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O Festival CulturaDigital.Br é um encontro colaborativo entre aqueles que desenvolvem pesquisas e experiências na área da cultura com enfoque no digital. 

Na edição de 2011, que ocorrerá de 02 a 04 de dezembro, no MAM-Rio e no Cine Odeon, na cidade do Rio de Janeiro, serão desenvolvidas palestras, debates, encontros, atividades mão na massa, exibições e performances artísticas.

Os interessados em apresentar seus trabalhos e experiências ligadas a cultura digital tem até o dia 30 de setembro para enviar suas propostas. Após a data, as atividades serão avaliadas pelos curadores do evento. Os selecionados terão a ida ao Festival viabilizada pela organização do evento.

Segundos os organizadores, "a programação do encontro será colaborativamente organizada por meio de uma Chamada Pública Internacional de Atividades". O endereço para consulta é: http://culturadigital.org.br/#!/chamada-publica.

A imagem  de uma imensa labareda do sol ganhou espaço na primeira página de jornais de diversos países.

Trata-se de uma violenta explosão solar que arremessou ao espaço uma das maiores cargas de massa coronal.

Segundo diversas reportagens, a explosão acelerou as partículas solares a 1100 km/s. Os cientistas avaliam que é nesta velocidade que se chocarão contra a magnetosfera da Terra. A foto foi registrada pela Solar Dynamics Observatory (SDO), satélite da NASA.

Importante? Claro. Mas os espaços na capa variam de acordo com os interesses da comunidade a que se destina o jornal. Não encontrei nenhum jornal no Brasil que colocasse em destaque na primeira página a imagem, mesmo reduzindo-a.

Veja as capas que repercutiram a fotografia:

 


O Grupo de Pesquisas em Interações, Tecnologias Digitais e Sociedade (GITS) da Faculdade de Comunicação da UFBA realizará nos dias 13 e 14 de outubro de 2011, em Salvador (BA), o SIMSOCIAL - Simpósio de Pesquisa em Tecnologias Digitais e Sociabilidade.

Segundo o coordenador do evento, prof. José Carlos Ribeiro, na chamada do simpósio,
A influência das tecnologias digitais na vida das pessoas vem atraindo cada vez mais a atenção de pesquisadores, professores e estudiosos de diversas áreas. No entanto, o fenômeno ainda não alcançou, na academia, o mesmo destaque que possui em nosso cotidiano. [...] A programação principal do Simpósio, que traz como tema Mídias Sociais, Saberes e Representações, acontece na Faculdade de Comunicação da UFBA (Campus de Ondina). Para as conferências, estão confirmadas as presenças do pesquisador e professor da Universidade de São Paulo (USP), Massimo di Felice; da pesquisadora e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fernanda Bruno; e da professora e pesquisadora da Universidade Federal Fluminense (UFF), Simone de Sá.
O evento prevê a apresentação de comunicações em cinco Grupos de Trabalho, que abarcam temas como: práticas da sociabilidade nas mídias sociais, práticas colaborativas e jornalismo, política e ativismo nas mídias sociais, dentre outros.

Os interessados em submeter trabalhos deverão encaminhar os textos completos no período de 02 de junho a 15 de agosto. Mais informações sobre a chamada de trabalhos podem ser conferidas em http://gitsufba.net/simposio.

Mais informações podem ser encontradas no sítio http://gitsufba.net/simposio e pelo e-mail simposio2011@gitsufba.net.

O espaço educativo tem assistido nas últimas semanas um embate fora do comum: de um lado, personalidades da língua portuguesa e, do outro, o Ministério da Educação. Fazia muito tempo que uma polêmica desse naipe não surgia. O foco é simples: o que é ou não certo, quando se pensa a plasticidade linguística.

Depois de vários embates, o MEC joga duro e lança o que chamou de "Dossiê - Livro Didático", composto de artigos de diversos intelectuais em meios de comunicação de massa espalhados pelo país. A chamada na página inicial do ministério é forte: "comunidade científica reage ao obscurantismo que prega censura ao livro didático". O peso dos intelectuais chama atenção, em um movimento de "quase blindagem da situação". Vale a leitura.

"Criança é sempre criança", não importa de que parte do mundo ela venha. Essa é uma máxima que parece ser bem verdade. No momento fotográfico capturado por Lee Jin-man para a Associated Press, essa máxima ganha mais contorno.

Na foto repercutida como destaque do dia em diversos veículos do Brasil (Folha, Bol, dentre outros), três crianças coreanas usam óculos 3D para brincar com celulares durante uma visita a museu da SK Telecom, empresa de telecomunicações da Coreia do Sul, em Seul.

Parabéns a Lee Jin-man e a Associated Press pelo registro. Segue foto:


Desde que a febre por e-books (livros digitais) começou, mais e mais são produzidos e trazem consigo agregações tecnológicas interessantes. Essas parecem estimular o sentimento de que o livro impresso está com os dias contados.

Mas esqueça todos produzidos até agora. O que vem por aí vai superar todos esses já existentes. Essa é a afirmação de Mike Matas na apresentação intitulada "A next-generation digital book", no TED.

Matas trabalhou na Apple, onde projetou interfaces de usuário para o iPhone, o iPad e o Mac OS X. O vídeo, de quase 5 minutos e legendado em 11 idiomas, apresenta as inovações dos e-books, que vão desde os aspectos estéticos até a interação ampliada com os conteúdos.

Surpreende ver o que nos aguarda na "próxima" geração, já tão presente entre nós. Vale assistir o vídeo a seguir:

Segundo o infográfico produzido pela Parapluie Design, o Facebook cresceu 156% no gosto dos usuários atingindo a marca de 17,9 milhões de usuários no Brasil.  Os dados tem como fonte as pesquisas realizadas pela Alexa, ComScore e Social Bakers, especializadas em tráfego pela internet.

O infográfico revela o crescimento na preferência do brasileiro pelo Facebook, tendo um penetração de 8,52% na população brasileira. Na população online essa cifra sobe para 22,57%. E para quem dizia que Facebook era para o público mais maduro, o infográfico revela que 31% dos usuários já está na faixa etária dos 18 aos 24 anos.  Veja mais dados a seguir:


Achei esse infográfico sobre o perfil dos usuários do Facebook e do Twitter. Apesar da temática ser "Facebook vs. Twitter" não consigo vê-los como discordantes ou mesmo antagônicos, mas como complementares na ação da comunicação. Pelo menos tem sido assim no uso cotidiano dessas mídias sociais.

Valem outras reflexões e discussões. Fiquem a vontade para isso. Segue a infografia produzida pela Digital Surgeons:



Será que ainda conseguimos ser simples? Essa é uma pergunta que sempre me faço. Faz tempo que deixei a simplicidade e tornei a vida complexa e ampla. Tanto que nem sempre sei ao certo aonde isso irá me conduzir.

De qualquer forma, achei muito inspiradora a simplicidade de pequenos gestos e formas, que no olhar de uma criança, a animação de hoje traz. Trata-se da animação intitulada "Spring “George”, que é um trabalho de autoria do BEAKUS, um estúdio da animação com base em Londres. Em seu sítio, você encontrará diversas animações contemplativas.

Nessa, George devaneia em torno de seu cotidiano simples, sem ser simplório! Curta essa experiência, que está disponível no Vimeo. Bom domingo.


CBeebies Spring "George" from Matthias Hoegg on Vimeo.


Encontrei a dica a pouco no sítio Tecnoblog. Trata-se do sítio Stolen Camera Finder, que auxilia na localização de câmeras perdidas ou roubadas. Não se trata de um sítio "policial", nem de detetive particular, no estilo Sherlock Holmes.

O sítio utiliza para isso os dados EXIF que ficam guardados dentro das fotos. Normalmente, as fotos tiradas com uma câmera digital e armazenadas no formato JPEG, contém um campo chamado EXIF.

Segundo o sítio Tecnoblog,
É nesse campo que são armazenadas diversas informações sobre como a foto foi tirada, como o horário, o tempo de exposição, o balanço de branco e até se o flash estava ligado ou desligado. Algumas câmeras gravam também no campo EXIF a marca e modelo da câmera, bem como o seu número serial.

Como funciona a proposta do Stolen Camera Finder? Basicamente, quando alguém tirar uma foto e a postar em algum sítio na internet (Flickr, por exemplo), o sítio faz uma busca pelo número serial na base de dados pré-existente (já tem mais de 1 milhão de seriais cadastrados). Se o serial da foto for idêntico com algum na base de dados, ele indica onde está essa foto, ajudando a pessoa a localizar onde sua câmera foi parar.

Outra coisa interessante, apontada pelo sítio Tecnoblog, é a possibilidade de criação de registros de perda ou roubo. "Se a sua câmera foi perdida ou roubada, basta enviar para o site uma imagem tirada com ela e criar um registro com a data, seu e-mail e alguma nota importante sobre o que aconteceu com ela. Se uma imagem com o serial da câmera for encontrada, ele avisará por e-mail. Ou se alguém enviar uma foto com o serial da câmera perdida, o site exibe o registro", reforça o sítio.

Mais informações sobre o sítio podem ser acessadas no Google Code e também pelo FAQ.


Uma boa iniciativa foi disponibilizada pela Prefeitura do Rio que criou um sítio em que a população pode acompanhar pela Internet as principais transformações da cidade em função dos Jogos Olímpicos de 2016. Trata-se do Projeto Cidade Olímpica.

O objetivo do projeto é documentar e divulgar obras como corredores expressos, urbanização de favelas e a revitalização da zona portuária, que serviram de suporte para as Olimpíadas de 2016.

O sítio contém fotos 360º (aquelas tiradas de diversos ângulos, permitindo uma sensação de "estar no local"), vídeos, entrevistas, etc. Também integra as mídias sociais e mapas do Google, porém não permite uma interação com o público leitor, não havendo espaço para trocas, nem marcações urbanas. Pena, mas não deixa de ser uma forma de "auditagem" do que está sendo feito. Boa iniciativa.

Quando se fala em navegações, não é possível dissociar de piratas. O imaginário social da época fazia com que esses bucaneiros se transformassem em todo tipo de criaturas. Com isso, de forma consciente ou não, as vivências coletivas os transformaram em criaturas horrendas.

A animação de hoje nos apresenta um pouco desse imaginário. Ela é intitulada "Pirates - The curse of the evil eye" e apresenta uma visão imaginária de uma grupo de piratas. A animação foi produzida por Yves Geleyn e por Remy Tornior, com música de François Montmayeur, levando quase 4 anos para ser finalizada . Ela está disponível no Vimeo.

Aproveite, veja e ria com as peripécias desses piratas e o desfecho da aventura. Bom domingo.


PIRATES!!! "The Curse of the Evil Eye" from Rémy Tornior & Yves Geleyn on Vimeo.


Estão disponíveis para download seis livros sobre comunicação, internet e direitos autorais publicados entre 2009 e 2010 pela Editora Cultura Acadêmica, que é segundo selo da Fundação Editora da UNESP.

Já indicamos outros livros publicados pela editora em outro post. Eles são gratuitos e fazem parte da proposta de disponibilizar as produções da UNESP, resultantes de financiamento público. Bom exemplo para as demais universidades que ainda titubeiam em tomar essa decisão.
Segue a seleção que fizemos. Caso tenha dificuldade de baixar ou o link esteja com problema, basta acessar o sítio da Editora Cultura Acadêmica:



Ano:2010

Autor(es)/Organizador(es): Elizabeth Roxana Araya e Silvana Vidotti

Sinose (da editora)
Um número cada vez maior de produtores de conteúdo informacional, embora de acordo com os padrões culturais prevalecentes nem sempre seja considerado qualitativamente favorável, evidencia uma nova configuração cultural exponencialmente representativa no fluxo da informação em que o indivíduo, que não há muito tempo era um mero consumidor de conteúdo intelectual, é agora também um participante ativo na criação desses conteúdos. Os indivíduos que lidam com essas novas formas de produzir, disseminar e usar conteúdos informacionais devem estar conscientes das diferenças que se impõem quando a informação é digital. Eles devem conhecer as implicações quanto ao fluxo da informação e seus aspectos simbólicos, bem como saber sob quais condições a lei de direitos autorais estabelece que essas práticas devam acontecer.



Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es): Marta Valentim

Sinose (da editora)
O livro "Gestão, mediação e uso da informação" vai ao encontro dos estudos teóricos e metodológicos de objetos e fenômenos que envolvem a gestão, a mediação, uso e apropriação da informação em distintos ambientes.







Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es):Maria Cristina Gobbi e Maria T. Kerbauy

Sinose (da editora)
Constituem a obra capítulos derivados de diferentes perspectivas acerca do tema da televisão digital terrestre, compondo um panorama prismático de diversos aspectos integrantes da inovação a partir das plataformas já existentes e da problemática da implantação, abarcando tópicos distintos componentes da implantação e manutenção do novo sistema - autores na sociedade tecnológica, diversidade cultural e política de informação, educação e participação por meio da interatividade, produção de conteúdos audiovisuais, regulação e políticas de educação, mobilidade e democracia, modelos de negócio, a viabilidade da interatividade, cenários e desafios para as emissoras públicas, a implantação no Brasil e na Espanha, a convergência com instituições educacionais, gestão de conteúdos narrativos, democracia digital, a implantação no Pará e a atuação de emissoras em cada estado, a transição do sinal analógico para o digital, a repercussão midiática sobre a implantação e as controvérsias e desinformações sobre o "apagão digital".



Ano:2010

Autor(es)/Organizador(es): Ana Lúcia de Castro

Sinose (da editora)
Este livro reúne a reflexão acerca das identidades na cultura contemporânea,realizada por pesquisadores que participaram do Seminário: Cultura contemporânea, corpo e novas tecnologias: diálogos em torno das identidades. O objetivo geral das reflexões aqui apresentadas é tomar as inovações tecnológicas e seus impactos na vida cotidiana - particularmente na renovação e reinvenção de formas de sociabilidade e de construção de identidades - como uma chave privilegiada para o adentramento em meandros da cultura contemporânea. O corpo, suporte da cultura e território de construção de identidades, ao incorporar os recursos tecnológicos disponibilizados pelo mercado estético, como próteses, implantes, intervenções e tratamentos à base de laser, tem seu estatuto modificado e as fronteiras entre natureza e cultura passam a ser revistas em novos parâmetros, impondo novos desafios à reflexão sócio-antropológica. Este livro busca contribuir para este debate, somar um pequena centelha ao enorme esforço que se faz necessário no sentido de repensarmos as clássicas dicotomias conceituais que vem marcando a reflexão das ciências humanas e se demonstrando cada vez mais abaladas em seu alcance explicativo, frente às aceleradas transformações vivenciadas na vida social nesta modernidade do início do século XXI.



Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es): Sabrina Rodrigues Garcia Balsalobre


Sinose (da editora)
O estudo das inter-relações entre língua e sociedade, a partir de um corpus jornalístico, é o foco primordial desse livro. Trata-se da investigação do sistema de formas de tratamento nos jornais da Imprensa Negra paulista - movimento realizado por negros e destinado a essa população no período posterior à abolição da escravatura no Brasil - e em O Combate - jornal de circulação mais ampla na cidade de São Paulo no início do século XX. As formas de tratamento representam um exemplo privilegiado da relação entre a escolha linguística e seu motivador social. Elas foram analisadas a partir da relação de alguns pontos de vista teóricos, a saber: o estudo do jornal como um hipergênero, proposta de Bonini (2003, 2004, 2006), com o intuito de se avaliar as características peculiares de cada um dos gêneros do jornal; a proposta de análise da situação do interlocutor no momento da enunciação de Soto (2001); a investigação das marcas de interatividade, proposta por Andrade (2008); e a semântica do poder e da solidariedade de Brown e Gilman (1972 [1960]). O estudo desse fenômeno linguístico revelou à necessidade dos negros do período de conquistarem um espaço na sociedade paulistana da época e, dessa forma, a Imprensa Negra representava um espaço de circulação de sua voz na sociedade.



Ano:2009

Autor(es)/Organizador(es): Mariângela Spotti Lopes Fugita

Sinose (da editora)
Por que é importante investigar a indexação durante a catalogação? A resposta é que, por meio de tal procedimento, é possível conhecer as realidades de bibliotecários e usuários. A pesquisa apresentada neste livro se destaca por dois motivos: trata-se de um trabalho coletivo, com objetivos, fundamentação teórica e metodológica comuns; adota uma abordagem sociocognitiva que não só evidencia a tarefa de indexação de assuntos na catalogação de livros por catalogadores, como também privilegia e entrelaça as diferentes visões dos usuários do catálogo, discentes, docentes, pesquisadores, bibliotecários de referência e dirigentes de bibliotecas - grupos que fazem parte do contexto sociocognitivo dos catalogadores, pois são usuários dos resultados da tarefa que realizam.



Problemas à vista!
Navegar é preciso! Frase bastante conhecida aqui nas terras brasileiras. Mas como navegar em uma nau de borracha? Como enfrentar os perigos dos mares bravios?

Na animação Pfffirate, um pirata resolve desbravar os mares com uma nau de borracha, encontrando perigos diversos. Descubra como ele os enfrenta e os desafios dessa aventura.

O vídeo foi produzido pelos franceses Guillaume Hérent e Xavier André, com música de Bertrand Bossard. Com ele, Hérent se graduou em 2003. Alguns trabalhos posteriores de Hérent, como Valiant e As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, reforçam a beleza do trabalho como um profissional promissor.

O vídeo está disponível no Vimeo. Bom domingo.


Pfffirate from Guillaume Herent on Vimeo.


Memória digital: bilhões de páginas disponíveis
Quando se pesquisa a internet e os impactos que as tecnologias tem sobre os espaços coletivos fica evidente a dificuldade que é manter uma memória viva desses processos. Quando então se fala das mudanças jornalísticas ao longo dos anos, aí que a tarefa se torna mais árdua.

Porém, sítios provenientes de projetos de preservação da memória têm surgido. É o caso das iniciativas Internet Archive e UK Web Archive, esse último já apresentado em post aqui no Blog do Gipo.

Um vídeo, disponível no sítio 233grados.com, mostra a utilização da memória preservada em espaços como os citados. O vídeo apresenta a página de entrada da edição online do New York Times nos últimos 15 anos. Ela foi criada com base nos arquivos do Internet Archive, por meio do projeto Wayback Machine, que possui mais de 15 bilhões de páginas desde 1996.

Perceba as mudanças que ocorrem ao longo do anos, como o aumento dos espaços e chamadas nas páginas, a mudança na ênfase das apresentações, o espaço maior que as propagandas passam a ter, o surgimento dos vídeos que ganham maior espaço ano a ano, dentre outros detalhes.


15 years of NYTimes.com from Vostok on Vimeo.


Capa do livro
Está disponível para download o livro Jornalismo e convergência: Ensino e práticas profissionais organizado por Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira. Trata-se de mais uma iniciativa do LABCOM Books, mantido na Universidade da Beira Interior e coordenado pelo prof. Antonio Fidalgo.

O livro faz parte da pesquisa interinstitucional (UFBA, UFSC, USP e Tuiuti) que tem o apoio do Procad/Capes  intitulada "O ensino do Jornalismo na era da convergência tecnológica. Metodologias, planos de estudo e demandas profissionais".

Participam na coletânea pesquisadores do Brasil, Espanha, Portugal e México, que discutem novas propostas teórico-metodológicas para o ensino do jornalismo digital. Entre os nomes conhecidos, estão: João Canavilhas, Elizabeth Saad Corrêa e Santiago Calvo.


Aos domingos, posto sempre uma animação. Mas hoje resolvi fazer algo diferente e colocar à disposição dos leitores um editorial que achei bem pertinente. Trata-se do "sucesso" relâmpago do Twitter nas últimas horas. Não é a trilha sonora de carnaval de uma escola de samba, nem uma marchinha. Muito menos um Axé. Trata-se de um editorial de jornal semanal. Editorial? É isso mesmo.

Nas últimas horas, um editorial da jornalista Rachel Sheherazade falando do Carnaval ganhou repercussão nacional justamente por destacar não a folia e alegria efêmera do carnaval, mas as mazelas que esse acaba por alargar. Vale ouvir ou ler.



A Revista Famecos, publicada pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC-RS, abriu chamada de artigos para dossiê especial sobre “Cinema, televisão, história: perspectivas teóricas e empíricas”.

A Revista FAMECOS aceita artigos inéditos sobre comunicação, em língua portuguesa, inglesa, espanhola ou francesa, de pesquisadores vinculados a instituições de ensino superior com titulação mínima de Doutores e/ou Doutorandos (casos especiais serão analisados pelo Conselho Editorial), considerando as diversas abordagens teórico-metodológicas ao campo.

Os textos devem ser enviados até o dia 31 de março de 2011 para revistadafamecos@pucrs.br. Mais informações no sítio da revista.


Aguardando julgamento
Em 27.09.2005 o jornalista Rogério Alessandro de Mello Basali teve um artigo publicado pela Folha de São Paulo e, em 03.01.2006 pela Gazeta Bragantina, em que supostamente ofendia um juiz trabalhista. Pelo ocorrido na primeira, ele foi processado e condenado à pena de um ano e quatro meses de reclusão por calúnia, difamação e injúria – crimes previstos na antiga Lei de Imprensa.

Porém, a Lei de Imprensa foi revogada, gerando uma dificuldade de entendimento da ação punitiva, já que a Justiça entendeu que as notícias eram diferentes (datas e veículos, mas direcionadas a mesma pessoa), cabendo duas ações e não apenas uma. Segundo veiculado no último dia 11.02, pelo sítio do Supremo Tribunal Federal (STF), onde o caso foi parar, citando a defesa do jornalista,
A defesa explica que, ao manter a condenação contra o jornalista, o TRF sustentou que, revogada a Lei de Imprensa, os crimes pelos quais Rogério foi condenado passaram a ser tipificados pelos artigos 138, 139 e 140, do Código Penal. O TRF, porém, não declarou a extinção da punibilidade pela ocorrência da prescrição, mesmo passado o prazo de dois anos, conforme previa a Lei 5.250/67, diz a advogada. Isso porque para o TRF, prossegue a defesa, com a mudança na lei que embasou a condenação, a prescrição para o delito não seria o que previsto na Lei de Imprensa, e sim o previsto no Código Penal, que se dá em quatro anos.
Com esse argumento e mais um precedente aberto pela Primeira Turma do Supremo, que ao julgar o caso de outro jornalista já teria aplicado o entendimento de que a prescrição penal continua sendo regida pelo artigo 41 da Lei de Imprensa, e não pelo Código Penal, a defesa pede que seja reconhecida a prescrição da pretensão punitiva do Estado. Vamos esperar para ver o que o Celso de Mello decidirá nesse caso.


Versão 1.0 do sítio
Para os colegas que acompanham o trabalho que desenvolvemos, já está disponível o blog do Centro de Documentação e Memória em EJA - Pólo Tocantins.

O Centro de Documentação e Memória de Educação de Jovens e Adultos – Pólo Tocantins faz parte de uma rede interinstitucional, coordenada pela Universidade Federal do Pará (UFPA), tendo como participantes a Universidade Estadual do Pará (UEPA), a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), a Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e a Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS). 


Grupo de Pesquisa: diversidade!
No Tocantins, o Grupo de Pesquisa “Educação, Cultura e Transversalidade” (GPECT), que coordeno desde 2006, na Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS), é responsável pelas atividades.

A proposta é desenvolver coletivamente, no período de 2010 a 2013, pesquisas e atividades de extensão e ensino, contribuindo na formação dos sujeitos envolvidos nas áreas da educação de jovens e adultos da educação popular e dos movimentos sociais.

Visite o sítio e veja as atividades de ensino, pesquisa e extensão previstos.  De repente, você poderá colaborar conosco!