Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Google. Mostrar todas as postagens

Já pensou em conhecer o mundo por meio das lentes de milhares de fotógrafos? 

Pois é isso que o Panoramio, programa criado em 2007 por Joaquín Cuenca Abela e Eduardo Manchón Aguilar e adquirido pelo Google efetivamente faz.

Você poderá visualizar qualquer lugar do mundo, acessando as fotos existentes no Google.  O sistema é bem fácil de utilizar, bastando alguns cliques em um mapa interativo ( o mesmo do Google Earth). Além da consulta é possível também compartilhar fotos que você produziu sobre um determinado lugar, que passam a ser visualizadas pelo mundo todo. 

A proposta é muito boa e a viagem visual vale a pena. Consulte e se divirta com o Panoramio. 

Diversos veículos notíciosos pelo mundo repercutiram hoje a pesquisa realizada pelo Pew Research Center's Project for Excellence in Journalism, que analisou fontes de tráfego para sítio noticiosos nos Estados Unidos.

Nos dados da pesquisa, o Google Search, Google News e o Google Maps são responsáveis por 30% do tráfego para sítios noticiosos. Parece pouco? Mas não é. Segundo o jornal português Público, essa cifra "[...] deixa muito pouco espaço para a concorrência, já que o tráfego proveniente de links externos oscila entre os 35 e os 40 por cento".

O gráfico a seguir mostra o percentual de audiência a partir do Google, comparado ao de outras empresas de comunicação:


A pesquisa "Navigating News Online", do  Pew Research Center's Project for Excellence in Journalism, pode ser acessada na íntegra e revela outros elementos importantes nessa procura pela audiência/tráfego na internet.

Doodles? Todo mundo que navega no Google já viu um, mas nem sempre, quando indagado, sabe o que é. Os doodles foram criados pela empresa Google entre 1999/2000 e "consistem em mudanças no visual do logotipo do Google para celebrar feriados, aniversários e as vidas de cientistas e artistas famosos", conforme o histórico produzido pela empresa.

Segundo o Google, "a equipe de doodles já criou mais de 300 doodles para o site www.google.com, nos Estados Unidos, e mais de 700 para o resto do mundo".

Recentemente a empresa resolveu abrir um concurso intitulado "Doodle4Google" com a temática "O Brasil do futuro" com foco em estudantes de 6 a 15 anos, permitindo que seus desenhos apareçam na logo.

O concurso pré-selecionou 36 como semifinalistas da competição e premiou a estudante Maria Luiza Carneiro de Faria, do Colégio Santo Inácio, que concorria na categoria 6 a 9 anos. Parabéns a Maria Luiza. A seguir o doodle vencedor:



Encontrei a dica a pouco no sítio Tecnoblog. Trata-se do sítio Stolen Camera Finder, que auxilia na localização de câmeras perdidas ou roubadas. Não se trata de um sítio "policial", nem de detetive particular, no estilo Sherlock Holmes.

O sítio utiliza para isso os dados EXIF que ficam guardados dentro das fotos. Normalmente, as fotos tiradas com uma câmera digital e armazenadas no formato JPEG, contém um campo chamado EXIF.

Segundo o sítio Tecnoblog,
É nesse campo que são armazenadas diversas informações sobre como a foto foi tirada, como o horário, o tempo de exposição, o balanço de branco e até se o flash estava ligado ou desligado. Algumas câmeras gravam também no campo EXIF a marca e modelo da câmera, bem como o seu número serial.

Como funciona a proposta do Stolen Camera Finder? Basicamente, quando alguém tirar uma foto e a postar em algum sítio na internet (Flickr, por exemplo), o sítio faz uma busca pelo número serial na base de dados pré-existente (já tem mais de 1 milhão de seriais cadastrados). Se o serial da foto for idêntico com algum na base de dados, ele indica onde está essa foto, ajudando a pessoa a localizar onde sua câmera foi parar.

Outra coisa interessante, apontada pelo sítio Tecnoblog, é a possibilidade de criação de registros de perda ou roubo. "Se a sua câmera foi perdida ou roubada, basta enviar para o site uma imagem tirada com ela e criar um registro com a data, seu e-mail e alguma nota importante sobre o que aconteceu com ela. Se uma imagem com o serial da câmera for encontrada, ele avisará por e-mail. Ou se alguém enviar uma foto com o serial da câmera perdida, o site exibe o registro", reforça o sítio.

Mais informações sobre o sítio podem ser acessadas no Google Code e também pelo FAQ.


nascimento de uma estrela
Foto: NASA
Lembro-me de que quando criança, assistia o programa do astrônomo Carl Sagan. Deliciava-me com o sonho de ver as fotos, bem simples, dos satélites dos anos 1970. Eram imagens toscas, mas que me deixavam fascinado com a tecnologia.

Decidi testar o Google Earth 5.2, que tinha ouvido falar, mas o tempo não permitia o luxo. Fiquei muito feliz com o resultado. É possível fazer passeios fascinantes, não apenas pela terra, mas pelo céu, por Marte e pela Lua. 

O passeio pelos céus deixaria Carl Sagan de boca aberta: são imagens belíssimas e, com um toque de interatividade, já que é possível colocar fotos e informações atuais com muita facilidade. Veja a sensação que tive com o passeio pela Galáxia de Andrômeda:


E para quem quiser matar a "saudade", segue um pequeno vídeo de um dos episódios de Cosmos, com Carl Sagan (Dublado):



Caso queira ver um episódio sem dublagem:




O Guía de Herramientas Google para Periodistas: búsqueda e investigación, lançado pelo Google em 2010, a partir de oficinas com 300 profissionais da área jornalística tem sido, de fato, um "guia" importante sobre o que é possível fazer com a ferramenta. 

Ele é simples e fácil de compreender, agregando valor ao que é possível fazer no meio desse "caos informacional". Mas é importante entender que, apesar de agregar valor, é necessário um direcionamento. Não é apenas "decorrar" o que é possível fazer e, "voilà", temos um jornalista. Já discutimos em outras postagens sobre que competências formativas são necessárias e, voltamos a reforçar: elas são extremamente importantes, não sendo fruto apenas de um exercício "casual" da profissão, mas de uma elaboração teórica consistente, resultado de uma formação inicial. Daí, técnica e teoria, reforçam a práxis jornalística e permitem o desenvolvimento de um profissional competente. 

Simples? De jeito nenhum. O negócio é mais complicado. Não sabemos ao certo, apesar dos vários cursos e formações, qual ou quais os perfis necessários, como desenvolvê-los, o que de fato é competência profissional, etc. São questões complexas e há muitas "versões" do que é melhor nos processos de formação, sendo defendidas por centenas de profissionais e universidades. O que é certo e parcialmente aceito: não podemos reduzir o jornalismo a técnica apenas, retirando seu potencial téorico-intelectual.

Um guia, como o do Google, é uma ferramenta e não o "todo" formativo necessário. Talvez o seja para os "jornalistas de fim de semana", leigos ao processo formativo e ávidos por metodologias simples. Quanto aos riscos de se desperceber isso, a caricatura da revista espanhola El Jueves (2008), reproduzida no guia,e disponibilizada pelo colega Féliz Bahón, retrata bem os perigos de uma "Google jornalista". Reflita sobre ela.



Quando se fala em censura na internet, a tendência é ter posições conflitantes. Alguns acham viável que essas informações sejam disponibilizadas, dentro dos limites da Lei. Já outros defendem arduamente a posição de que a internet é uma "terra sem dono", resguardando-se certas regras básicas de convivência.

É certo que, quaisquer que forem as posições, espera-se que ocorra uma interação entre empresa prestadora de serviços e usuários. É o caso do Google. Entre 1 de julho de 2009 e 31 de dezembro de 2009, o Brasil fez 3663 pedidos de dados ao Google, sendo seguido pelo Estados Unidos (3580) e Reino Unido (1166). Esses pedidos referem-se a remoção de conteúdo (tais como pornografia infantil, conteúdo racial, difamação ou incitação ao ódio) ou a divulgação de dados de usuários (pelas polícias locais e federal).

Segundo o Google, "devido a complexidade dos pedidos, esses dados não se referem a 100% dos efetuados, nem a totalidade dos atendidos". É interessante ver que, dos 3663 pedidos feito pelo Brasil (quer governo, empresas privadas e/ou entidades não-governamentais), apenas 291 figuram como solicitações de remoção, sendo por ordem judicial 21 blogs, 99 perfis de Orkut e 32 vídeos do You Tube.



Já pensou no tamanho que o Google está? É do modesto projeto em 1996, a marca Google com suas empresas, alcançou em 2009 a casa dos US$ 31 bilhões, 25% a mais do que no ano passado, noticiou o Portal Terra.

Qual o tamanho do Google? Essa é uma pergunta bem difícil, pois a empresa adquiriu nos últimos anos várias outras empresas e projetos, que abrangem as indústrias tecnológica, serviços de WEB, mapeamento e geolocalização, imagem, pesquisa na WEB, vídeo, canal de voz, notícias, tecnologias móveis, dentre outras desconhecidas ou em fase de aquisição.

Uma tentativa muito interessante de visualizar esse "universo Google", foi indicada por Luciana Mohedaui , do blog Contra a Clicagem Burra, que deu a dica de um infográfico de aquisições e investimentos, produzido pela MeetTheBoss.com.  Pela informação do info, pelo menos, 53 empresas estão nesse 'universo virtual'. Ele está reproduzido a seguir.





Nick Harkaway escreveu para o Guardian.co.uk uma matéria que dá muito em que pensar. Sob o título Google Books deal forces us to rethink copyright, Harkaway problematiza a existência do Google Books. Não é que ele desconsidere a proposta, mas, como mesmo enfatiza, o método utilizado pela empresa parece não ser bom. Como assim?

Ele não discute a questão do lucro envolvido com as propagandas que são a força motriz do Google, mas com a transferência para a empresa e seus bancos de dados de "um vasto catálogo da cultura e da literatura em um grande número de línguas". A preocupação de Harkaway é com a identidade e a história escrita que são aglutinados nesse "único" banco de dados. Daí, porque ele afirme que precisamos discutir seriamente a questão dos direitos autorais sobre todo esse catálogo cultural mundial.

Ele aponta uma realidade triste: diariamente perdemos histórias e as leis de direitos autorais são "incapazes de lidar com a cópia digital e visualização, e com a qualidade internacional da Internet". Ele acrescenta algo que achei interessante e que não havia ainda pensando na questão de direitos autorais: "Nós precisamos decidir quem é dono de nosso DNA individual, e se é legítimo que uma entidade, faça valer a propriedade [...] porque é decodificado".

Em sua matéria, ele cita ainda um engenheiro do Google que, aparentemente, teria feito a seguinte colocação:
Nós não estamos digitalização todos os livros para serem lidos por pessoas. Estamos pesquisando-os para serem lidos por [nossa] AI.
Daí ele conclui:

Em outras palavras, este é um novo uso: o livro está sendo usado como um conjunto de dados para melhorar o motor de busca do Google e, possivelmente, aumentar a sua compreensão da linguagem natural. Assim como você esperaria ser pago pelo uso de seu trabalho, em fazer um filme, talvez você deve ser pago por sua utilização na criação de software - e olhando para frente, talvez até de AI genuíno.
 Que outra fasceta do direito autoral surge aqui? A da responsabilidade coletiva de criação de uma "inteligência artificial" de uso global, mas que é ela mesma um negócio formal, que movimenta imensas cifras financeiras e, que em breve, pode ser a "dona de um catálogo cultural mundial". É temos um outro problema a pensar para a comunicação. O que acha você?


O Blog A Source of Inspiration, especializado em idéias criativas, disponibilizou um vídeo sobre geolocalização utilizando o Google Maps. A experiência é mantida por pessoas que compartilham a mesma paixão por estradas e carros, tendo o patrocinio da BF Goodrich e, batizado de Nation of Go.

Como funciona? Basicamente como outros serviços de geolocalização, um aparelho de GPS é acoplado ao carro e, em um certo ponto qualquer da estrada, faz-se uma pausa e uma foto, que é agregada ao Google Maps com as coordenadas. O vídeo a seguir mostra a construção do processo e outros detalhes do projeto, que é alimentado por diversas pessoas a medida em que percorrem as estradas da América do Norte.




Está disponível também um aplicativo gratuito para controlar as unidades móveis, trilhas e pistas automaticamente e enviá-los para um perfil, com suporte para fotos, na forma de geo-tagged. Pena que o serviço não está disponível para o restante do continente (mapeamento para Canadá, Estados Unidos e México). Esse seria um serviço essencial em nossas estradas esburacadas. Vamos torcer para que surjam iniciativas por aqui também.