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E se o mundo só tivesse um único dia? Pois é, o que você faria dele? Que coisas você privilegiaria nesse único e especial dia e que deixaria registrado? Milhares de pessoas indicaram o que fariam nesse único dia de 24 horas.

O resultado foi um filme/documentário intitulado "Life In A Day" (A vida em um dia), produzido por nada menos do que o premiado Ridley Scott e pelo canal You Tube, com direção de outro diretor premiado, Kevin Macdonald.

A proposta do filme foi a produção de pequenos vídeos retratando momentos de um dia (em quaisquer espaços e momentos) que deveriam ser enviados para o You Tube. O dia 24 de julho de 2010 foi escolhido para esse envio. 

O que se vê no filme-documentário, de cerca de 1 h e 35 min, disponível no You Tube e que você vê a seguir (se ainda não o viu no cinema), são momentos, todos misturados, juntos, aglutinados, num dissolver da sociedade complexa. É um verdadeiro passei por culturas e costumes que nunca poderiam ser vivenciados dessa forma por qualquer pessoa no planeta, já que temos limitações de tempo e espaço. Mas no mundo do cinema, essa barreira é quebrada. Assista e vivencie. Ele está legendado em português.


É muito complexo dizer qual a marca da geração que inicia o século XXI. Talvez seja mais fácil falar das gerações que adentram para o novo milênio. Essas diversas gerações, com suas perspectivas tradicionais, moderadas, avançadas e "transloucadas" criam diversas "sub-culturas" líquidas, que se refletem na mudança a nossa volta.

Um pequeno vídeo, disponibilizado pelo sítio United Photo Press no You Tube, desenvolve um percurso bem curioso sobre a juventude dos anos 60 até a transição do novo século. Com destaque para os avanços tecnológicos e sociais, a ênfase do vídeo é na "nova" constituição da sociedade do século XXI, desconexa, não-linear, pós-moderna.

Veja o vídeo a seguir e, mesmo que não concorde com a avaliação, a memória das imagens já valerá o tempo que gastar assistindo.



Essa é a imagem da Islândia? Descubra.
Propaganda é a chave? Professores da área dirão, muito provavelmente, que sim. Alguns afirmam que por meio de uma boa propaganda podemos ter chances reais de convencimento. Pois parece que isso fica evidente nesse vídeo de divulgação. 

O vídeo apresenta a Islândia e seus potenciais. Até aí nada de novo, poderia pensar. Qualquer vídeo de turismo faz isso. É, mas não com a classe desse. Veja as indicações positivas com a música ao fundo (e uma "dançinha" esquisita), que apontam para o potencial e a liberdade que o turista pode ter.

Como diz o colega português Pedro, no seu blog ContraFactos e Argumentos, de onde vem a dica, esse vídeo é uma mostra de "como se vende um país". Bom domingo.


Inspired by Iceland Video from Inspired By Iceland on Vimeo.

Uma aposta na ironia e no humor. Essa é a chave que diversas agências resolveram imprimir em propagandas das mais diversas. Encontrei algumas bem engraçadas, mas que passam uma mensagem séria.

Elas são úteis para refletir no potencial e em possíveis impactos que temática podem ter, se apresentadas de diversas formas.

Veja alguns exemplos a seguir. Elas vem de várias partes do mundo e estão disponíveis no Vimeo.



4 Commercials from Benjamin Bloom on Vimeo.


"LKW" Commercials from Steph Ketelhut on Vimeo.

Coletânea de propagandas africanas

1take media commercials from 1Takemedia on Vimeo.




Pois é, as redes sociais ganham espaço a cada segundo e, não precisa muito esforço para provar isso. Foi o que o Ethan Bloch do sítio Flowtown fez.

Resolveu produzir um "mapa mundi" onde as redes sociais representassem seus milhões de "seguidores". Independente das contestações estatísticas, a "obra de arte" ficou interessante e reveladora: é inegável o crescimento do Facebook, do Twitter e de outras redes que, pouco a pouco, ganham espaço entre jovens e adultos. Durante essa década precisaremos discutir seriamente o papel destas mídias nos processos formativos, já que elas já estão povoando as conversas e as práticas de muitos professores, além dos profissionais.

Veja o novo mapa. Será que pega?

É inegável que, a cada ano, as pessoas se tornam mais conscientes e interessadas em expandir o uso das tecnologias a sua volta. Com isso, também se tornou prática a utilização dessas tecnologias para campanhas de mudança social e política. Na literatura, chamamos isso de ativismo digital.

Mas quais os impactos desse ativismo na sociedade moderna? Como se desenvolvem? Essas são questões que nortearam o recente livro organizado por Mary Joice, da Meta-Activism Project. Trata-se do livro "Digital activism decoded: the new mechanics of change", disponível para download.

O livro é dividido em três partes, apresentando os aspectos ligados ao meio ambiente do ativismo digital, as práticas existentes e os efeitos na sociedade moderna. Participam do livro nomes ligados a área e pesquisadores, tais como Trebor Scholz, Brannon Cullum, Katharine Brodock, Tom Glaisyer, Anastasia Kavada, Steven Murdoch, Dave Karpf, dentre outros.

É assim que muitos que vivenciaram o jogo Pac-Man, podem retratar a sua experiência. Apesar de extremamente simples, o jogo criado por Toru Iwatani e lançado em 22 de maio de 1980, pela Namco, virou febre em todo o mundo. No sítio Pac Man.com, encontram-se diversas histórias, campanhas e downloads do jogo.

Lembro-me de que, nos anos 1980, ele começou a ser comercializado com um nome sugestivo: "come-come". 

Tive o meu primeiro contato com ele em 1984 por meio de uma videogame chamado Odissey. Esse era um dos tantos videogames da época, mas que foi um dos primeiros a ter teclado. Jogava-o por horas a fio!

Ao completar 30 anos de criação, o jogo ainda continua interessante. O Google, por exemplo, o colocou em sua página, onde os que acessavam, interagiam com o jogo. É especialmente interessante o potencial que um jogo tem de resgatar a memória. 

Em poucos minutos diante do Pac-Man, lembrei de tantas coisas de minha infância, de tantos momentos, sabores e desabores, alegrias e tristezas. Puxa! Espero não encontrar essas lembranças novamente tão cedo! Eram de um tempo de ingenuidade que não voltam mais. Vamos ver se o game resiste ao tempo e à tecnologia.

De qualquer forma, encontrei um trailer sobre o Pac-Man muito interessante, de um suposto filme, que foi veiculado no dia 1º de abril. Digo "suposto", pois não encontrei referência ao filme específico e, já que 1º de abril é sempre motivo de chacota!

O trailer foi disponibilizado no sítio do Brainstorm9. Trata-se da história de Michael Pacman, CEO da Pharmaceutical, que é forçado a ingerir os seus próprios medicamentos, e assim tentar sobreviver a um labirinto criado por um sádico paciente em busca de vingança.



PACMAN: THE MOVIE TRAILER from Therefore Productions on Vimeo.

Recebi uma indicação bem interessante do colega Tércio Andrade, sobre uma imagem batizada de "a Santa Ceia científica". É isso mesmo: já que a moda é mixar produções, criando novas possibilidades, alguém produziu uma imagem bem interessante, partindo da clássica representação de Leonardo da Vinci.

O quadro original, conhecido mundialmente, partiu do desenho a seguir (disponível na Wikipédia):

Mixando a idéia, a produção da Santa Ceia Científica, fez algumas mudanças bem sugestivas: no centro, colocou-se a figura de Albert Einstein, tendo Carl Sagan a esquerda e Stephen Hawking a direita, bem como figuras destacadas da ciência, como Darwin, Galileu e Newton. Alguns não consegui reconhecer. Se tiverem uma pista sobre as identidades, postem-nas.  De qualquer forma, vale a criatividade da proposta.



Essa não é a primeira vez que fazem uma mixagem com a obra de Leonardo da Vinci. Ela já tinha sido revista nas séries de televisão americana Galáctica e Lost e no filme Guerra nas Estrelas, como vemos a seguir:





Uma propaganda tem o poder de transformar. Transformam-se sonhos em sentimentos. Talvez você ache que isso é muito forte...e é mesmo! Mas a realidade do mercado a nossa volta, tem tornado os comerciais cada vez mais "profundos e emotivos", bem como hilários! (talvez seja o caminho mais curto para o bolso do cliente).

De qualquer forma, a beleza dos comerciais a seguir dispensam muitas apresentações e comentários.














O que vem a ser um viral? Trata-se de uma técnica de marketing que tenta explorar as redes sociais que cada indivíduo estabelece e, que a utiliza para propagar uma marca, vídeo ou notícia manipulada. Por isso a idéia de viral ou vírus, que se alastra para todos de sua convivência que estiverem próximos.  É claro que, na web, esses "próximos" são seus contatos.

Qual a diferença dessa modalidade de marketing para uma propaganda qualquer? É que ela é desencadeada por livre e espontânea vontade do consumidor final, sem obrigatoriamente, ele querer vender algo ou promover uma idéia.

Quais são as possíveis implicações do ponto de vista financeiro/marketing? Nana Flash, escreveu de modo bem simples para sua coluna na Folha de Seu Paulo:
Uai, e tem gente que lucra com isso? Menino, o cara não gasta um único puto em veiculação, invade a tua casa sem te aborrecer e ainda atinge aquela parcelinha de pessoas que fica mais tempo na frente do computador do que de qualquer outro lugar e tu ainda pergunta quem lucra? Tem gente dizendo já que viral é a propaganda do futuro e raros são os pedidos de trabalho que chegam sem pedir viral.
[...] Geralmente um viral não pode ter cara de viral. Geralmente, o cliente nega até a morte que ele tenha produzido aquele viral – foram uns malucos com uma câmera de vídeo na mão e uma idéia louca na cabeça que usaram a marca deles. Geralmente um viral tem um nome bem sugestivo ou qualquer coisa que atice a curiosidade alheia. [...] afinal, você só manda pro seu amigo um vídeo que seja realmente [...] muito interessante ou sobre alguma coisa que ele acredite com muita fé.
Será que tudo na internet poder ser um viral? O sítio Webinsider, ao falar sobre o conteúdo de um viral, aponta:
A recomendação de conteúdo obviamente ocorre quando a pessoa avalia que a mensagem será útil para quem a recebe, mas também para quem recomendou. Se irá aumentar sua reputação, se está prestando serviço de utilidade pública, se será visto como uma pessoa divertida ou alguém que está antenado com o que há de mais novo na internet etc.
Quanto mais intensa a emoção causada, mais as pessoas vão querer falar sobre isso. Entretanto, optar por temas polêmicos é arriscado (não confundir com ideias inusitadas). Até porque desperta posições antagônicas (por vezes extremadas), bem como pode gerar muitos comentários negativos, avaliações ruins (o número de estrelas nos vídeos do YouTube, por exemplo) etc.
Veja alguns exemplos:

Viral 1: via Nouveau Monde


Viral 2: Tapa na Pantera


Viral 3: Mini viral


Viral 4: BMW, via Brainstorm9


Viral 5: Comercial da marca Dove, circulou muito pela internet, tornando-se um viral


Vídeo 6: Como funciona o marketing viral, via Nouveau Monde