jornalismo em tempos de convergência e, entre uma e outra apresentação, discutíamos o que os colegas haviam expressado e defendido.

Em um desses momentos, o colega Gerson Martins, prof. da UFMS, que sentava ao meu lado na “mesa redonda“, falou sobre a falta de cuidado que os acadêmicos de jornalismo tem com suas produções e, especialmente com o que escrevem, principalmente no Twitter. Martins expressava a falta de cuidado com o que era expresso, como se não houvesse repercussão, já que pelos contatos, uma pseudo-história podia se transformar em “fato”. Brinquei na hora: uma ciberfofoca!

Rabisquei em meu caderno, uma questão que gostaria de pensar alto: pode credibilidade ser transmitida por um tweet? Também por um tweet posso passar uma autoimagem? Essas são duas questões que não me saíam da cabeça e, no avião, resolvi ‘ensaiar essa idéia’.

O trocadilho que intitula essa postagem é uma referência ao que meu pai dizia sempre: “Diga-me com quem andas, que direi que és!”. Era muito usado para passar o velho “sabão” quando eu fazia alguma asneira. E olha que adolescente faz muitas. Pior é que não me recordo delas! Pena. Dariam boas reflexões.

Bem, voltemos. Pode credibilidade ser transmitida por um tweet? Penso que sim. Principalmente se você, enquanto produtor/criador de notícias o faz. Imagine alguém com centenas de seguidores, twittar uma notícia duvidosa. Se for a “Candinha” (como chamávamos na adolescência quem fofocava), tudo bem, era conversa sem muito significado. Eram ‘estórias’ sem muita credibilidade. Agora imagine um profissional da informação twittar uma ‘meia-verdade’ (se é que tem metade!). Seus seguidores, que o repercutem, o fazem por pensar que esse tem o que dizer. Que o que é dito é uma fato. Tem fundamento e, portanto, é seguro do ponto de vista da informação. Ao retransmitirem, pensam fazê-lo com seriedade.

É esse cuidado com o que postamos no “mundo digital” que precisamos reforçar nos processos formativos. Não estou sendo chato, nem preciosista. É um cuidado com a própria imagem do futuro profissional que pode ficar em risco. Daí, a segunda questão: também por um tweet posso passar uma autoimagem? É claro! Se meus tweets são sempre recheados de trivialidades, que tipo de imagem passo? Tenho um colega que sigo no Twitter, prof. Teske (peço licença a ele, por citá-lo), que sempre envia mensagens sobre a situação política no Tocantins, com comentários sóbrios e claros, mesmo em 140 caracteres. O que ele me transmite? A palavra à mente é engajamento. E, por conhecê-lo profissionalmente, seus comentários são respeitados por mim. Essa é sua autoimagem profissional transmitida por meio de seus tweets.

Daí a minha defesa pela utilização do Twitter como ferramenta jornalística. Como fonte, se a autoimagem do possuidor for sensata e segura. Está aqui também porque tenho seguido tão poucos no Twitter. Esses poucos, tem muito a dizer. O tempo diário de trocas significativas é cada vez mais reduzido entre nossos pares na academia. A distância (eu na região norte e outros tantos espalhados pelo Brasil e fora dele) ainda as torna mais difíceis. Dessa forma, o Twitter tem sido uma “fonte” de troca com muitos desses colegas que sugerem caminhos, pistas de idéias a construir, encruzilhadas, caos, dentre tantas outras possibilidades.

É claro que compreendo, e não estou sendo ingênuo ao defender isso, que esse não foi o uso original da ferramenta. Nós, os profissionais da área (seja educação ou comunicação) estamos “forçando a barra”, como diria Gibson, “criando os usos”, e é nesse constante refazer, que nós encontramos e desencontramos, construindo e desconstruindo. Por isso, antes de produzir um tweet, tenha certeza do que queres dizer/compartilhar. Muitos o ‘escutam’ e, principalmente, o avaliam profissionalmente por isso. Por isso, também, não sou favorável ao bloqueio do acesso ao que se escreve. Sou, antes, favorável a responsabilidade pela escrita.

Pois é, as redes sociais ganham espaço a cada segundo e, não precisa muito esforço para provar isso. Foi o que o Ethan Bloch do sítio Flowtown fez.

Resolveu produzir um "mapa mundi" onde as redes sociais representassem seus milhões de "seguidores". Independente das contestações estatísticas, a "obra de arte" ficou interessante e reveladora: é inegável o crescimento do Facebook, do Twitter e de outras redes que, pouco a pouco, ganham espaço entre jovens e adultos. Durante essa década precisaremos discutir seriamente o papel destas mídias nos processos formativos, já que elas já estão povoando as conversas e as práticas de muitos professores, além dos profissionais.

Veja o novo mapa. Será que pega?

Pois bem, é inegável que o Twitter se tornou um canal de comunicação popular. Mais do que isso: o popular (particular) se tornou assunto do Twitter. 

O que antes eram apenas "curtas" em uma página de fofocas em revistas e/ou jornais com circulação até nacional, hoje é "mundialmente" visível e explorado. O que antes exigia um filtro do que seria publicado, hoje é potencialmente expresso sem os devidos cuidados.

É, o mundo da noticiabilidade mudou. Não sei bem ainda se para melhor, já que com o Twitter temos as campanhas (como as do Irã, o "Cala Boca Galvão", etc...) que demonstram o engajamento possível na rede de milhares de pessoas em prol de um aspecto específico.Temos a criação de pequenas redes de comunicação entre distantes que, passam a "produzir" notícias e socializá-las. Temos a mobilização massiva quer faz com que milhares de reúnam para protestar. Não faltam usos e abusos do Twitter (Já escrevi sobre esses usos e abusos em outros posts).

No momento vemos a sua ascensão. É o que o infográfico do The Blog Herald nos mostra a seguir, conforme dica do Alec Duarte, no Webmanário:

Esse é um dos assuntos mais produtivos dos últimos tempos. Parece persistir a "dúvida cruel": as redes sociais são um forma de jornalismo? Ao meu ver, uma rede social pode ser utilizada como um espaço de produção jornalística, mas não quer dizer que toda rede social seja jornalismo. Mas quais os elementos diferenciadores?

Achei muito interessante a dica do colega português Pedro Jerônimo, no blog Jornalices. Ele dispobilizou o vídeo, que coloco a seguir, da entrevista de Jennifer Preston, responsável pela rede social do The New York Times. 

Para Preston, as redes sociais são um meio do jornal se comunicar com a audiência, sendo uma ferramenta muito valiosa para o jornalismo. Ela cita o caso do Twitter do NYT, com mais de 2,5 milhões de seguidores, onde se pode compartilhar em tempo real as informações disponibilizadas no jornal, bem como a comunidade no Facebook, com 600 mil fãs, destinado a fotografias de todo o mundo compartilhadas pelos leitores.

Veja outros pontos destacados por Jennifer Preston a seguir.


Já faz algum tempo que vejo a defesa das redes sociais como parte do trabalho jornalístico. De fato, o jornalista pode e partilha, em sua(s) rede(s) social(is), muitas informações úteis e/ou dicas de pauta. Isso fica evidente quando vemos iniciativas como a Muck Rack

Trata-se de agregador de tweets de jornalistas, onde são disponibilizados os tweets de centenas de profissionais. A idéia foi elaborada pela Shawhorse Media, tendo Lee Semel, Gregory Galant, Adam Varga e Taylor Aaron Waldman como seus executores. 

O agregador de tweets traz jornalistas de 38 empresas jornalísticas variadas, tais como  a ABC News, Associated Press, Chicago Tribune, Boston Globe, CNN, New York Times, dentre outras. A proposta é boa e, para se cadastrar no agregador, o jornalista deve ser aprovado pelos curadores da proposta.


Esse é um dos dados disponibilizado pela apresentação elaborada pela empresa espanhola 101.es, sobre as redes sociais na Espanha. O aumento de 999% no número de usuários do Facebook na Espanha assusta um pouco, mas representa a aproximação com a tecnologia e o impacto que as redes sociais tem sobre os quase 8 milhões de pessoas da Espanha na rede.

Outros dados também são interessantes. Por exemplo, a plataforma de comunicação social Tuenti, tem 35% mais tráfego na Espanha do que o Google, contando com 7 milhões de usuários.

Você poderá ver esses dados no vídeo a seguir e, o melhor, ao final da apresentação são indicados os sítios das fontes. A dica veio do blog catalão Novosmedios.org.





Muitas empresas - e universidades - tem bloqueado as redes sociais dentro do espaço de trabalho com a desculpa que ela consome tempo do trabalhador, destinado as atividades internas.

Esse é um raciocínio curto, já que vivemos em uma sociedade com possibilidades múltiplas de comunicação. Foi esse um dos aspectos citados no artigo "A world of connections", publicado pelo The Economist.

Foi essa também a conclusão que Proof’s B.L. Ochman chegou em um post, bem interessante, intitulado "Five Reasons Why Companies Should Not Block Employee Access to Social Networks". Para ele, a resistência é inútil, já que as tecnologias móveis possibilitam o acesso as mídias sociais, mesmo no horário do expediente.

Ochman apontou cinco razões, baseadas em pesquisas, pelas quais uma empresa deveria permitir o acesso as redes sociais, dentro do horário de trabalho:
1. A resistência é inútil, já que os dispositivos móveis propiciam independência;
2. Não presuma que as pessoas não vão encontrar outras maneiras de perder tempo;
3. As redes sociais podem realmente fazer os trabalhadores mais produtivos;
4. Você vai perder grandes idéias;
5. Os funcionários são muito mais confiáveis do que as empresas pensam.
Essas cinco razões dão um começo interessante para os gestores pensarem sobre as práticas atuais, principalmente dentro da redações. Vale a pena ver os argumentos que Ochman faz sobre cada um dos pontos.



Rogério Christofoletti, professor da UFSC e criador do blog Monitorando, fez um trabalho de mapeamento essencial para quem está pesquisando a área de comunicação.

Ele disponibilizou dois trabalhos essenciais de aproximação entre pesquisadores: uma lista lusófona de mais de 200 blogs de comunicadores e pesquisadores, bem como uma lista de Twitters de pesquisadores da área.

Seguem as listas, que são atualizadas constantemente por Christofoletti, que tomo a liberdade de reproduzir aqui:

Blogs de pesquisadores lusófonos em Comunicação:

De Portugal e doutros países


Do Brasil
Twitters de pesquisadores lusófonos em Comunicação:

ABCiber: http://twitter.com/ABCiber
Aberje: http://twitter.com/aberje
Abrapcorp: http://twitter.com/abrapcorp
ABRP: http://twitter.com/abrpsp
Adriana Alves: http://twitter.com/adrianaalves
Adriana Amaral: http://twitter.com/adriamaral
Adriana Omena Santos: http://twitter.com/acomena
Adriana Santana: http://twitter.com/adrianasantana
Agda Aquino: www.twitter.com/agdaaquino
Alberto Marques: http://twitter.com/alberto_marques
Alec Duarte: http://twitter.com/alecduarte
Alessandra Carvalho: http://twitter.com/alesscar
Alex Primo: http://twitter.com/alexprimo
Alexandre Lenzi: http://twitter.com/alexlenzi
Alexandre Nonato: http://twitter.com/AleNon1978
Alexandre Rocha da Silva: http://twitter.com/arsrocha
Aline de Campos: http://twitter.com/alinedecampos
Ana Elisa Ribeiro: http://twitter.com/anadigital
Ana Maria Brambilla: http://twitter.com/anabrambilla
Ana Prado: http://twitter.com/Ana_Prado
André de Abreu: http://twitter.com/andredeabreu
André Deak: http://twitter.com/andredeak
André Holanda: http://twitter.com/andreholanda
André Lemos: http://twitter.com/andrelemos
André Pecini: http://twitter.com/andrepecini
Andre Stangl: http://twitter.com/astangl
Andrea Cattaneo: http://twitter.com/AndreaCattaneo
Angela Loures: http://twitter.com/AngelaLoures
Angela Lovato: http://twitter.com/angelalovato
Angela Pryston: http://twitter.com/prysthon
Assoc. Pesquisadores em Jornalismo: http://twitter.com/sbpjor_net
Avery Veríssimo: http://twitter.com/averyverissimo
Beatriz Bretas: http://twitter.com/beatrizbretas
Ben-Hur Correia: http://twitter.com/benhur_correia
Beth Saad: http://twitter.com/bethsaad
Bruna Barcellos: http://twitter.com/brunalbarcellos
Carla Schwingel 2: http://twitter.com/caru
Carla Schwingel: http://twitter.com/carlaschwingel
Carlos D’Andrea: http://twitter.com/carlosdand
Carlos Eduardo Franciscato: http://twitter.com/franciscato
Carlos Falci: http://twitter.com/chfalci
Carolina Terra: http://twitter.com/carolterra
Catarine Sturza: http://twitter.com/CatarineSturza
Ciberliga de Pesquisadores Paladinos: http://twitter.com/ciberliga
Cintia Carvalho: http://twitter.com/cicarp
Cintia Cunha: http://twitter.com/CintiaCCunha
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Claudia Quadros: http://twitter.com/claudiaquadros
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Cotidiano UFSC: http://twitter.com/cotidianoufsc
Cris Porto: http://twitter.com/CrisPorto
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