Mostrando postagens com marcador mapa. Mostrar todas as postagens
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Parece não haver fim das utilidades da geolocalização em aparelhos móveis. Uma experiência lançada durante a competição Garage48 em abril último é intitulada Bribespot. Ela foi desenvolvida por uma equipe internacional da Estónia, Lituânia, Finlândia e Irã.

A proposta do aplicativo é que o cidadão use seu smartphone (ou sítio) para denunciar os locais onde são verificadas situações de subornos, indicar o valor solicitado e, se foi uma situação particular ou em alguma área de governo. Para evitar retaliação, as reclamações são feitas anonimamente.

É possível usar o Bribespot por meio de aplicações móveis para Android, iPhone (em fase de desenvolvimento) ou por meio do sitio. Pelos dados disponíveis no aplicativo, a Europa tem o maior índice de corrupção até o momento. Vamos esperar para ver quando as Américas começarem a postar. Esse é mais um aplicativo bem útil para o trabalho jornalístico. 

Não é sempre que um agregador torna-se tão útil. É o caso do Newspaper Map, um agregador de jornais mundial que permite visualizar mais de 10 mil jornais espalhados pelo mundo.

Esse agregador permite pesquisas por idioma, localidade, país, além de ter um aplicativo app que facilita a utilização pelo celular. As aplicações são inúmeras em um agregador dessa envergadura. Também é possível interagir os diversos links com as redes sociais, tais como Facebook e Twitter.  

Que tal conhecer os jornais da Groelândia ou da África Subtropical? Se quiser conhecer esse espaço, reserve bastante tempo, pois quando começar a navegar você não vai querer parar.

A liberdade de comunicar não é um direito universal. Nem tampouco foi exercitada de forma geral. Ela é o resultado de disputas e conquistas, com muito sofrimento e, em muitos casos, regada a muito sangue. Daí por que é tão importante que a valorizemos.

O mapa interativo a seguir, por exemplo, nos mostra a situação da liberdade de imprensa no mundo. Talvez você já o tenha visto, mas vale a pena ver que, bilhões de pessoas ainda não a possuem plenamente.

Se desejar, poderá ler outras notícias sobre censura e liberdade de imprensa produzidas aqui no Blog do Gipo. 


via chartsbin.com


Um mapa, diversas experiências
Desde pequeno encantava-me olhar e tantar entender os mapas. Lembro-me de ficar horas debruçado sobre os livros de geografia e história, tentando ver onde cada linha do mapa iria parar e, ingenuamente, imaginando que conseguiria percorrer um dia cada uma delas. Coisa de criança!

Cresci. O mundo mudou. Os interesses mudaram e, hoje, a internet proporciona uma outra experiência, mais ampla e significativa do que tinha quando criança. A pouco, vi uma dica da colega Suzana Barbosa, no blog do GJOL, sobre um aplicativo que permite criar mapas online.

Trata-se do UMapper, que permite incorporar mapas com tecnologia Adobe Flash a praticamente qualquer tipo de sítio. O legal dessa proposta é que ele permite que você escolha modelos e mantenha o potencial de interação com o mapa. Vale a pena testar.

Uma iniciativa muito boa é o projeto "Mapas temáticos sobre o Brasil". Trata-se de um projeto desenvolvido pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), junto com o Laboratório de Geoprocessamento para o Curso de Geografia da Universidade do Estado de Santa Catarina (Geolab) e The Canadian Foundation for the Americas (Focal).

No momento, estão disponíveis mapas sobre educação, hominícios, eleições, população e meios de comunicação  a partir de dados do IBGE Censo 2000 e contagem da população 2007.

Os mapas podem ser utilizados para fins jornalísticos, conforme esclarece o sítio. Vamos esperar novos mapas quando o novo censo for concluído e, desde já, parabenizo o trabalho. Veja alguns dados interessantes sobre a comunicação jornalística no Brasil para fins de futura comparação:





Extrato do mapa
A TeleGeography, divisão da PriMetrica Inc., associada ao grupo Rogers Communications Inc., disponibilizou um mapa com as informações globais do tráfego de dados. As informações apontam para um aumento na troca de informações, sobretudo via VoiP, que ficou em 27% sobre 2009 e Skype, que aumentou 12% em relação a 2009 (Isso significa, de acordo com o mapa, 33 bilhões de minutos).

Veja outras informações interessantes (ampliar):



Ross Dawson
Uma dica do GJOL, blog sobre Jornalismo e Internet do grupo de pesquisa da FACOM/UFBA, apontou para os cenários da informação. O infográfico foi criado por Ross Dawson e destaca o que está surgindo no campo da produção, da circulação e do acesso às informações.

Dawson defende 8 fontes de criação de valor, conforme aparecem no infográfico, a saber:
Oportunidade - Velocidade de acesso
Novidade - Sendo novo, torna-se notícia
Relevância - significativo para o indivíduo
Filtragem - Seleção de informação
Introspecção - Perspectivas sobre notícias e informações
Comunidade - Nossa experiência de notícias sociais
Reputação - Indicadores de confiança e valor
Projeto - Reunindo beleza e funcionalidade

Esses seriam os elementos, ou "planetas", que teriam "luas" agregadas e, que seriam responsáveis pelo "valor"atribuído a notícia. Esses planetas teriam ao centro as interfaces (tradicionais e emergentes), reponsáveis pela mediação da informação. Dawson desenvolve mais esses aspectos no texto "Infographic: The NewsScape - 8 sources of value creation in a post-channel media world".



Foto: Projeto "World Intelligence HQs
Li a pouco uma notícia do jornal português I-Online, intitulado "As sedes das agências secretas num só mapa.Obra de portugues", que trazia o recente feito de três jovens portugueses: mapear as agências secretas pelo mundo. O nome do projeto é:  "World Intelligence HQs.

Pode parecer coisa de filme de 007, mas é bem real: usando o Google Maps e as informações públicas existentes nos vários países, Ana Paula Coimbra, Yannick Carvalho e André de Borges criaram um mapa onde estão assinaladas 180 agências secretas de dezenas de países, entre elas a CIA (Estados Unidos), a Mossad (Israel), o MI6 (Reino Unido) e a SIED (Portugal). Também lá estão outros menos conhecidos: a Vevak (Irã), a KGB (Bielorrusso), a CIO (Zimbabué) e a ABIN (Brasil).

Segundo o jornal,
Nenhum dos três elementos tem ligações a agências de informações e, aparentemente, não mostram desejo de trabalhar para elas - para já. Este guia Michelin da espionagem já mereceu a atenção do "Washington Post" e de vários profissionais da área, especialmente dos Estados Unidos e do Reino Unido. Mas nenhuma secreta tocou à campainha de Ana Coimbra. "Duvido muito que sejamos contactados. E se formos, caso seja um serviço estrangeiro, informaremos as autoridades nacionais." Ao trabalhar no mapa, nenhum dos três alguma vez pensou estar a meter--se em problemas. A verdade é que as informações recolhidas pelos jovens portugueses podem ser usadas por grupos com fins menos lícitos. "Tivemos esse receio. Mas, repare, a informação que disponibilizamos é de fonte aberta."
 É, temos agora mais uma fonte de pesquisa na rede. Até o que parecia muito oculto, está agora um pouco mais claro e disponível. É a rede encurtando os espaços! Ficou curioso? Então veja o mapa a seguir e faça as suas pesquisas:


View World Intelligence HQ's in a larger map