Mostrando postagens com marcador formação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador formação. Mostrar todas as postagens

Depois de um recesso merecido, que foi utilizado para rever dois capítulos de minha tese de doutoramento, voltamos a partilhar aqui no Blog do Gipo uma animação interessante.

Trata-se da produção canadense Le Noeud cravate, dirigida por Jean-François Lévesque e produzida por Michèle Bélanger e Julie Roy. A animação foi elaborado em Stop-Motion, levando 2 anos para ficar pronta. A imagem ao lado dá uma ideia do que um projeto dessa magnitude significa em horas de atenção e detalhes.

A animação ganhou diversos prêmios internacionais, entre eles o Jutra Meilleur film d'animation de 2009 e o Prix du melleur court métrage du Festival du Film du Monde de Montréal, de 2008. 

O argumento da animação é simples e direto: o indivíduo, preso a rotina alienante do trabalho, perde suas paixões e sua identidade. Pior que muito do que retratado por ser visto diariamente nos espaços de trabalho, apesar de pouco reconhecido ou mesmo combatido. Vale a reflexão. Bom domingo.



Está disponível para consulta e download, o número 19 da Revista Conexão - Comunicação e Cultura, publicada pelo Centro de Ciências da Comunicação (CECC) da Universidade de Caxias do Sul (UCS). O novo número é destinado a discussão do Ensino e aprendizagem em Comunicação.

A revista Conexões tem como proposta, segundo o sítio, "divulgar reflexões inéditas, enfatizando questões relacionadas à ética e à comunicação, à história da mídia, às tendências do setor comunicacional e suas múltiplas facetas, às discussões sobre a linguagem e à possibilidade de diálogos interdisciplinares". 

Segundo a editora, profa. Marle Sólio,
Para a edição 19 de nossa Conexão, convocamos pesquisadores e estudiosos a refletir sobre questões relacionadas ao ensino e à aprendizagem em Comunicação. A edição apresenta 12 artigos, seis dos quais integram a questão posta: Temos: Ensino de Jornalismo: perfil profissional, regionalização das habilidades técnicas e competências, que busca um cotejo entre academia e mercado, passando por uma análise da flexibilização curricular empreendida aos cursos da área pelo MEC; Do discurso à educação: reflexões sobre comunicação e cultura contemporânea, que observa o processo de ensino e aprendizagem em Comunicação, apontando às relações interdisciplinares entre mídia e mercado; Ensinar ética e assumir responsabilidades: os novos desafios para as empresas informativas, que olha para a ética e a responsabilidade social das empresas informativas a partir dos códigos éticos das organizações enquanto são instrumentos de gestão ética; TV multimídia e sua relação com a Comunicação, a escola e a juventude, que investiga a interação da TV multimídia com professores, alunos, cultura e escola, destacando experiência desenvolvida no Paraná; O ensino de planejamento nos cursos de Comunicação/Relações Públicas no Brasil, que discute o valor do ensino de “planejamento”, com equilíbrio entre a abordagem operacional e a estratégia, transitando entre a teoria e a prática; Ensino “pra que te quero”?: práticas desejantes, amorosas e autopoiéticas no ensino de Comunicação, que reflete sobre a possibilidade de desenvolvimento de práticas desejantes, amorosas e autopoiéticas no ensino de Comunicação como dispositivo de agenciamento da mobilização do sujeito para a aprendizagem.
Vale a pena refletir sobre essas questões. Essas não são novas, mas o contexto em que nos encontramos no momento (discussão sobre diploma, diretrizes curriculares, etc), tornam as questões essenciais e necessárias. Tive a oportunidade de receber um exemplar das mãos de uma das autoras, profa. Maria Luiza Cardinale e já iniciei a leitura. Aproveite e Boa leitura. 

Na continuidade das atividades da manhã do dia 09.12.2011, o II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo, que aconteceu na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), teve a mesa-redonda intitulada "Convergência e Ensino".

Os dois últimos trabalhos foram: "Matrizes curriculares em tempos de convergência: os casos de Columbia, nos EUA; Pompeu Fabra, na Espanha, e UFSC, no Brasil" de Elias Machado, Tattiana Teixeira e Mariana Rosa e Silva (UFSC) e "Educomunicação e o Ensino de Jornalismo Digital: Práticas Pedagógicas em Espaços Virtuais de Aprendizagem (EVA)" de Denise Regina Stacheski, Flávia Lúcia Bazan Bespalhok e Nanachara Carolina Sperb (UTP) (que não está mais disponível por solicitação da apresentadora em 17.12).

Veja as apresentações a seguir:








Na manhã de hoje (09.12.2011) o II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo, que acontece na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), teve a mesa-redonda intitulada "Convergência e Ensino".

Os três primeiros trabalhos "Convergência midiática: jornalismo mais democrático?" de João Somma Neto e Kelly Prudencio – UFPR, "Currículos e metodologias no ensino de jornalismo no norte brasileiro: em tempos de novas tecnologias e convergência" de Edileuson Almeida - UFRR/UTP e "Imobilidade X convergência: atualização pedagógica em xeque, de Ana Paula da Rosa - UTP destacaram questões importantes sobre o ensino e a formação. Também foram apontados possibilidades ante as dificuldades formativas. 

Veja as apresentações a seguir: 
















A Mesa-redonda "Convergência e Experimentação" no II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo,  iniciou as atividades na tarde ontem (dia 08.12.2011) com a apresentação de\ diversas experiências relacionadas a jornais-laboratório. Partilho alguns trechos das apresentações dessa tarde. 

Lamento não disponibilizar todas, visto que a bateria da máquina fotográfica acabou antes do final. De qualquer forma, as apresentações dão uma deixa do que aconteceu nessa mesa redonda e nos debates posteriores.








Foto: Alberto Melo Viana
Para os que desejarem ver a apresentação que fiz no II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), disponibilizo os slides. 

Ela foi intitulada "Mudanças curriculares e ensino de jornalismo: notas sobre o impacto do processo de Bolonha nos cursos de Comunicação Social/Jornalismo".

Nesse trabalho apresento os principais eixos de mudanças curriculares nos cursos de Comunicação Social/Jornalismo incorporadas nos processos, na visão dos atores de implantação/implementação. Aguardem o texto completo.

Mudanças curriculares e ensino de jornalismo apresentação

O dia de hoje no II seminário Nacional de Ensino de Jornalismo em Curitiba (PR) foi muito produtivo.

Pela manhã apresentei meu trabalho, mas infelizmente, não pude registrar as apresentações. Agora a tarde, já consegui exercitar o registro.

A primeira apresentação da tarde foi proferida pela profa. Malu Fontes da FACOM/UFBA intitulada "Das oficinas às redações: a formação profissional e os processos de reportagem em tempos de convergência". A professora Fontes destacou a prática jornalística e os processos de formação na Faculdade de Comunicação da UFBA.  Também destacou as dificuldades enfrentadas como docente perante as limitações dos alunos (reais e construídas) durante o processo de aprendizagem. 

Veja a seguir os principais momentos da apresentação do trabalho:





A abertura do II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo, promovido pelo Projeto PROCAD, está disponível para consulta. 

O projeto PROCAD “O ensino do Jornalismo na Era da Convergência-Procad/Capes” é composto pelas Universidades Federal da Bahia (UFBA) e de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Tuiuti do Paraná.

A palestra de abertura foi proferida pelo prof. Marcos Palacios, coordenador do GJOL (FACOM-UFBA) e foi intitulada: “No princípio era o verbo”: a expressão escrita como iniciação na formação jornalística. Na palestra Palacios destacou a importância dos processos formativos e as especificidades inerentes à formação jornalística.

Assista logo a seguir a exposição do prof. Palacios:









Já está disponível o caderno de resumos do II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo, promovido pelo projeto “O ensino do Jornalismo na Era da Convergência-Procad/Capes” que ocorrerá entre os dias 8-10.12.2011 na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) em Curitiba (PR).

Veja os diversos trabalhos que representam a pluralidade no campo da pesquisa em ensino de jornalismo. O resumo do trabalho que apresentarei está na página 11, caso deseje conhecer:

Cad Res II Sem Ens Jor

Alguns artigos bem interessantes sobre a profissão de jornalista e seu reconhecimento estão circulando nas últimas semanas. Temos posições das mais diversas, mas é muito bom que a discussão esteja acontecendo e que a formação esteja em pauta.

Também temos um discussão bem interessante acontecendo na lista da COMPÓS, que vale acompanhar. São muitas posições e pressões sobre quais competências profissionais e seu reconhecimento no Brasil.

Sugiro a leitura de alguns deles para sentir o clima:

Sim ao diploma de jornalista, de Terezinha Tarcitano no Correio do Brasil
Jornalista pensa que não é trabalhador, de Leonardo Sakamoto no Correio do Brasil
O jornalismo entre duas vertentes, por Thaïs de Mendonça Jorge no Observatório da Imprensa
Volta o debate sobre o diploma: Apelando ao Supremo, de Luciano Martins Costa no Observatório da Imprensa


Quando se fala em evasão escolar, imagina-se que esse seja um problema dos países em desenvolvimento.

No ano de 2010 tivemos diversas notícias que repercutiram o índice brasileiro como o maior do Mercosul (Jornal do Brasil, UOL Educação, Ministério das Relações Exteriores, R7).

Verdade, pois o Brasil tem a maior taxa de abandono do ensino de nível médio entre os países do Mercosul com 10%, contra 7% da Argentina, 6,8% do Uruguai, 2,9% do Chile, 2,3% do Paraguai e 1 % da Venezuela. Mas engana-se quem pensa que estamos muito aquém de outros países. A evasão escolar, isto é, quando o(a) aluno(a) deixa de completar os estudos obrigatórios, é um problema de todos os países no mundo.

Por exemplo, a tabela a seguir mostra os dados de evasão em 2009 por países da Comunidade Europeia:

No topo da lista está Malta com uma taxa de 36,8% de jovens entre 18 e 24 anos que evadiram da educação secundária e não estão fazendo nenhum tipo de formação e, uma taxa de densidade de população de 1.308,5 hab/km2. No segundo e terceiros lugares da evasão europeia, estão Espanha e Portugal com 31,2% cada. Sendo que Espanha tem uma taxa de densidade de população de 90,9 hab/km2 e Portugal de 115,5 hab/km2. 

A média da Comunidade Europeia é de 14,4% de alunos evadidos nessa faixa etária e com uma taxa de densidade de população de 113,8 hab/km2. Destacam-se nesse dado, a Eslováquia como o país de menor índice de evasão com 4,9% (e taxa de densidade de população de 110,6 hab/km2), seguindo da Eslovênia e Polônia com 5,3% de evasão cada. 

Caso queira ver mais dados sobre o estado da educação em países da Europa, consulte a publicação España en cifras 2011, onde verá estudos comparativos bem esclarecedores.

Está disponível para download o livro “Media and Information Literacy: curriculum for teachers”, publicado pela UNESCO, que aborda os meios de comunicação no contexto escolar. A dica foi dada por Rogério Christofoletti do Monitorando.

O livro foi fruto do trabalho coletivo de diversos especialistas, que desde 2008, vem discutindo competências e habilidades na área da comunicação e do ensino. O livro apresenta os percursos de elaboração, revisão e validação dessas competências consideradas essenciais pelos especialistas consultados na África, América Latina, região do Caribe e sul da Ásia.

É uma das leituras essenciais para quem quer entender como está a discussão em torno da convergência de meios (rádio, televisão, Internet, jornais, livros, arquivos e bibliotecas digitais) em uma única plataforma e o fazer docente.

Aos que se interessam por cibercultura, a 5ª edição do Encontro Nacional dos Pesquisadores em Cibercultura, que é promovido pela ABCiber e que começou hoje em Florianópolis na UFSC e Udesc, está com programação sendo transmitida em tempo real via rede.

Um dos pontos altos do evento será a apresentação da polonesa Joasia Krysa, professora da Universidade de Plymouth, no Reino Unido, que é diretora fundadora do KURATOR, agente curatorial da 13ª Documenta de Kassel (2012). A palestra de Joasia Krysa será sobre a função curatorial. 

Para assistir a transmissão ao vivo das principais conferências do evento, acesse o endereço do V Encontro ou pelo link alternativo http://server.stream.ufsc.br/eventos. Caso deseje escolher algumas das palestras, veja a seguir a programação das transmissões:

16/11 - quarta-feira

10:00 às 11:00
Cerimônia de Abertura
Auditório Garapuvu
Palestrante principal: Eugênio Trivinho, presidente da ABCiber

11:45
Vanessa Ramos-Velasquez
Antropofagia Digital (2010)
Local: Auditório Garapuvu - Centro de Cultura e Eventos
Duração: 10 min

17:00 às 19:00
Plenária Especial
Auditório Garapuvu
Hacktivismo
Giselle Beiguelman

19:00 às 21:30
Palestras Principais
(Keynote Speakers)
Auditório Garapuvu
Joasia Krysa
Jon Ippolito


17/11 - quinta-feira

09:00 às 10:30
Mesa Temática
Auditório Garapuvu
Tecnoestese e infocognição: fundamentos e pesquisas correntes

10:30 às 12:00
Mesa Temática
Auditório Garapuvu
Estudos de som e estéticas dos ruídos tecnológicos na cibercultura

17:00 às 19:00
Plenária Especial
Auditório Garapuvu
Laboratórios e Nós de Produção
Enrique Rivera


18/11 - sexta-feira

09:00 às 10:30
Mesa Temática
Auditório Garapuvu
Fluxos do poder na Internet

10:30 às 12:00
Mesa Temática
Auditório Garapuvu
Televisão digital interativa: contextos e perspectivas em design, produção e modelos de negócios

14:00 às 17:00
Mesas Temáticas
Auditório Garapuvu
Ator, rede e cibercultura: diálogos I e II

17:00 às 19:00
Plenária Especial
Auditório Garapuvu
Arte e Cultura Digital
Cícero Inácio da Silva

Não é sempre que encontramos um curso gratuito que seja simples e fácil de acessar. As vezes, mesmo com a propaganda de diversos cursos na área do jornalismo, as listas de espera acabam por tornar-se um elemento de exclusão.

Mas não é o caso do curso on line de jornalismo científico, desenvolvido pela Federação Mundial dos Jornalistas Científicos (WFSJ) e pela Rede de Ciência e Desenvolvimento (SciDev.Net). Esse curso, composto por 8 lições on line, abrange temáticas bem variadas. Entre elas estão o planejamento e a estruturação do trabalho jornalístico, a avaliação de notícias científicas, a entrevista e a escrita do jornalismo científico, além de noções de como filmar a ciência.

Além da aula virtual, o curso disponibiliza questões e exercícios que permitem o aprofundamento das temáticas tratadas no material instrucional. O curso está disponível em português, árabe, turco, inglês, chinês, francês e espanhol. Aproveite, visite o sítio e, se achar interessante, consulte os materiais produzidos para o curso. 

O espaço formativo é um lócus de embates. Cada profissional envolvido nesse processo tem sua visão sobre o que devem ser as competências formativas, isso apesar de termos, em linha gerais, diretrizes amplas que encaminham o processo de ensino dentro dos espaços formais. 

Alguns defendem a inclusão e ampliação das competências e habilidades, partindo de uma formação inicial sólida na área da comunicação. Outros defendem que essa pode ser agregada por experiências diversas, fruto da inserção laboral, não necessariamente devendo o indivíduo ser da área. Qualquer que seja a sua defesa, vale refletir sobre as visões de alguns colegas da área. Delas percebe-se um conjunto de competências e habilidades que reforçam o fazer e o aprender dentro da área de comunicação e  jornalismo. 

A seguir, temos uma série de pequenos depoimentos sobre o ensino de jornalismo e algumas competências necessárias:



Recebi a notícia da colega Juliana Sampaio (UFF) sobre o seminário Controversas, que ocorrerá entre os dias 19 e 20.10.2011.

Segue nota enviada:

Ciência e Cidade serão os temas das mesas do Controversas

A terceira edição do seminário Controversas, realizado pelo curso de Jornalismo da Universidade Federal Fluminese, na semana que vem, nos dias 19 e 20 de outubro, trará como tema a cobertura jornalística em duas faces singulares: a ciência e a cidade. O Controversas, organizado pela professora Larissa Morais, pretende trazer a discussão sobre os desafios e as curiosidades dessas duas editorias do jornalismo. Participarão dos debates professores da Universidade e profissionais do jornalismo. Uma mesa já tradicional no Controversas é o que fecha a edição desse ano, a dos ex-alunos do curso de jornalismo da UFF.

Serviço:

Controversas "A reportagem de cidade e de ciência: duas faces do trabalho jornalístico",

Dias 19 e 20 de outubro

Mesas a partir das 16h

Faculdade de Economia da Universidade Federal Fluminense

Rua Tiradentes, 17, Ingá, Niterói, RJ

Contato:
Inscrições para o Controversas pelo endereço: controversasuff@yahoo.com.br

Programação Completa

19/10/2011
14h às 16h: Democratização da Comunicação
 Álvaro Neiva, jornalista da Seção Sindical do ANDES-SN na UFF e membro da Frente Ampla pela Liberdade de Expressão do Rio de Janeiro, a FALE Rio.
 Renata Souza, jornalista responsável pelo jornal comunitário O Cidadão, da favela da Maré e imediações
 Rádio Pulga, rádio independente do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ
Mediação: Denise Tavares

16h às 18h: A cobertura de polícia
 Fábio Gusmão, editor de Cidade do Extra
 Marcelo Ahmed, produtor do Fantástico
 Carlos Aleixo, motorista aposentado do Extra
Mediação: Márcio Castilho

18h30 às 20h30: Jornalismo científico
 Ana Lúcia Azevedo, editora de História e Ciência do Globo
 Alicia Ivanissevich, editora da Ciência Hoje
 Heliete Vaitsman, ex-redatora do Jornal do Brasil e do Globo
 Erica Werneck, professora aposentada da UFF
Medição: João Batista de Abreu


20/10/2011

16h às 18h: A reportagem na Geral
 Liriane Rodrigues, repórter da CBN
 Custódio Coimbra, fotógrafo do Globo
 Sérgio Torres, repórter do Estado de S. Paulo
 Nilson Proviette, motorista da CBN
Mediação: Sylvia Moretzsohn

18h30 às 20h30: Prata da casa – 3º encontro de alunos e ex-alunos do Iacs
 Fabiane Moreira, assessora de imprensa do Governo do Estado do Rio
 Carol Barcelos, repórter de Esportes da TV Globo
 Danielle Cristine, analista de marketing das lojas Leader
 André Cano, assessor de imprensa da FSB
 Marcos Vasconcelos, repórter free lancer da Folha de São Paulo
 Ana Lúcia Valinho, trainee do Globo
Mediação: Alceste Pinheiro

O II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo já tem local e data. Ele ocorrerá em Curitiba (PR), na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), nos dias 8 e 9 de dezembro. O seminário faz parte das atividades da Rede PROCAD “O Ensino de Jornalismo na Era da Convergência Tecnológica – Matrizes curriculares, planos de ensino e demandas profissionais” formada por professores da UFBA, UFSC e TUIUTI e financiada pela CAPES.

Segundo a organização do evento, "a temática deste ano é “O ensino do jornalismo na era da convergência: matrizes e estratégias pedagógicas”. Podem submeter trabalhos pesquisadores que investigam as seguintes temáticas: ensino de jornalismo e novas tecnologias, ensino de jornalismo em tempos de convergência, projetos pedagógicos, metodologias de ensino, formatação de currículos, entre outros".

Para os interessados em partilhar seus trabalhos, a data limite é 06.11.2011, sendo que os trabalhos, acompanhados de resumo de dez linhas em espaço 1 e cinco palavras-chave, devem ser escritos em Times New Roman, corpo 12 e espaçamento 1 e meio, com extensão máxima entre 30 e 35 mil caracteres, incluída a bibliografia. As referências completas devem vir ao final do trabalho. As citações até três linhas podem ser inseridas no corpo do trabalho. Citações acima deste limite devem ser destacadas no texto, em corpo 10, com espaçamento 1.

A organização ainda informa que "serão selecionados, no máximo, 18 trabalhos para apresentação no II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo. O Seminário será a base do livro anual da Rede PROCADJOR que será lançado no início de 2012". A data limite para o envio de trabalhos para seleção é 6 de novembro de 2011. O resultado da seleção será comunicado aos pesquisadores até 20 de novembro de 2011. O Comitê Científico do II Seminário Nacional de Ensino do Jornalismo está constituído pelos membros das equipes PROCAD: Álvaro Larangeira, Claudia Quadros, Elias Machado, Frederico Tavares, Suzana Barbosa, Kati Caetano, Malu Fontes, Marcos Palacios e Tattiana Teixeira.

Mais informações podem ser obtidas na página do PROCAD em http://www.procadjor.cce.ufsc.br ou com os coordenadores locais do seminário Claudia Quadros (claudia.quadros@utp.br), Frederico Tavares (frederico.tavares@utp.br) Kati Caetano (kati.caetano@utp.br) e Álvaro Laranjeira (alvaro.larangeira@utp.br).

Disponibilizo o material da oficina "Educação em contextos de privação de liberdade: construindo caminhos" que ministrarei no IV Congresso Pensar 2011 que acontece em Palmas/TO, entre os dias 5 e 8 de outubro, no Sesc. O evento reúne profissionais da área de educação de todo o estado.

A oficina apresentará e discutirá referenciais desenvolvidos a partir da linha de pesquisa "Avaliação e Gestão da Educação em Sistemas Prisionais", mantida desde 2006 no Grupo de Pesquisa Educação, Cultura e Transversalidade (Visite a página do grupo e o blog). 

Sugere-se aos participantes a consulta ao seguinte material:



Aos que tem interesse na área, estão abertas as inscrições para o curso "Etnometodologia e Análise da Conversa”, com o Prof. Dr. Rod Watson, da Universidade de Manchester, Inglaterra, de 13 a 23/09, nas dependências do Programa de Pós Graduação em Comunicação Social da PUC-Rio.

Segundo o convite de divulgação do evento, o prof. Watson "é um dos mais renomados pesquisadores na área da etnometodologia em todo o mundo, e trabalhou, estudou e conviveu com vários dos maiores nomes da ciência social no século XX, como Pierre Bourdieu, Erving Goffman, Max Gluckmann, Howard S. Becker, Norbert Elias, Eric Dunning, Harold Garfinkel e Harvey Sacks."

O curso terá a duração de 15 horas contando com tradução simultânea e transmissão ao vivo pela Internet, no endereço http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/. A programação poderá ser consultada a seguir:

13/09 - Terça-feira: What is Ethnomethodology?

15/09 - Quinta-feira: Ethnomethodology, Ethno-Inquiry and Conversation Analysis

20/09 - Terça-feira: Conversation Analysis: Members Ethnomethods for Speaking Together

22/09 - Quinta-feira: Conversation Analysis Major Approach: Sequential Analysis

23/09 - Sexta-feira: Bringing the Strands Together

Se desejar saber mais sobre a Etnometodologia, veja o vídeo a seguir, disponível no You Tube, sobre as bases históricas, apresentado pelo prof. Rod Watson: 

Não é de hoje que se ouvem comentários sobre possíveis impactos negativos do fim da exigência do diploma de jornalismo para a prática jornalística. Desde o fim dessa exigência, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), muita "água em rolado", isto é, muitas empresas tem esperado para ver o que aconteceria.

De forma coerente com os princípios da qualidade, a grande maioria das indústrias jornalísticas, manteve a exigência da formação superior e das competências formativas necessárias para exercício profissional. É claro que reconhecemos que, muitas dessas competências formativas, não são plenamente desenvolvidas na formação inicial, mas sim agregadas e ressignificadas com o "corpo-a-corpo" da prática profissional.

Porém, alguns gestores de outras empresas de comunicação, pelo que parece, estão interessados apenas em diminuir suas planilhas de custos, já que tem aplicado a "lei" a seu favor. Esse parece ser o caso da companhia telefônica OI. Em notícia divulgada o jornalista Chico Sant'Anna indicou que a OI estava selecionando um gestor para o portal BrTCC News. 

Entre as competências necessárias (conhecimento avançado em Dreamweaver, Photoshop, CorelDRAW, linguagem de programação (domínio em linguagem ASP), Access, Flash, manutenção de Website e edição de vídeos), o selecionado seria "responsável pela publicação de matérias, fotos e desenvolvimento de novas ferramentas para o portal, bem como atualizar os perfis da empresa nas redes sociais, editar vídeos e clipes para ações de comunicação interna". Além disso, o candidato selecionado deveria ainda "ser especializado em Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda ou Relações Públicas".

Não há como não perguntar se vão selecionar dois ou mais profissionais, já que, mesmo com conhecimentos superficiais em comunicação, não é possível que um profissional seja tão "multiuso" assim, dominando Jornalismo, Marketing, Publicidade e Propaganda ou Relações Públicas (a menos que ele esteja sentado em frente ao computador consultando o Google!).

Só que a constatação da complexidade dos requisitos, não impede que a empresa jogue o profissionalismo pelo ralo: a exigência de formação do possível candidato selecionado é de ensino médio. O jornalista Sant'Anna conclui sua notícia dizendo:
[...] Ele vai ter que trabalhar de segunda a sexta das 8h às 17h, ou seja, bem além da jornada de trabalho legal de jornalistas, mas em compensação, lhe será oferecido um super salário compreendido na faixa salarial de R$ 1.001,00 a R$ 2.000,00.
E não há como deixar de perguntar: e a qualidade dos processos? A confiabilidade da informação? A proletarização da mão-de-obra? E essa não será a única. Cada vez que uma grande empresa toma uma atitude assim, transformando e descaracterizando o profissional, outras a seguem, pensando na desoneração de sua folha de pagamento.