O II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo já tem local e data. Ele ocorrerá em Curitiba (PR), na Universidade Tuiuti do Paraná (UTP), nos dias 8 e 9 de dezembro. O seminário faz parte das atividades da Rede PROCAD “O Ensino de Jornalismo na Era da Convergência Tecnológica – Matrizes curriculares, planos de ensino e demandas profissionais” formada por professores da UFBA, UFSC e TUIUTI e financiada pela CAPES.

Segundo a organização do evento, "a temática deste ano é “O ensino do jornalismo na era da convergência: matrizes e estratégias pedagógicas”. Podem submeter trabalhos pesquisadores que investigam as seguintes temáticas: ensino de jornalismo e novas tecnologias, ensino de jornalismo em tempos de convergência, projetos pedagógicos, metodologias de ensino, formatação de currículos, entre outros".

Para os interessados em partilhar seus trabalhos, a data limite é 06.11.2011, sendo que os trabalhos, acompanhados de resumo de dez linhas em espaço 1 e cinco palavras-chave, devem ser escritos em Times New Roman, corpo 12 e espaçamento 1 e meio, com extensão máxima entre 30 e 35 mil caracteres, incluída a bibliografia. As referências completas devem vir ao final do trabalho. As citações até três linhas podem ser inseridas no corpo do trabalho. Citações acima deste limite devem ser destacadas no texto, em corpo 10, com espaçamento 1.

A organização ainda informa que "serão selecionados, no máximo, 18 trabalhos para apresentação no II Seminário Nacional de Ensino de Jornalismo. O Seminário será a base do livro anual da Rede PROCADJOR que será lançado no início de 2012". A data limite para o envio de trabalhos para seleção é 6 de novembro de 2011. O resultado da seleção será comunicado aos pesquisadores até 20 de novembro de 2011. O Comitê Científico do II Seminário Nacional de Ensino do Jornalismo está constituído pelos membros das equipes PROCAD: Álvaro Larangeira, Claudia Quadros, Elias Machado, Frederico Tavares, Suzana Barbosa, Kati Caetano, Malu Fontes, Marcos Palacios e Tattiana Teixeira.

Mais informações podem ser obtidas na página do PROCAD em http://www.procadjor.cce.ufsc.br ou com os coordenadores locais do seminário Claudia Quadros (claudia.quadros@utp.br), Frederico Tavares (frederico.tavares@utp.br) Kati Caetano (kati.caetano@utp.br) e Álvaro Laranjeira (alvaro.larangeira@utp.br).

Quando soube da morte de Steve Jobs pelo Facebook hoje pela manhã, assim como boa parte dos que acompanham tecnologias, senti a perda. Não que ele fosse próximo, mas suas ideias e visão sobre tecnologias são, inquestionavelmente, sensacionais. Será duro para os tecnocratas da Apple substituí-lo.

Também estava bastante curioso para ver o que os jornais tinham feito com essa notícia. Para minha surpresa, poucos jornais nos Estados Unidos deram um grande espaço para a morte de Jobs. De fato, boa parte deles, mostram um Jobs debilitado pelo câncer, cansado e fraco. Selecionei algumas que fugiram a esse esteriótipo do "vencido pela doença". Em algumas capas, aparece Jobs em diversos momentos, seja com o Mac, o iPhone ou mesmo com o iPad. 

Ao mesmo tempo, encontrei capas de jornais brasileiros que foram bem criativos e mostraram um Jobs ativo e positivo. As capas brasileiras foram bem melhores do que as americanas no dia de hoje, sobretudo a do Diário de Pernambuco.  Veja a seguir algumas das capas que selecionei. 

 

 

 







Disponibilizo o material da oficina "Educação em contextos de privação de liberdade: construindo caminhos" que ministrarei no IV Congresso Pensar 2011 que acontece em Palmas/TO, entre os dias 5 e 8 de outubro, no Sesc. O evento reúne profissionais da área de educação de todo o estado.

A oficina apresentará e discutirá referenciais desenvolvidos a partir da linha de pesquisa "Avaliação e Gestão da Educação em Sistemas Prisionais", mantida desde 2006 no Grupo de Pesquisa Educação, Cultura e Transversalidade (Visite a página do grupo e o blog). 

Sugere-se aos participantes a consulta ao seguinte material:



A Socine - Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual disponibilizou para download os dois volumes resultantes do encontro de 2010 realizado nas instalações da Universidade Federal de Recife, em Pernambuco.

Os dois volumes foram organizados por Laura Cánepa, Adalberto Muller, Gustavo Souza e Marcel Vieira a apresenta parte dos mais de 300 trabalhos apresentados ao SOCINE 2010.

Segundo os organizadores, os dois volumes estão divididos em 27 textos cada, sendo que o volume 1 aborda temas como teoria e método, crítica e recepção, mercado audiovisual e relações do cinema com televisão, com literatura e com o teatro. 

Já o volume 2, tem predominância de trabalhos de análise fílmica, divididos em cinema brasileiro, cinema mundial, documentário e sonoridades.

Também é possível no sítio ter acesso a outras obras, fruto de eventos e pesquisas na área de cinema e audiovisual. Boa leitura! 

O termo "primavera árabe" tornou-se conhecida do ocidente como sinônimo de conquistas sociais. Pelo menos é a imagem que faço quando escuto esse termo, já que representa o esforço de, pelo menos, 17 países árabes, em sua maioria no continente africano, de terem reformas sociais reais.

O Iêmen (ou Yemen) é desses países que, mesmo ainda não havendo troca de governo, tem conquistado muitas liberdades que outrora nem eram imaginadas a algumas décadas. A foto de Mohammed Huwais tirada em 12.06.2011 e disponível pela AFP, mostra um pouco desse movimento. 

Também, uma entrevista com Nadia Al-Sakkaf, editora do Yemen Times, em julho/2011, mostra os avanços internos que o país teve e como as mulheres tem um papel crucial nessas vitórias, mesmo ainda com o muito preconceito existente. Essa entrevista, disponível no TED, está legendada para 26 línguas, inclusive o português (do Brasil): 



Já faz alguns meses que esse vídeo saiu, mas só agora conheci. Trata-se do vídeo The Stars on Facebook, onde de forma descontraída, são apresentados diversos estereótipos de usuários do Facebook. O engraçado no vídeo é que os estereótipos acabam por mostrar um pouco do percurso que diversos usuários fazem dentro dessa rede social.

Para alguns, o Facebook é apenas espaço trocas de letras, frases feitas, fotos ou mesmo apenas para aqueles que querer clicar e curtir o que os outros escreveram. Ainda há aqueles vidrados em geolocalização e em recordar memórias passadas. Seja qual for o perfil, o legal é perceber que tenho amigos que se encaixam em todos eles. Boas risadas!


Altoids Celebrates the Stars on Facebook from Evolution Bureau on Vimeo.

Cada vez assusta mais a estudantes da área de comunicação/jornalismo quando se fala que a produção de textos jornalísticos para a web é diferente de tudo que o se faz no impresso.

Até mesmo professores sentem o desconforto de tal afirmação, já que a escrita - lócus por excelência da ação jornalística - parece não ser tão diferente assim. É claro que não vou entrar na especificidades e diferenciações que manuais fazem. Não é meu objetivo nessa postagem fazer isso.

De fato, o mundo mudou. Isto é, a forma como as pessoas liam um determinado texto transformou-se e, nesse movimento, a compreensão de onde a pessoa inicia o texto também. A hipertextualidade, elemento facilitado pela tecnologia e pela "leveza" da internet, permite novas construções aos neoleitores. Mas, nem sempre, quem constrói o texto, atenta para isso ou mesmo compreende que isso acontece.

Daí surgirem nos últimos anos tantos estudos sobre o percurso do olhar (Eye tracking) sobre determinados espaços de informação, mediados pela internet. Mas é bom lembrar que isso não é novo, já que desde 1800 se fazem estudos para definir onde determinadas informações serão disponibilizadas.

No campo do jornalismo não poderia ser diferente, já que as indústrias jornalísticas querem ter os melhores resultados em seus negócios. Algumas empresas, entre elas a Eyetracking, fundada na Universidade de San  Diego, tem utilizado recursos de ponta, para testar e construir um referencial de usabilidade no campo dos estudos dessa área. Utilizando diversas técnicas, entre elas o mapa de calor, eles podem definir o percurso do olhar em páginas web, em anúncios, em prateleiras do supermercado, etc. Com isso, se tem uma perspectiva de leitura. O Google já vem utilizando isso a um bom tempo. 

São infalíveis os estudos com mapas de calor? É claro que não. Os mapas de calor tem brechas, já que muitos que o olham pela primeira vez, imaginam que as áreas mais quentes representam inequivocamente o espaço mais visto. De fato o é, se não fosse a diferença de tempo que se leva para ver uma imagem e se ler um parágrafo.

Segundo a Eyetracking, "[...] A razão que eles não aparecem como pontos quentes é que leva muito mais tempo para ler um parágrafo do que para ver uma imagem. Assim, o impacto do olhar de cada usuário em relação a imagem se torna mais diluído em cada segundo gasto lendo o texto." Dessa forma, muitos estudos de usabilidade de sítios jornalísticos tem utilizado além de mapas de calor, a análise estatística dos dados para complementar esses estudos.

Complexo? Muito, mas bastante intrigante. Se desejar ler mais, o sítio Eyetracking traz uma indicação bibliográfica bem extensa sobre o assunto, fruto dos trabalhos desenvolvidos pelo grupo e publicado em diversos períodicos.


Não é de hoje que muito se aposta no jornalismo móvel como um dos grandes espaços de atuação jornalística. Com o avanço das tecnologias móveis, mais e mais profissionais reinventam sua prática profissional, agregando as novas possibilidades que a tecnologia permite.

Com o iPAD não é diferente. Desde que a geração 2 surgiu, mais utilizações tem sido propostas. Uma dessas, que vi a pouco, me deixou muito confiante no potencial da ferramenta a preços mais baixos. Trata-se de algo bem simples, mas muito útil. 

É o Makayama Movie Mount, uma base multiuso criada para acoplar o iPAD 2 a lentes objetivas, tripé e luzes extras. Simples, mas extremamente útil quando você não tem equipamento profissional e equipe para usá-lo. O preço também é convidativo: US$ 69,95. É claro que o valor do investimento sobe quando você compra lentes e outros acessórios básicos, mas nada comparado ao investimento em um equipamento profissional. 

O vídeo a seguir mostra as utilizações. Vale ousar e inventar!