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Quando se fala em evasão escolar, imagina-se que esse seja um problema dos países em desenvolvimento.

No ano de 2010 tivemos diversas notícias que repercutiram o índice brasileiro como o maior do Mercosul (Jornal do Brasil, UOL Educação, Ministério das Relações Exteriores, R7).

Verdade, pois o Brasil tem a maior taxa de abandono do ensino de nível médio entre os países do Mercosul com 10%, contra 7% da Argentina, 6,8% do Uruguai, 2,9% do Chile, 2,3% do Paraguai e 1 % da Venezuela. Mas engana-se quem pensa que estamos muito aquém de outros países. A evasão escolar, isto é, quando o(a) aluno(a) deixa de completar os estudos obrigatórios, é um problema de todos os países no mundo.

Por exemplo, a tabela a seguir mostra os dados de evasão em 2009 por países da Comunidade Europeia:

No topo da lista está Malta com uma taxa de 36,8% de jovens entre 18 e 24 anos que evadiram da educação secundária e não estão fazendo nenhum tipo de formação e, uma taxa de densidade de população de 1.308,5 hab/km2. No segundo e terceiros lugares da evasão europeia, estão Espanha e Portugal com 31,2% cada. Sendo que Espanha tem uma taxa de densidade de população de 90,9 hab/km2 e Portugal de 115,5 hab/km2. 

A média da Comunidade Europeia é de 14,4% de alunos evadidos nessa faixa etária e com uma taxa de densidade de população de 113,8 hab/km2. Destacam-se nesse dado, a Eslováquia como o país de menor índice de evasão com 4,9% (e taxa de densidade de população de 110,6 hab/km2), seguindo da Eslovênia e Polônia com 5,3% de evasão cada. 

Caso queira ver mais dados sobre o estado da educação em países da Europa, consulte a publicação España en cifras 2011, onde verá estudos comparativos bem esclarecedores.

Uma série de livros para download sobre a discussão do uso da internet e dos espaços virtuais está disponível. Os livros foram produzidos como estudos de caso pelo Foro Generaciones Interactivas, da Espanha.

Todos foram produzidos apontando para dados de utilização por crianças e jovens da internet e das redes sociais. Os argumentos são positivos apontando para o uso controlado e consciente da web pelas crianças e jovens. 

Os que pesquisam a temática encontrarão nesse material um rica fonte de referências, úteis para a reflexão dos impactos da tecnologia no desenvolvimento de crianças e jovens. Boa leitura.


Ano 2011
Autor(es)/organizador(es): Xavier Bringué e Charo Sádaba

Sinopse (informado pelo sítio)
El informe relaciona el perfil de uso de los menores de dichas redes (no usuario, usuario o usuario avanzado) con su acceso a la tecnología, su conocimiento, sus relaciones familiares o los riesgos y oportunidades que les plantean, entre otros aspectos. Entre sus conclusiones destacan que la utilización de las redes sociales deriva en un mayor acceso a otros contenidos y servicios que potencian sus vínculos con sus iguales. Asimismo, el uso positivo de las redes sociales no impide que existan ciertos riesgos: el uso intensivo de estas redes se asocia a una mayor exposición de la intimidad o a una disminución de tiempo en otras actividades como son el ocio tradicional o el estudio.

Ano 2011
Autor(es)/organizador(es): Xavier Bringué e Charo Sádaba

Sinopse (informado pelo sítio)
Entre marzo y junio del año 2009 más de 1500 menores de la Comunidad de Madrid participaron en el estudio promovido por el Foro. El objetivo del trabajo era, por un lado, proveer a los centros educativos participantes de una imagen realista de la relación que sus alumnos mantenían con las TIC; con este fin, todos los colegios participantes recibieron un informe personalizado que identificaba los principales retos y oportunidades a los que sus alumnos se enfrentaban en el uso de la tecnología.




Ano: 2011
Autor(es)/organizador(es): Xavier Bringué e Charo Sádaba

Sinopse (informado pelo sítio)
Entre marzo y junio del año 2009 casi 1600 menores de la Comunidad Autónoma de Andalucía participaron en el estudio promovido por el Foro. El objetivo del trabajo era, por un lado, proveer a los centros educativos participantes de una imagen realista de la relación que sus alumnos mantenían con las TIC; con este fin, todos los colegios participantes recibieron un informe personalizado que identificaba los principales retos y oportunidades a los que sus alumnos se enfrentaban en el uso de la tecnología.




Ano: 2010
Autor(es)/organizador(es): Xavier Bringué e Charo Sádaba

Sinopse (informado pelo sítio)
El CIMEL (Centro de Investigación Medios y Entretenimiento en Latinoamérica) ha realizado el Informe “La Generación Interactiva en la Argentina” a partir del estudio que llevó a cabo el Foro Generaciones Interactivas para el proyecto "La Generación Interactiva en Iberoamérica".Con una muestra de más de 2.300 niños el objetivo de este informe es describir desde el ámbito más educativo y familiar el uso que dan los niños argentinos a las Nuevas Tecnologías.


Ano: 2009
Autor(es)/organizador(es): Xavier Bringué e Charo Sádaba

Sinopse (informado pelo sítio)
Los principales rasgos de la Generación Interactiva en España se identifican es este libro, fruto de casi 13.000 encuestas realizadas entre menores españoles de 6-18 años de 113 centros de toda España. Este estudio define y tipifica la relación de los menores españoles con diversas pantallas como Internet, los videojuegos, el teléfono móvil o la televisión. Lo hace desde una visión integrada de todas las pantallas y de los ámbitos más importantes que rodean a este público, como son la escuela o la familia.



Ano: 2008
Autor(es)/organizador(es):Xavier Bringué e Charo Sádaba

Sinopse (informado pelo sítio)
O presente estudo pretende oferecer uma reflexão sobre quais são as características que identificam a Geração Interativa na Ibero-América de modo particular.
Esta monografia se concentra nos dados coletados pelo projeto «Gerações Interativas na Ibero-América» entre 25.467 estudantes da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia,México, Peru e Venezuela, durante os meses de outubro de 2007 e junho de 2008. O texto aborda as respostas obtidas dos jovens organizadas em torno às principais telas e atendendo tanto a questões de uso e posse quanto de valoração.


Ano: 2010
Autor(es)/organizador(es): Fernando Garcia

Sinopse (informado pelo sítio)
Este libro pretende arrojar algo de luz sobre las redes sociales en Internet, ese lugar virtual en el que parecen juntarse al mismo tiempo todos los adolescentes y jóvenes del mundo. Está dirigido a los educadores (padres, madres y docentes) que asisten desorientados a un fenómeno cuyo origen, significado y consecuencias aún está por explicar. A través de la información y recomendaciones recogidas en este libro, se pretende que los menores hagan un uso seguro y provechoso de las redes sociales.


Ano: 2010
Autor(es)/organizador(es): Fernando Garcia

Sinopse (informado pelo sítio)
Internet ya está en todos los hogares. ¿Es esto bueno?¿Comporta riesgos?¿Ofrece oportunidades?¿Qué hacer para minimizar aquellos y maximizar estas? El autor partiendo de una descripción de qué es Internet y de cómo son los adolescentes de hoy, propone a los padres y madres de familia una serie de pautas de actuación y consejos educativos con el objetivo de que el uso de la red en el hogar sea saludable, responsable y educativo.



Ano: 2010
Autor(es)/organizador(es): Fernando García e Xavier Bringué

Sinopse (informado pelo sítio)
El presente libro intenta resolver algunos de los interrogantes que aparecen en torno a los menores y al uso que hacen de las pantallas. Y lo hace desde una mirada real y práctica de la relación que mantienen niños y adolescentes argentinos con las diversas pantallas, así como desde los retos y las oportunidades que surgen en el ámbito educativo y familiar.







Ano: 2009
Autor(es)/organizador(es): Fernando García

Sinopse (informado pelo sítio)
Una descripción de cómo son los adolescentes de la Generación Interactiva, qué pantallas utilizan, qué hacen con ellas y cómo es la mediación que ejercen la familia y la escuela. Todo ello acompañado de una reflexiñon educativa y una serie de consejos prácticos para padres, madres y educadores en general.


Elas foram produzidas pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (CETIC.br), que é o departamento responsável pela coordenação e publicação de pesquisas sobre a disponibilidade e uso da Internet no Brasil.

Para fazer o download é necessário um pequeno cadastro com informações sobre o país, área de atuação/segmento, faixa etária e escolaridade. Depois você poderá baixar o arquivo de, aproximadamente, 10,6 MB.

Aproveite e veja como anda o desenvolvimento da área das tecnologias no Brasil. Caso tenha problemas para fazer o download, entre em contato pelo e-mail infocetic@nic.br.  

O espaço educativo tem assistido nas últimas semanas um embate fora do comum: de um lado, personalidades da língua portuguesa e, do outro, o Ministério da Educação. Fazia muito tempo que uma polêmica desse naipe não surgia. O foco é simples: o que é ou não certo, quando se pensa a plasticidade linguística.

Depois de vários embates, o MEC joga duro e lança o que chamou de "Dossiê - Livro Didático", composto de artigos de diversos intelectuais em meios de comunicação de massa espalhados pelo país. A chamada na página inicial do ministério é forte: "comunidade científica reage ao obscurantismo que prega censura ao livro didático". O peso dos intelectuais chama atenção, em um movimento de "quase blindagem da situação". Vale a leitura.

Você já ouviu falar em lábio leporino? O nome talvez lhe seja desconhecido, mas a imagem de uma pessoa com desenvolvimento incompleto do lábio e/ou do palato, talvez lhe seja familiar. Pois é, esse desenvolvimento incompleto ocorre enquanto o indivíduo está sendo formado no útero, onde o lábio e o palto (popularmente chamado céu da boca) se desenvolvem separadamente.

Estudos realizados no Brasil, apontam que de cada mil nascimentos, ocorre uma variação de 1,54 a 0,47 indivíduos nascidos vivos que apresentam desenvolvimento incompleto do lábio. Isso representa "aproximadamente 260.908 portadores de fissuras labiopalatais no país", reforça estudo realizado por Biazon e Peniche, publicado em 2008. Também existe uma vasta literatura médica sobre o assunto disponível online, caso queira saber mais.

De qualquer forma, as políticas brasileiras desenvolvidas nas últimas décadas tentam diminuir o sofrimento desses cidadãos que vivem um isolamento social e, na maioria das vezes, são estigmatizados pela comunidade local, seja por preconceito social, seja pela própria ignorância. 

O problema se concentra na classificação dessa situação. Normalmente, a cirurgia reconstrutiva, chamada de palatoplastia, não é considerada de emergência, podendo se arrastar por meses e até anos, antes da total reconstrução. No Brasil, apesar dessa situação, o governo ainda assume a responsabilidade por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). 

Mas em diversos cantos do mundo, as pessoas acometidas do desenvolvimento incompleto do lábio dependem da ação de entidades sem fins lucrativos e assistenciais para terem apoio. É o caso da Smile Train, que tem desenvolvido ações de reconstrução facial em diversos cantos do mundo. Veja o vídeo a seguir e, se possível, colabore para diminuir o sofrimento de milhares de jovens. 




Aqueles que estudam e acompanham o desenvolvimento da área de jornalismo não podem perder o 9º Encontro da SBPJor (Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo) que será realizado de 3 a 5 de novembro de 2011 no Rio de Janeiro, na Escola de Comunicação da UFRJ.

Com o tema “Jornalismo e Mídias Digitais”, o evento abre espaço para pesquisadores apresentarem seus estudos sobre a temática. Veja a chamada de trabalhos disponibilizada para o 9º encontro:

CHAMADA DE TRABALHOS

9º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo
Tema: “Jornalismo e Mídias Digitais”
Rio de Janeiro, Brasil – 3 a 5 de novembro de 2011
Promoção: SBPJor (Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo)
Realização: Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ)

1. Modalidades de apresentação:
Os trabalhos poderão ser encaminhados na forma de Comunicações Livres ou Comunicações Coordenadas.

2. Comunicações Livres:
O autor deve encaminhar o texto completo, que deve conter de 20 mil a 35 mil caracteres (com espaço), já inclusas as referências bibliográficas e notas de rodapé. São obrigatórios os seguintes itens: título, resumo de até 10 linhas, 5 palavras-chave, resumo do currículo do autor em até 3 linhas (incluindo sua vinculação institucional). O texto deve ser redigido em fonte Times New Roman, corpo 12, entrelinhamento 1,5. Citações recuadas devem ser redigidas em corpo 10, espaço simples.

O autor deve redigir seu texto utilizando o modelo elaborado para o encontro. O modelo está disponível para download na página da SBPJor.
O tamanho total do arquivo não deve exceder 2 Mb (dois megabytes).

3. Comunicações Coordenadas:
As Comunicações Coordenadas poderão ser propostas por associados plenos (doutores) da SBPJor. Cada Coordenada deve ter de quatro a seis trabalhos, com pelo menos três autores doutores de diferentes instituições. O proponente deverá ser um dos autores. São obrigatórios os seguintes itens: título da Comunicação Coordenada, ementa que sintetize e justifique a proposta da Comunicação Coordenada (10 a 15 linhas), 5 palavras-chave. Todos os textos que compõem a Comunicação Coordenada deverão ser encaminhados completos, seguindo as mesmas regras estabelecidas para as Comunicações Livres no item 2 (incluindo resumo, palavras-chave e currículo resumido do autor).

4. Prazo e forma de encaminhamento:
Os trabalhos serão recebidos de 01 de junho a 22 de julho de 2011, através da página http://www.sbpjor.org.br/artigos2011/. Não é necessário pagar inscrição para submeter trabalhos, apenas para apresentá-los, se aprovados, no encontro.

5. Seleção:
As Comunicações Livres que estiverem adequadas às regras estabelecidas no item 2 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois pareceristas indicados pela Diretoria Científica entre os associados plenos (doutores) da SBPJor. Serão consideradas aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro parecerista ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. Trabalhos que estiverem fora do tamanho e/ou não cumprirem os itens obrigatórios não serão submetidos à avaliação.

As Comunicações Coordenadas que estiverem adequadas às regras estabelecidas nos itens 2 e 3 serão avaliadas em seu mérito científico por pelo menos dois membros do Conselho Científico da SBPJor ou da Diretoria Executiva da entidade. Serão aprovadas as comunicações que receberem dois pareceres favoráveis. Casos de empate serão decididos por um terceiro membro do Conselho Científico ou, na falta de tempo hábil, pela diretora científica. A proposta de Coordenada poderá ser aprovada no todo ou em parte, havendo possibilidade de recusa individual. Se os trabalhos não forem aprovados como Coordenada, mas o forem individualmente, serão automaticamente distribuídos entre as Comunicações Livres.

Todos os trabalhos serão enviados aos avaliadores sem identificação de autoria, gerando “pareceres cegos”.

6. Critérios de avaliação:
O trabalho será avaliado sob os seguintes critérios gerais: pertinência ao campo da pesquisa em jornalismo, relevância científica, explicitação do problema ou objetivo, adequação e atualização da bibliografia, qualidade da reflexão teórica, explicitação e consistência da metodologia (quando pertinente), domínio da linguagem científica, adequação do título e das palavras-chave ao objeto de estudo.

7. Observações:

7.1. Os trabalhos necessariamente devem ser inéditos. Por inéditos, compreendem-se textos que não foram publicados ou divulgados em qualquer tipo de suporte, nem apresentados em outros congressos científicos. O autor que descumprir esta regra, e por ventura tiver seu trabalho selecionado e incluído nos anais do 9º. Encontro, ficará automaticamente impedido de apresentar trabalho no 10º.Encontro da SBPJor.

7.2. Cada autor só pode submeter um trabalho, em autoria única ou co-autoria. Não é permitido ao mesmo autor participar simultaneamente de uma Comunicação Coordenada e de uma Comunicação Livre, mesmo em co-autoria.

7.3. Trabalhos de graduandos só serão aceitos em regime de co-autoria com pesquisadores que tenham, no mínimo, título de mestre.

8. Resultados:
Os resultados da seleção serão comunicados aos autores das Comunicações Livres e aos proponentes das Comunicações Coordenadas até 5 de setembro de 2011. Os trabalhos serão aprovados ou recusados, não havendo aceite condicionado a reformulações.

9. Inclusão nos anais:
Só será incluído nos anais o trabalho do autor que efetivar sua inscrição no congresso até o dia 10 de outubro de 2011.

Diversos veículos notíciosos pelo mundo repercutiram hoje a pesquisa realizada pelo Pew Research Center's Project for Excellence in Journalism, que analisou fontes de tráfego para sítio noticiosos nos Estados Unidos.

Nos dados da pesquisa, o Google Search, Google News e o Google Maps são responsáveis por 30% do tráfego para sítios noticiosos. Parece pouco? Mas não é. Segundo o jornal português Público, essa cifra "[...] deixa muito pouco espaço para a concorrência, já que o tráfego proveniente de links externos oscila entre os 35 e os 40 por cento".

O gráfico a seguir mostra o percentual de audiência a partir do Google, comparado ao de outras empresas de comunicação:


A pesquisa "Navigating News Online", do  Pew Research Center's Project for Excellence in Journalism, pode ser acessada na íntegra e revela outros elementos importantes nessa procura pela audiência/tráfego na internet.

Quer experimentar uma nova forma de ver notícias, tweets ou mesmo as postagens de seu blog? Um programa gratuito chamado Dipity permite que você crie timelines, flipbooks, listas e mapas com praticamente uma infinidade de informações, tudo de forma fácil e sem complicação.

Basta um cadastro simples com seu e-mail e pronto, você já pode utilizar a versão gratuita do programa, agregando todas as informações que você desejar nele.

Veja o teste que fiz com o feed do Blog do Gipo, a seguir:

Timeline


Flipbook


Lista


Mapa


Para quem estiver procurando nova inserção profissional, a PUC-RJ abriu edital para seleção de docente na área de Comunicação Social. O salário bruto, informado pela instituição, é em torno dos R$ 7.000,00 (sete reais). A informação foi veiculada na lista da COMPÓS.

A vaga no Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio é para professor, em regime de tempo integral e dedicação exclusiva. Os candidatos, que atuarão obrigatoriamente nos campos de ensino e pesquisa, na graduação e pós-graduação, devem preencher os seguintes requisitos:

1- Possuir título de doutor em Comunicação ou áreas afins há, pelo menos, dois anos;

2- Estar a, pelo menos, 15 anos da aposentadoria;

3- Não ter outro vínculo empregatício, no momento da assinatura do contrato de trabalho com a PUC-Rio;

4- Ter o perfil para assumir funções de administração acadêmica;

5- Ter comprovada experiência docente, produção acadêmica e atuação profissional na área de comunicação social.

São Documentos indispensáveis, em duas vias, para a candidatura:

1- Projeto de pesquisa na sua área de atuação, coerente com uma das linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da PUC-Rio: (a) Cultura de massa e representações sociais; (b) Cultura de massa e práticas sociais (ver a descrição dessas linhas, no final deste documento);

2- Curriculum Lattes do CNPq;

3- Dois exemplares de três publicações dos últimos três anos, que o candidato considere de maior relevância em seu CV.

O Programa mantém duas linhas, a saber:

Linha 1: Cultura de massa e representações sociais
Estudo das representações sociais tais como se materializam nas linguagens, nos processos e nos produtos da Comunicação e da cultura midiática. Privilegiam-se, em relação aos produtos midiáticos, as imagens e os significados construídos pelos meios e compartilhados na sociedade.

Linha 2: Cultura de massa e práticas sociais
Estudo das relações entre os produtos midiáticos e as práticas sociais, isto é, estudo que privilegia as mediações. O foco de atenção recai sobre o campo da recepção e das referências culturais que marcam nosso lugar no mundo e filtram nossa leitura e interpretação dos produtos midiáticos e das situações concretas do cotidiano.

Prazo de entrega da proposta: até 16 de maio de 2011, no Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio (Rua Marquês de S. Vicente, 225, 6º andar, Ala Kennedy, Gávea, Rio de Janeiro – RJ, CEP 22543-900).

Segundo a instituição, "os candidatos pré-selecionados poderão ser, eventualmente, convidados para entrevista com uma Comissão de Professores do Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio".

Uma iniciativa muito boa é o projeto "Mapas temáticos sobre o Brasil". Trata-se de um projeto desenvolvido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), junto com o Laboratório de Geoprocessamento para o Curso de Geografia da Universidade do Estado de Santa Catarina (Geolab) e The Canadian Foundation for the Americas (Focal).

No momento, estão disponíveis mapas sobre educação, hominícios, eleições, população e meios de comunicação  a partir de dados do IBGE Censo 2000 e contagem da população 2007.

Os mapas podem ser utilizados para fins jornalísticos, conforme esclarece o sítio. Vamos esperar novos mapas quando o novo censo for concluído e, desde já, parabenizo o trabalho. Veja alguns dados interessantes sobre a comunicação jornalística no Brasil para fins de futura comparação:





Blog: novas discussões no ar!
Uma dica bem importante para quem pesquisa o jornalismo foi dada pelo prof. Marcos Palacios no Blog do GJOL. Trata-se do blog Metodologias de Pesquisa, criado e mantido pelo Prof. Elias Machado, co-fundador do GJOL e atual coordenador do Lapjor, na Universidade Federal de Santa Catarina.

Segundo Machado, em sua postagem de retomada de atividades no último dia 08.03.2010,
Depois de mais de dois anos inativo, em paralelo às atividades que desenvolvo relacionadas ao ciberjornalismo no Laboratório de Pesquisas Aplicadas em Jornalismo Digital (LAPJOR), neste semestre retomarei as postagens no blogue. Como começo um novo projeto de pesquisasobre Metodologias de Pesquisa em Jornalismo e ministarei a disciplina Técnicas de Projetos no Curso de Jornalismo da UFSC vou aproveitar para manter as leituras em dia. Espero que possamos manter uma boa discussão e uma interlocuação ativa daqui para frente.
Esse é um espaço que vale a pena ser visitado regularmente, já que o debate sobre formação estará em foco. Boas leituras. 

O WikiLeaks, organização de mídia sem fins lucrativos, tornou-se a polêmica mais importante de 2010. Polêmica, pois graças aos 'vazamentos' promovidos por WikiLeaks, novas leituras estão sendo feitas de situações nacionais e internacionais.

Seu principal divulgador, Julian Assange, tornou-se a pessoa mais odiada em 2010 e, ao mesmo tempo, mais aclamada, devido ao sucesso desse tipo de 'jornalismo investigativo'. O sítio tornou-se um sucesso midiático, ao ponto de existirem já mais de 1424 espelhos, que garantem a continuidade das informações.

Para quem ainda não sabe o que significa WikiLeaks na área do jornalismo investigativo, vale assistir ao documentário WikiRebels, produzido na Suécia em 2010. Ele está disponível no YouTube, com legendas em Português.

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4



Jürgen Habermas
Para aqueles que se interessam por Habermas e os desdobramentos de sua teoria da ação comunicativa, dois livros foram lançados e estão disponíveis para download. Eles fazem parte das ações do IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.

Como destaca seu diretor, Emir Suaiden, o IBICT  tem "como parte de sua missão [ser] promotor e facilitador de acesso à informação científica e tecnológica, [com] diferentes ações orientadas a pensar prospectivamente nessas questões e demandas, como um dos atores que contribuem na construção de espaços públicos para o desenvolvimento reflexivo e democrático da sociedade brasileira."

Faça o download e divulgue!


Autor(es): GONZÁLEZ DE GÓMEZ, Maria Nélida; LIMA, Clóvis Ricardo Montenegro.

A coletânea é produto de um dos seminários realizados pela Coordenação de Ensino e Pesquisa do Ibict e parte de sua proposta de estágios de pós-doutorado. Nesta obra, inclusão, rede e formações digitais dão visibilidade discursiva à dimensão informacional e epistêmica de questões atuais da ética e da democracia.


Autor(es): Pedro Demo

O livro trata das 'novas epistemologias virtuais', tendo como foco discutir algumas 'novidades' no campo da reconstrução do conhecimento, tomando como referência maior a trajetória da Wikipédia como marco mais evidente da assim dita web 2.0. O livro desenvolve a hipótese de que, em que pese o êxito estrondoso da Wikipédia (e das plataformas da web 2.0, em especial de blogs), ela chega ao final de sua primeira década de vida (começou em 2001) engasgada em problemas próprios da “politicidade” do conhecimento.


Fonte: Fotosearch
Nomenclaturas é o que não faltam no espaço da produção científica. Algumas de fácil compreensão e utilização caem logo no jargão acadêmico e passam a fazer parte do vocabulário comum. Outras nem tanto. Esse talvez seja o caso das palavras Datalimits, Dataholics e Dataspecialists.

Elas são resultado de uma pesquisa realizada pela agência de publicidade Giovanni DraftFCB para seu cliente Infoglobo, utilizando a ferramenta Mind & Moods. A proposta da agência na pesquisa era mapear como as pessoas se direcionam dentro do "caos informacional" que existe na web. Esse direcionamento, é claro, é fruto do interesse e dos hábitos cotidianos de quem 'consome' (ou seria melhor, 'consumido pela'!?) a internet.

Segundo a agência, três grupos surgem: os datalimits, os dataholics e os dataspecialists.

Os datalimits são pessoas geralmente mais maduras, que compreendem a impossibilidade de absorver tudo que a internet tem a ofertar e, dessa forma, são seletivos quanto aos conteúdos. Prioridade é a palavra de ordem desse grupo, que infelizmente, segundo a pesquisa, ainda tem certo receio quanto ao que é publicado na internet. Esse perfil é bem parecido ao que já conhecemos como "imigrantes digitais".

Quanto ao segundo grupo, os dataholics, a pesquisa inclui os mais jovens (os chamados nativos digitais) nesse agrupamento. São esses que usam a internet para praticamente tudo e que querem ter acesso as informações em tempo real.

Já o terceiro grupo, o dos dataspecialists, são aqueles que, com maior critério, buscam e tratam as informações na internet. Assim como o grupo anterior, eles também têm necessidade de se inteirar de tudo o que está acontecendo, mas tem cuidado ao escolher as fontes de informação e de divulgar aquilo que leem, por meio de seus espaços coletivos.


Fonte: Photo Search
O Processo de Bolonha determinou a reestruturação do sistema de ensino universitário na Comunidade Européia, sobretudo a partir de 1999. Porém, essa movimentação iniciou muito antes, "ainda no ano de 1959", como afirma Elisabete Monteiro de Aguiar, da Faculdade de Educação da Unicamp.

Todo esse processo e seus impactos para a educação universitária nos países da comunidade européia foram debatidos no evento "Conversando sobre Graduação: Processo de Bolonha", disponibilizado na íntegra, no sítio do portal Camera Web CCUEC, da Unicamp.

Participam do evento, além da profa. Elisabete, o pesquisador e professor da Universidade de Aveiro, Antonio Francisco Cachapuz. A seguir, você poderá assistir ao evento, caso deseje aprofundar-se nesse assunto.




Não posso deixar de pensar em quanto ainda temos de avançar na estruturação dos próprios sítios governamentais. Falo isso do ponto de vista educacional, já que avalio que um "bom" sítio deva gerar educação, além da própria informação.

O censo da WEB governamental, encontrou 192,2 milhões de links nas páginas da Web .gov.br. Destes, cerca de "89% correspondem a algum tipo de arquivo gráfico, 8,3% correspondiam a algum tipo de arquivo hipertexto e 2,5% algum tipo de arquivo de texto como .DOC, .PDF, .XML, .ODT". 

O gráfico a seguir nos ajuda a ter uma visão melhor do que isso representa:
O dado que mais me impressiona é também o menor: 0,3%. Esse se refere a convergência entre dados, áudio e vídeo. São "pobres" os sítios governamentais nessa área, principalmente se levarmos em conta que  a grande população brasileira não compreende o que é informado. Quanto aos gráficos, que ocupam quase 89% dos links, esses precisam também de uma "tradução" para o leitor que não é "alfabetizado" em economia e/ou estatística. 

Fonte: Graco Medeiros
Uma discussão interessante que está rolando no momento no meio jornalístico é o caso  WikiLeaks que divulgou grandes volumes de documentos inéditos e secretos. 

O problema que surgiu com essa grande quantidade de fontes inéditas, como um verdadeiro Tsunami,  foi o que fazer com elas. Parece brincadeira: o que um jornalista faz com uma fonte inédita que possibilite um "furo"? Ele pesquisa, confere os dados (uma, duas ou mais vezes), entrevista outros, cria argumentos e conexões e, publica. Simples assim!

É, mas quando a enxurada de fontes veio por meio do WikiLeaks a situação não foi de "euforia jornalística" com o novo, mas sim uma situação de "congelamento". Explico melhor: os jornais ficaram tão entupidos de possibilidades que não sabiam o que fazer com tanta notícia quente. Foram milhares de relatório, todos a serem averiguados, milhares de dados a serem conferidos e milhões de possíveis conexões a serem estabelecidas. Resultado? Quase-inércia. O novo, isto é, a liberação massiva de dados, pegou a imprensa em uma situação que nunca haviam vivenciado.

Martin Moore, diretor do Media Standards Trust, em um artigo para o Idea Lab, chegou a brincar em um post afirmando que "em breve, todas as organizações de notícias, terão um bunker "próprio" - uma sala escura, onde um grupo escolhido à dedo entre os repórteres, estarão recolhidos com seus cartões de memória, laptops com dados recém-abertos, algumas pizzas velhas e muito café". Parece brincadeira? Achei quando li o primeiro parágrafo, mas ele cita o caso do U.K.'s Daily Telegraph, que fez isso com "meia dúzia de jornalistas em uma sala durante nove dias, com cerca de 4 milhões de registros de gastos dos políticos".  E aponta que o mesmo está sendo feito pelo The Guardian, o The New York Times e o Der Spiegel com Julian Assange do WikiLeaks.

Moore apresentou cinco questões importantes para os jornais e jornalistas pensarem quando a enxurada de dados/fontes começarem, já que o assunto também cai na discussão da ética:
1. Como podemos aproveitar a inteligência do público para gerar uma longa lista de matérias?
2. Como podemos torná-las pessoais?
3. Como podemos usar os dados para aumentar a credibilidade das matérias?
4. Como filtramos os dados (e decidimos o que se publicar ou não) da melhor forma e o mais rapidamente possível?
5. Como podemos nos assegurar de que, no futuro, pessoas e organizações dispostas a "vazar" grandes volumes de informação entreguem esses dados para nós?
Estão aqui questões que gostaria de ver a resposta. Com a palavra os editores....

Foto: Gazeta Online
Já falamos do relatório "Annual Survey of Journalism & Mass Communication Graduates", produzido pelo James M. Cox Jr. Center for International Mass Communication Training and Research da Universidade da Geórgia em dois outros posts, mas não podia deixar de lado uma parte mais qualitativa do relatório.

Ela é formada pelas falas dos atores (os alunos/egressos/formados). Essas falas expõem necessidades formativas que todo acadêmico deveria encarar como "conselhos" de quem já passou pelo processo e que já enfrenta a "batalha" do emprego. Extrai as idéias das falas que estão nas páginas 25 a 27 do relatório. Vamos a elas:

1. Certifique-se de aproveitar bem as oportunidades formativas, reforçando suas habilidades;
2. Procure participar de redes que são criadas dentro dos espaços formativos, crie relações profissionais com seus professores, que poderão recomendá-lo para atividades profissionais no futuro;
3. Esteja aberto a todas as oportunidades: façam estágios o máximo possível, seja freelancer, crie redes, isso vai habilitá-lo para o mundo do trabalho;
4. Tenha um plano B para se estabelecer em campos competitivos de trabalho;
5. Persiga um nivel de formação maior do que tem hoje (um mestrado, por exemplo). Isso tornará suas competências profissionais mais claras; 
6. Mantenha um alto nível profissional: crie redes sociais com profissionais e não tenha medo de se relacionar com eles;
7. Publique em tantas mídias quanto possível para mostrar aos potenciais empregadores suas competências (aprenda a "vender-se");
8. Tente emprego em todo lugar, mesmo onde você ache que não está no nível da empresa: nunca se sabe, se não tentar!
9. Esteja preparado para trabalhar em qualquer função. Peça orientação, mas tenha iniciativa;
10. Desenvolva habilidades e competências que possam ser usadas em várias profissões/áreas. Seja flexível e otimista, sem perder de foco seus objetivos; 
11. Tenha certeza de que a escolha profissional pelo jornalismo é o que você realmente quer;
12. A comunicação é um campo versátil, permitindo a inserção em muitas áreas/profissões. Veja isso como uma "bênção"  e não como um limitador.

Top 10 dos ataques mundiais
Um estudo sobre o estado da internet no primeiro trimestre de 2010, produzido pela Akamai, empresa especializada em detectar e melhorar a velocidade da rede mundial, apontou para os 10 países em que se registrou a origem dos ataques na rede. 

O Brasil ocupa o 5º lugar nesse ranking nada amistoso, com 6% dos ataques na rede. O estudo levou em conta o monitoramento de 198 países no primeiro trimestre de 2010 e os ataques provenientes desses. 

A Russia ocupa o primeiro lugar nessa estatística, com 12% dos ataques mundiais, seguido por Estados Unidos com 10%, China com 9,1% e Taiwan com 6,1%. No ano passado, tínhamos outro país da América do Sul, a Argentina. Porém as medidas de proteção, a tiraram do ranking dos 10 países que mais originam ataques na internet.

Kylie Davis, psicóloga especializada em atividades para jornais, escreveu um artigo bem polêmico. Ele foi publicado no sítio da INMA. A International newsmedia Marketing Association (INMA) foi fundada em 1930 e tem hoje cerca de 5.000 membros em 80 países, desenvolvendo idéias de marketing para empresas jornalísticas. 

Davis argumentou em torno da pergunta: o brainstorming faz os nossos jornais mais burros? Está aqui uma pergunta bem complexa. Essa técnica ou dinâmica de grupo - o brainstorming  - é amplamente utilizada nas redações como forma de captar idéias e iniciar processos de mudança.

Para Davis essa é a "pior coisa que poderíamos fazer". Seus argumentos são baseados em um recente estudo da University of Pennsylvania. O estudo intitulado “Idea Generation and the Quality of the Best Idea”, de autoria de Karan Girotra, da Technology and Operations Management e, de Christian Terwiesch e Karl T. Ulrich, da The Wharton School, University of Pennsylvania, alegam que a dinâmica de grupo, utilizadas pelas empresas jornalísticas para tentar desenvolver maneiras de poupar dinheiro ou desenvolver marketing distintos, são menos eficazes. Em que ordem fica esta ineficácia? Davis aponta outro estudo, produzido pela Australian School of Business, que quantifica em 30%.

Por que essa ineficácia em uma técnica tão utilizada? Ela aponta vários motivos, tais como o perigo dos funcionários se autocensurarem ou mesmo ir junto com o status quo para não irritar o chefe imediato. E, citando o estudo da Australian School of Business, lembra que "a geração de uma conversa em grupo não é necessariamente um sinal de criatividade, porque se todo mundo contribui, há menos tempo para os indivíduos compartilharem todas as suas idéias".

Para Davis, a saída está em utilizar "[...] um método híbrido, onde os funcionários são instruídos a refletir sobre as suas próprias idéias e, em seguida, apresentá-las para discussão em uma data posterior. [...] A dinâmica de grupo pode sufocar boas idéias, porque elas são geralmente tão radicais, que o grupo pode não suportá-las".