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A Universidade Estadual de Londrina (UEL) abriu seleção pública para o provimento de 04 (quatro) vagas com foco em jornalismo e 02 (duas) com foco em relações públicas.

O período de inscrição de interessados no processo vai de 06.06 a 15.07.2011. As provas incluem as avaliações de títulos e arguição didática.

Apesar do perfil apontar para a formação específica em jornalismo, nesse edital, amplia-se a noção de áreas afins para a formação em graduação e, se agrega a exigência de experiência  e registro profissional.

O perfil exigido para as vagas pode ser visto a seguir:

Área/subárea: JORNALISMO/FOTOJORNALISMO
Número de vagas: 1 (uma) Regime de Trabalho: 40 horas semanais
Requisito mínimo: - Graduação em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo;
- Doutorado em Comunicação;
- 03 (três) anos de experiência profissional como repórter fotográfico
ou editor de imagens em jornais ou revistas de grande circulação; e
- Registro profissional de Jornalista.

Área/subárea: JORNALISMO/JORNALISMO IMPRESSO
Número de vagas: 1 (uma) Regime de Trabalho: 40 horas semanais
Requisito mínimo: - Graduação em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo;
- Doutorado em Comunicação;
- 03 (três) anos de experiência profissional como repórter ou editor em
jornais ou revistas de grande circulação; e
- Registro profissional de Jornalista.

Área/subárea: TEORIA DA COMUNICAÇÃO/COMUNICAÇÃO COMUNITÁRIA E CULTURA
Número de vagas: 1 (uma) Regime de Trabalho: 40 horas semanais
Requisito mínimo: - Graduação em Comunicação; e
- Doutorado em Comunicação ou áreas afins.
ou
- Graduação em áreas afins;
- Mestrado em Comunicação; e
- Doutorado em Comunicação ou áreas afins.
ou
- Graduação em áreas afins; e
- Doutorado em Comunicação.
Obs.: Serão consideradas áreas afins: Ciências Sociais, História, Estudos da Linguagem, Educação, Psicologia, Serviço Social e Filosofia.

Área/subárea: TEORIA DA COMUNICAÇÃO/TEORIA DA COMUNICAÇÃO
Número de vagas: 1 (uma) Regime de Trabalho: 40 horas semanais
Requisito mínimo: - Graduação em Comunicação; e
- Doutorado em Comunicação ou áreas afins.
ou
- Graduação em Comunicação ou áreas afins;
- Mestrado em Comunicação; e
- Doutorado em Comunicação ou áreas afins.
ou
- Graduação em áreas afins; e
- Doutorado em Comunicação.

Obs.: Serão consideradas áreas afins: Ciências Sociais, História, Estudos da Linguagem, Educação, Psicologia, Serviço Social e Filosofia.

Área/subárea: RELAÇÕES PÚBLICAS/RELAÇÕES PÚBLICAS
Número de vagas: 2 (duas) Regime de Trabalho: 40 horas semanais
Requisito mínimo: - Graduação em Comunicação Social - Habilitação Relações Públicas;
- Mestrado em Comunicação ou áreas afins;
- Doutorado em Comunicação ou áreas afins;
- 02 (dois) anos de experiência profissional na área de Relações
Públicas; e
- Registro no CONRERP.
ou
- Graduação em Comunicação Social - Habilitação Relações Públicas;
- Doutorado em Comunicação;
- 02 (dois) anos de experiência profissional na área de Relações Públicas; e
- Registro no CONRERP.

Obs.: Serão consideradas áreas afins: Administração, Ciência da Informação, Sociologia, Antropologia, Psicologia, Educação, Ciência Política, Letras e Linguística.

Mais informações podem ser acessadas no sítio da Pró-Reitoria de Recursos Humanos da UEL, edital 155/2011.



O livro História das Relações Públicas: fragmentos da memória de uma área , publicado pela PUC-RS e organizado por Cláudia Peixoto de Moura, está disponível para download.

Trata-se de uma coletânea que apresenta os trabalhos do Grupo de Trabalho "História das Relações Públicas", da Rede de Pesquisadores de Memória da Imprensa e Construção da História da Mídia no Brasil – Rede Alfredo de Carvalho – REDE ALCAR, que aconteceram entre 2004 e 2008.

A obra faz um esforço teórico de agregar construções importantes para a área e, que, na maioria das vezes, fica isolado em pequenos grupos de interesse. Nessa obra, abre-se a oportunidade de outros leitores e possíveis aprofundamentos.

No prefácio do livro, José Marques de Melo, indica:
Mobilizando jovens professores, de norte a sul, de leste a oeste, a tranqüila, diligente e carismática pesquisadora gaúcha compôs um panorama elucidativo da área, que representa um desafio às novas gerações no sentido de discernir para onde caminha a profissão nesta conjuntura enigmática de globalização capitalista.
Ao prefaciar esta obra coletiva, tecida pelo Grupo de Trabalho de História das Relações Públicas da Rede Alfredo de Carvalho, não posso fugir à tentação de fazer duas perguntas aos leitores potenciais.
Em que medida a etapa da globalização da economia não está na raiz da própria profissão? Tanto assim que as pistas de Ivy Lee, cuja fórmula para humanização de uma linhagem de capitalistas selvagens, são tomadas ao pé da letra por Eduardo Pinheiro Lobo, mas não surtem os resultados pretendidos, exatamente por que o capitalismo brasileiro é muito tardio?
E, na seqüência, uma provocação. Por que as Relações Públicas no Brasil só seriam nutridas pelo capitalismo de Estado sustentado pelo regime militar pós-64?
Essas são questões interessantes, que os leitores poderão pensar ao ler a obra disponibilizada. Boa leitura!