Mostrando postagens com marcador informação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador informação. Mostrar todas as postagens

Um projeto simplesmente fantástico está disponível na rede. Trata-se do "Chronicling America: Journalism's Voyage West", produzido pela Stanford University. Nesse projeto é possível, por meio de uma infografia interativa ter acesso, ano a ano, ao impacto de mais 140.000 jornais nos Estados Unidos ao longo da história.

O projeto abrange jornais que iniciaram em 1690 até 2011. É possível perceber pela infografia como os jornais foram, ao longo desses 321 anos de existência, cobrindo todo o território norte-americano com informações e notícias. Vale a pena tirar um tempo para conhecer os detalhes da infografia. No Vimeo é possível encontrar outros vídeos que informam o impacto de tiragens diárias, semanais e mensais e, em línguas diferentes do inglês. No vídeo a seguir, é possível ver esse processo de forma acelerada:


The Growth of US Newspapers, 1690-2011 from Geoff McGhee on Vimeo.

Quando falamos em consumo de produtos que permitem o ingresso nos espaços digitais, tais como smartphones, tablets e celulares, imaginamos que sejam muitos, mas sempre ficava no ar a pergunta: quantos realmente? A Go-Globe.com, empresa que trabalha com web design internacional e desenvolvimento, produziu a resposta.

Trata-se de uma infografia que aponta o consumo de diversos produtos digitais ou relacionados à internet a cada 60 segundos. Por exemplo, o amigo Thiago Castor, que indicou esse infográfico em seu Facebook, destacou que a cada 60 segundos 81 iPads e 941 IPhones são vendidos. Por outro lado, apenas 103 BlackBerry são vendidos a cada 60 segundos. Outros dados também chamam a atenção: 11 milhões de internautas conversam via mensagens instantâneas a cada 60 segundos, de cada 710 computadores vendidos por minuto, 555 deles tem processador Intel. Você ainda encontrará outras informações que impressionam, como pagamentos online, acessos a pesquisas, etc.

Veja o infográfico a seguir e tenha uma visão do consumo mundial. Pena que a Go-Globe não tenha informado de onde vem as estatísticas.



A consultoria espanhola Rooter, especializada em estudos em mídia, tecnologias e telecomunicações, recentemente contratada pelo Google para uma pesquisa sobre a geração de conteúdos na internet, apresentou seu relatório final. O estudo foi conduzido e coordenado por Franz Ruz, sócio-diretor da Rooter, com a participação de Ignacio Garrote, professor de Direito na Universidade Autónoma de Madrid.

O estudo intitulado "El futuro del derecho de autor y los contenidos generados por los usuarios en la web 2.0", destaca a problemática existente hoje na rede mundial: todos os usuários estão gerando milhões de páginas de conteúdo web que incorporam obras pré-existentes (música, vídeo, literatura, etc) ou mesmo adaptam obras já existentes, sendo que esses usos seria considerado criminoso e ilegal sob as regras atuais de propriedade intelectual.

Segundo a proposta do estudo, existe a necessidade premente de mudar o modelo de gestão dos direitos de propriedade intelectual no ambiente digital, a fim de transformar o que hoje é ilegal em usos legais. Isso facilitaria em muito a vida de grandes empresas quanto a questão dos direitos autorais, como o Google. É claro que isso pode ser considerado questionável em muitos países, inclusive no Brasil. De qualquer forma, veja o estudo e as indicações que ele dá. Não são novidade para quem estuda o espaço digital, mas são importantes para reforçar a necessidade de mudanças. 

Foto: Getty Images
Já não é mais novidade o uso das tecnologias móveis. Smartphones, tablets e celulares são uma realidade em boa parte dos países e, até mesmo nas regiões mais remotas (mesmo que seu uso seja bem precário!). Só possuir os "aparelhinhos" cria um novo "status quo" entre muitos jovens e crianças.  

A grande discussão entre educadores e comunicadores é sobre qual é a idade para o uso. Recentemente, postei uma discussão sobre a incorporação dessas tecnologias móveis e a preocupação com o gradual abandono da caligrafia (Você pode ler aqui).

Encontrei a pouco, por sugestão do colega Lorenzo García Aretio no sítio Educación a Distancia (EaD), uma infografia bem reveladora. Ela traz dados de acessibilidade por faixas etárias provenientes do Google e das agências MediaMark, SodaHead e USC Annenberg Center for Digital Future.

Você verá que os dados mostram algo que já sabemos (basta olhar em um shopping à volta e encontramos dezenas de crianças e jovens com seus móveis): um crescimento vertiginoso do uso das tecnologias móveis entre crianças e jovens. Veja você mesmo as informações que a infografia disponibiliza a seguir:



Para quem estuda comunicação e telecomunicação no Brasil, é essencial o acesso aos três volumes da pesquisa "Panorama da comunicação e das telecomunicações no Brasil" organizada pelos pesquisadores Daniel Castro, José Marques de Melo e Cosette Castro e fruto do trabalho de campo do grupo de pesquisa MID – Mídias Interativas Digitais, da Universidade Federal de Mato Grosso.

A obra é chancelada pelo IPEA - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pela SOCICOM - Federação Brasileira das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação. Veja a seguir um pequeno resumo de cada um dos volumes:

Sinopse dos organizadores

O primeiro volume desta obra é dividido em duas partes: a primeira apresenta o estudo das tendências nas telecomunicações, e reúne artigos escritos exclusivamente para este livro, além de cinco textos publicados originalmente no Boletim Radar – Tecnologia, Produção e Comércio Exterior nº 10, uma edição especial de telecomunicações lançada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em outubro de 2010. A segunda parte traz artigos que colaboram para o pensamento na área de comunicação e oferecerem um panorama das indústrias criativas e de conteúdos.


Faça o download 


Sinopse dos organizadores

O segundo volume desta obra é dedicado a resgatar, como o próprio título diz, a Memória das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação no Brasil, como resultado de parceria realizada entre o Ipea e a Federação Brasileira das Sociedades Científicas de Comunicação (Socicom).

Sinopse dos organizadores

O terceiro volume, apresenta o resultado (parcial) de quatro pesquisas realizadas por pesquisadores brasileiros da área da comunicação sobre o Estado da Arte nesse campo do conhecimento. Neste volume é possível conhecer o número de faculdades e cursos de pós-graduação em comunicação no país, analisando áreas de concentração e/crescimento. Um segundo ponto da pesquisa sobre o Panorama da Comunicação analisa as profissões existentes hoje e as novas habilidades necessárias para que o país possa investir em uma indústria de conteúdos e serviços digitais. A terceira parte do estudo analisa as indústrias criativas e de conteúdos e os movimentos das empresas em direção ao modelo digital. Finalmente, a pesquisa realiza estudo comparativo na área de comunicação com outros países, possibilitando a análise de nossas fragilidades e potencialidades.

Quando se pensa em um filme, já se imagina uma superprodução, com um orçamento bem caro e atores/atrizes famosos(as). De fato, na grande maioria deles, essa é a fórmula principal de um possível, mas não confirmado, sucesso.

Encanta quando, com bem pouco recursos, mas muita criatividade, encontramos pequenas jóias de animação. É o caso de Protéigon.

Protéigon foi realizado pelo animador francês Steven Briand, que utiliza a técnica clássica de stop motion. Ele está disponível no Vimeo. O filme é descontraído e com uma linguagem bem contemporânea. Vale assistir. Bom domingo!


PROTEIGON from BURAYAN on Vimeo.

Impresso, televisivo, digital, em quadrinhos e agora, em forma de lego. Parece não faltar mais nenhuma forma de se divulgar a informação e as notícias. A proposta não é oficial e permanente, mas é fruto do trabalho de diversos leitores que "simulam" em forma de Lego diversas notícias que tiveram impacto na mídia mundial.

A proposta de retratar eventos, no mínimo curiosa, foi utilizada pelo jornal britânico The Guardian, para incrementar o final de ano. A equipe do jornal mergulhou nas milhares de fotos do Flickr para localizar grupos que retrataram momentos noticiosos por meio do Lego.

Os momentos são dos mais variados, indo da morte de Steve Jobs, dos tumultos em Londres, do casamento real, até as dificuldades de segurança com o presidente Obama. Vale conhecer as experimentações visuais "jornalísticas". Algumas, que considero mais expressivas, estão a seguir:

Rebelião na Líbia. The Guardian, outubro de 2011. Disponível em: yappen all day long 

Protestos em Zuccotti Park. The Guardian, setembro de 2011. Disponível em: [Clint]

Presidentes Obama e Merkel. The Guardian, Junho de 2011. Disponível em: purpleplanetcom 

Casamento real/primeiro beijo oficial. The Guardian, abril de 2011. Disponível em: allyhook


Foto: Alberto Melo Viana
Para os que desejarem ver a apresentação que fiz no II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), disponibilizo os slides. 

Ela foi intitulada "Mudanças curriculares e ensino de jornalismo: notas sobre o impacto do processo de Bolonha nos cursos de Comunicação Social/Jornalismo".

Nesse trabalho apresento os principais eixos de mudanças curriculares nos cursos de Comunicação Social/Jornalismo incorporadas nos processos, na visão dos atores de implantação/implementação. Aguardem o texto completo.

Mudanças curriculares e ensino de jornalismo apresentação

O dia de hoje no II seminário Nacional de Ensino de Jornalismo em Curitiba (PR) foi muito produtivo.

Pela manhã apresentei meu trabalho, mas infelizmente, não pude registrar as apresentações. Agora a tarde, já consegui exercitar o registro.

A primeira apresentação da tarde foi proferida pela profa. Malu Fontes da FACOM/UFBA intitulada "Das oficinas às redações: a formação profissional e os processos de reportagem em tempos de convergência". A professora Fontes destacou a prática jornalística e os processos de formação na Faculdade de Comunicação da UFBA.  Também destacou as dificuldades enfrentadas como docente perante as limitações dos alunos (reais e construídas) durante o processo de aprendizagem. 

Veja a seguir os principais momentos da apresentação do trabalho:





Está disponível para download o livro "Ferramentas para Análise de Qualidade no Ciberjornalismo Volume 1: Modelos", organizado por Marcos Palacios, professor do curso de Comunicação Social (UFBA) e coordenador do GJOL. O livro foi publicado pelo LABCOM Livros da Universidade da Beira Interior (UBI), em Portugal.

O livro é fruto da colaboração estabelecida entre sete universidades brasileiras e sete universidades espanholas (Convênio CAPES/DGU) que resultou em um estudo sobre competências formativas no âmbito do jornalismo e da comunicação.


Na sinopse do livro, já se tem um indicativo de que elementos são discutidos:
A passagem do jornalismo para suportes digitais renovou os desafios já existentes, a eles acrescendo outros, derivados das especificidades do Webjornalismo: sua hipertextualidade, multimidialidade, instantaneidade, interatividade, imbricações com redes sociais e bases de dados, memória potencializada, usabilidade e design. [...] O resultado parcial de tais esforços é este livro, que se oferece não como um produto totalmente acabado, mas como uma contribuição inicial para uma sistematização de procedimentos na análise da Qualidade no Webjornalismo. São Fichas-Roteiros, com seus respectivos Manuais de Instrução, que podem ser utilizadas no todo ou em parte. São Ferramentas para serem apropriadas e testadas por analistas que se interessem em usá-las, modificá-las, aperfeiçoá-las.
Leitura obrigatória de todos os que pesquisam ciberjornalismo, o livro de Palacios traz uma riqueza de instrumentos que podem auxiliar em posteriores pesquisas. Vale a leitura! 

Na maioria dos discursos sobre as redes sociais temos a impressão nítida de que elas vieram para quebrar os grupos fechados, ampliando espaços e oportunidades. É claro que alguns dirão o contrário: que as redes sociais estão tornando o indivíduo mais individualista e centrado no imaterial.

Qualquer que seja a sua posição, talvez tenha tido a mesma impressão que experimentei a pouco. Como "os usos" são fruto da necessidade, surgiu uma rede social bem segmentada, destinada a desportistas. Trata-se da rede Spoortal.

O Spoortal é uma rede social de desportistas, criada em Portugal, que integra os apreciadores de alguma modalidade esportiva com as instalações desportivas, permitindo aos interessados localizar outros amantes do esporte e marcar jogos. O registro é bem simples, podendo ser feito via Facebook ou diretamente no sítio, informando dados e esporte que se interessa. Já fazem parte da rede 460 interessados em práticas desportivas, segundo o que se vê na tela de acesso inicial. 

Está aqui um exemplo de como os interesses comuns vão criando espaços diferenciados para vivências diferenciadas. Vivencie, de repente você encontrará outros que queiram praticar esporte com você.

Foto: Magel Studio
Lembro-me de quando criança ter um caderno de caligrafia e uma disciplina que obrigava a realização de infindáveis cópias de formatos de letras e números. Perguntava-me se um dia precisaria disso no futuro. Bem, o futuro chegou e, hoje me indago: preciso saber caligrafia? Ou melhor: preciso treinar caligrafia ainda em face das tecnologias digitais que facilitam o processo de escrita e apresentação de produtos da escrita?

Minha resposta, a priori, é sim. Mesmo com o uso da tecnologia e das facilidades que essa proporciona, hoje, depois de mais de 30 anos do meu primeiro caderno de caligrafia, entendo que, o não exercício da escrita motora, pode fazer o indivíduo "atrofiar" sua habilidade motora nesse campo específico. Ainda hoje, mesmo com todas as facilidades dos editores de texto e dos corretores gramaticais, me sinto mais seguro sobre a escrita de uma determinada palavra, quando a escrevo. Sinto como se processos de memória relacionados a cognição fossem ativados pelo exercício motor.

Conversando com colegas professoras da rede pública de Palmas, algumas delas apontavam com muita preocupação a inserção de laptops e tablets nas redes municipal e estadual, já que os alunos das séries iniciais, não conseguiam desenvolver a escrita com tanta facilidade. É claro que não tenho pesquisas locais sobre o assunto, mas é uma excelente temática para os que estudam linguagem.

De qualquer forma, se você, assim como eu, quiser lembrar as aulas de caligrafia, existe um curso de caligrafia, ministrado pela profa. Kimberly Walker, do MIT, disponível na plataforma Udemy. Faça o cadastro e acesse as 50 vídeo-aulas e o material de leitura. As aulas tem cerca de 2-3 minutos de duração, com técnicas de escrita. Caso tenha dificuldade no registro da plataforma Udemy, no You Tube também encontra-se disponível as aulas. Veja uma amostra a seguir:



Evasão escolar: problema mundial

Postado por Gilson Pôrto Jr. às 13:55 0 Comments

Quando se fala em evasão escolar, imagina-se que esse seja um problema dos países em desenvolvimento.

No ano de 2010 tivemos diversas notícias que repercutiram o índice brasileiro como o maior do Mercosul (Jornal do Brasil, UOL Educação, Ministério das Relações Exteriores, R7).

Verdade, pois o Brasil tem a maior taxa de abandono do ensino de nível médio entre os países do Mercosul com 10%, contra 7% da Argentina, 6,8% do Uruguai, 2,9% do Chile, 2,3% do Paraguai e 1 % da Venezuela. Mas engana-se quem pensa que estamos muito aquém de outros países. A evasão escolar, isto é, quando o(a) aluno(a) deixa de completar os estudos obrigatórios, é um problema de todos os países no mundo.

Por exemplo, a tabela a seguir mostra os dados de evasão em 2009 por países da Comunidade Europeia:

No topo da lista está Malta com uma taxa de 36,8% de jovens entre 18 e 24 anos que evadiram da educação secundária e não estão fazendo nenhum tipo de formação e, uma taxa de densidade de população de 1.308,5 hab/km2. No segundo e terceiros lugares da evasão europeia, estão Espanha e Portugal com 31,2% cada. Sendo que Espanha tem uma taxa de densidade de população de 90,9 hab/km2 e Portugal de 115,5 hab/km2. 

A média da Comunidade Europeia é de 14,4% de alunos evadidos nessa faixa etária e com uma taxa de densidade de população de 113,8 hab/km2. Destacam-se nesse dado, a Eslováquia como o país de menor índice de evasão com 4,9% (e taxa de densidade de população de 110,6 hab/km2), seguindo da Eslovênia e Polônia com 5,3% de evasão cada. 

Caso queira ver mais dados sobre o estado da educação em países da Europa, consulte a publicação España en cifras 2011, onde verá estudos comparativos bem esclarecedores.

As tecnologias digitais tem exercido sensíveis impactos nas relações dos sujeitos entre si e com suas famílias. Muitas vezes, o choque geracional no uso dessas tecnologias digitais tem amplificado as divergências e criado uma visão de que o "novo" tecnológico está destruindo o "antigo" modo de vida social. Não entrarei no mérito dessas possíveis afirmações, já que ambas encontram respaldo em pesquisas e grupos sociais.

Sobre isso, encontrei uma experiência sobre como diminuir o(s) possível(is) problemas entre pais e filhos no usos das tecnologias digitais. Trata-se do material produzido pelo Foro Generaciones Interactivas, da Espanha. O fórum é mantido pela Fundação Telefônica, pela Universidade de Navarra e pela Organización Universitaria Interamericana (OUI).

Em tom descontraído, uma série de vídeos, aborda a utilização da internet e das tecnologias digitais decorrentes dela no vínculo familiar e, como "superar" com bom humor as dificuldades surgidas. A "família digital" aborda temas para crianças, adolescentes e adultos e suas relações com as tecnologias digitais. 

O vídeo a seguir, dá uma mostra de como algumas questões "espinhosas" são tratadas:


O ditado diz que uma imagem vale mais do que mil palavras. Pois é o que a imagem abaixo revela sobre a chamada "democracia da liberdade" praticada em alguns países.

A imagem é sobre as ações da Polícia de Nova Iorque na desocupação de Wall Street nos Estados Unidos. Ela estampou a primeira página do jornal Metro de Nova Iorque e foi repercutida aqui no Brasil em alguns jornais, mas com muito menos espaço.

Para quem não tem acompanhado esse assunto, já fazem mais de dois meses que diversos manifestantes  ocuparam uma praça em Nova Iorque para protestar. O movimento recebeu o nome de "Occupy Wall Street", com o  objetivo de protestar contra o sistema econômico capitalista e a exclusão. O movimento assumiu um caráter múltiplo, agregando manifestantes contra o sistema social, estudantes, desempregados, ecologistas e diversas manifestações sociais e culturais. De lá para cá, diversas tentativas de desocupação foram realizadas, mas sem muito sucesso.




Encontrei a pouco um vídeo que aborda 7 princípios sobre o design da persuasão com respeito a sítios na internet. O vídeo é intitulado "HFI Animate: 7 principles that make your website more engaging" e está disponível no You Tube. 

Ele foi elaborado por Susan Weinschenk, que é doutora em Psicologia pela Pennsylvania State University e atualmente trabalha na Human Factors International, Inc.

Apesar de alguns clichês batidos quanto a usabilidade da internet aparecem na fala, alguns outros argumentos são bem interessantes e destacam o quanto ainda teremos de avançar na compreensão do espaço virtual. De fato, a compreensão do espaço virtual apenas dá seus primeiros passos e, todos os processos de validação que temos atualmente, ainda serão muito ressignificados nos anos à frente. Mas vale a reflexão!

Veja o vídeo a seguir:




Filmes que utilizam fotografia como pano de fundo surgem todos os dias. Mas que provoquem sentimentos e evoquem a reconstrução de memória com suavidade são bem poucos. É o caso do filme Paper Memories, escrito, dirigido e editado por Theo Putzu e que está disponível no Vimeo. 

O filme foi construído com cenas de fotografias utilizando a técnica Stop-Motion, usando cerca de 4000 fotografias. Até o momento, o filme já conquistou 33 prêmios em festivais pela Itália, Estados Unidos e Reino Unido.

O filme é suave, simples e evoca lembranças de momentos vividos pelo personagem principal, já idoso e solitário, ao lado de sua esposa. A história não é inédita, mas a experiência de assistir gera sentimentos novos em quem o vê pela primeira vez. As fotos, junto aos lugares, funcionam como um tipo de marcação, que evoca os sentimentos e as lembranças. Vale a pena assistir!


PAPER MEMORIES from Theo Putzu on Vimeo.


Já pensou em fazer uma pesquisa na internet diferente do que usualmente faz com buscadores como Google e Yahoo? Estamos acostumados a receber uma longa lista de links que nos levam a textos diversos. Mas um buscador inovou. Trata-se de Qwiki. Talvez você já o conheça, mas vale a pena lembrar.

O Qwiki pretende ser, segundo seus administradores, "[...] o primeiro a transformar informação em uma experiência. Acreditamos que só porque os dados são armazenados por máquinas não significa que devem ser apresentados como uma lista legível por máquina".  Utilizando imagens livres, sons e textos disponíveis na internet, a pesquisa é transformada, de fato, em uma experiência visual. 

E realmente, para quem usa o Qwiki, a experiência de navegação é totalmente diferenciada. O buscador permite disponibilizar sua pesquisa nas redes sociais Facebook e Twitter, além de integrar a blogs e enviar por e-mail. Veja  a pesquisa que fiz sobre Palmas (TO). Aumente o som e curta a apresentação.

Importante: Atualize o Shockwave Flash de seu computador para poder assistir sem travamentos. Você o atualiza gratuitamente no sítio da Adobe. 


View Palmas, Tocantins and over 3,000,000 other topics on Qwiki.

Um infográfico bem diferente está circulando nos últimos dias. Trata-se de um info sobre a sinceridade dos usuários de blogs e redes sociais. A pesquisa foi elaborada pelo Centro de Estudos da Opinião Pública da Rússia (VTSION). 

Essa é uma temática complexa e, por mais que as pesquisas queiram abarcar esse universo, muito ainda se precisa avançar na compreensão do espaço virtual, de sua utilização e das (in)possíveis interações. Mas, de qualquer forma, pesquisas como essa já são um bom começo. Vamos aos dados!

A pesquisa traz algumas informações interessantes sobre o percurso de navegação dos que utilizam redes sociais e blogs. Segundo a pesquisa, 52% dos russos entrevistados utilizam as redes sociais, sendo que apenas 7% fazem visitas regulares a blogs. Ainda é grande a margem dos que não estão inseridos nas redes, chegando a 40%.

Veja mais detalhes no infográfico a seguir:



Um livro bem interessante está disponível para download. Trata-se do livro produzido por Barbara Drillsma, intitulado "Science Journalists' Association". 

O livro foi produzido para o encontro da Federação Mundial dos Jornalistas Científicos (WFSJ), com o apoio da International Development Research Centre (IDRC) of Canada e, trata-se de uma passo-a-passo de como montar uma associação e fazê-la funcionar.

Em linguagem simples e com sugestões ainda bem atuais, o livro de Drillsma aponta de forma favorável para a necessidade de se aproximar jornalistas e interesses mútuos. Se tiver interesse, faça download e me convide para participar, caso deseje iniciar uma associação na área. Aproveite e baixe também o livro-guia "Science Journalist Association Guide", produzido por Jessica White, que permite uma visão das associações espalhadas pelo mundo.