As revistas acadêmicas cumprem um papel importantíssimo na divulgação da ciência. Normalmente, são criadas e mantidas por universidades e/ou faculdades com corpos docentes bem estruturados e com pós-graduação, que assumem-na como elemento de divulgaçaõ de ações e pesquisas.

Mas existe espaço para outras iniciativas. Eu mesmo já vivenciei esse dia a dia, mantendo de 1999 a 2008 a Revista de Pedagogia, uma das primeiras revistas acadêmicas em educação totalmente na internet que chegou a ser avaliada como Nacional B e figurou um bom tempo na Qualis da Capes. Ela era mantida no sítio da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) e tinha a "imensa" equipe de duas pessoas - eu e o programador visual. Ela parou de ser editada, pois os colegas da revista imprensa achavam que era concorrência e que tinha baixado a avaliação que receberam da ANPED na época (Nacional C). Como na época era mais complicado a manutenção de uma revista acadêmica sem "academia", ela foi descontinuada.

Lembro-me das diversas reuniões de editores universitários por ocasião dos momentos anuais da ANPED e da resistência que os colegas tinham a revistas online. É engraçado lembrar hoje, pois muitos são árduos defesores dessas iniciativas no presente (Como se diz por aqui, a fila anda).

De qualquer forma, aqueles que desejarem enveredar por esse caminho árduo, está disponível uma série de materiais que ajudam a facilitar esses processos. Entre eles, um guia foi elaborado por M. Alejandra Rojas e Sandra Rivera, intitulado  Guía de Buenas Prácticas para Revistas Académicas de Acceso Abierto. Vale a leitura e aplicação das sugestões para implantação de uma revista acadêmica aberta.

Estão disponíveis para download seis livros sobre comunicação, internet e direitos autorais publicados entre 2009 e 2010 pela Editora Cultura Acadêmica, que é segundo selo da Fundação Editora da UNESP.

Já indicamos outros livros publicados pela editora em outro post. Eles são gratuitos e fazem parte da proposta de disponibilizar as produções da UNESP, resultantes de financiamento público. Bom exemplo para as demais universidades que ainda titubeiam em tomar essa decisão.
Segue a seleção que fizemos. Caso tenha dificuldade de baixar ou o link esteja com problema, basta acessar o sítio da Editora Cultura Acadêmica:



Ano:2010

Autor(es)/Organizador(es): Elizabeth Roxana Araya e Silvana Vidotti

Sinose (da editora)
Um número cada vez maior de produtores de conteúdo informacional, embora de acordo com os padrões culturais prevalecentes nem sempre seja considerado qualitativamente favorável, evidencia uma nova configuração cultural exponencialmente representativa no fluxo da informação em que o indivíduo, que não há muito tempo era um mero consumidor de conteúdo intelectual, é agora também um participante ativo na criação desses conteúdos. Os indivíduos que lidam com essas novas formas de produzir, disseminar e usar conteúdos informacionais devem estar conscientes das diferenças que se impõem quando a informação é digital. Eles devem conhecer as implicações quanto ao fluxo da informação e seus aspectos simbólicos, bem como saber sob quais condições a lei de direitos autorais estabelece que essas práticas devam acontecer.



Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es): Marta Valentim

Sinose (da editora)
O livro "Gestão, mediação e uso da informação" vai ao encontro dos estudos teóricos e metodológicos de objetos e fenômenos que envolvem a gestão, a mediação, uso e apropriação da informação em distintos ambientes.







Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es):Maria Cristina Gobbi e Maria T. Kerbauy

Sinose (da editora)
Constituem a obra capítulos derivados de diferentes perspectivas acerca do tema da televisão digital terrestre, compondo um panorama prismático de diversos aspectos integrantes da inovação a partir das plataformas já existentes e da problemática da implantação, abarcando tópicos distintos componentes da implantação e manutenção do novo sistema - autores na sociedade tecnológica, diversidade cultural e política de informação, educação e participação por meio da interatividade, produção de conteúdos audiovisuais, regulação e políticas de educação, mobilidade e democracia, modelos de negócio, a viabilidade da interatividade, cenários e desafios para as emissoras públicas, a implantação no Brasil e na Espanha, a convergência com instituições educacionais, gestão de conteúdos narrativos, democracia digital, a implantação no Pará e a atuação de emissoras em cada estado, a transição do sinal analógico para o digital, a repercussão midiática sobre a implantação e as controvérsias e desinformações sobre o "apagão digital".



Ano:2010

Autor(es)/Organizador(es): Ana Lúcia de Castro

Sinose (da editora)
Este livro reúne a reflexão acerca das identidades na cultura contemporânea,realizada por pesquisadores que participaram do Seminário: Cultura contemporânea, corpo e novas tecnologias: diálogos em torno das identidades. O objetivo geral das reflexões aqui apresentadas é tomar as inovações tecnológicas e seus impactos na vida cotidiana - particularmente na renovação e reinvenção de formas de sociabilidade e de construção de identidades - como uma chave privilegiada para o adentramento em meandros da cultura contemporânea. O corpo, suporte da cultura e território de construção de identidades, ao incorporar os recursos tecnológicos disponibilizados pelo mercado estético, como próteses, implantes, intervenções e tratamentos à base de laser, tem seu estatuto modificado e as fronteiras entre natureza e cultura passam a ser revistas em novos parâmetros, impondo novos desafios à reflexão sócio-antropológica. Este livro busca contribuir para este debate, somar um pequena centelha ao enorme esforço que se faz necessário no sentido de repensarmos as clássicas dicotomias conceituais que vem marcando a reflexão das ciências humanas e se demonstrando cada vez mais abaladas em seu alcance explicativo, frente às aceleradas transformações vivenciadas na vida social nesta modernidade do início do século XXI.



Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es): Sabrina Rodrigues Garcia Balsalobre


Sinose (da editora)
O estudo das inter-relações entre língua e sociedade, a partir de um corpus jornalístico, é o foco primordial desse livro. Trata-se da investigação do sistema de formas de tratamento nos jornais da Imprensa Negra paulista - movimento realizado por negros e destinado a essa população no período posterior à abolição da escravatura no Brasil - e em O Combate - jornal de circulação mais ampla na cidade de São Paulo no início do século XX. As formas de tratamento representam um exemplo privilegiado da relação entre a escolha linguística e seu motivador social. Elas foram analisadas a partir da relação de alguns pontos de vista teóricos, a saber: o estudo do jornal como um hipergênero, proposta de Bonini (2003, 2004, 2006), com o intuito de se avaliar as características peculiares de cada um dos gêneros do jornal; a proposta de análise da situação do interlocutor no momento da enunciação de Soto (2001); a investigação das marcas de interatividade, proposta por Andrade (2008); e a semântica do poder e da solidariedade de Brown e Gilman (1972 [1960]). O estudo desse fenômeno linguístico revelou à necessidade dos negros do período de conquistarem um espaço na sociedade paulistana da época e, dessa forma, a Imprensa Negra representava um espaço de circulação de sua voz na sociedade.



Ano:2009

Autor(es)/Organizador(es): Mariângela Spotti Lopes Fugita

Sinose (da editora)
Por que é importante investigar a indexação durante a catalogação? A resposta é que, por meio de tal procedimento, é possível conhecer as realidades de bibliotecários e usuários. A pesquisa apresentada neste livro se destaca por dois motivos: trata-se de um trabalho coletivo, com objetivos, fundamentação teórica e metodológica comuns; adota uma abordagem sociocognitiva que não só evidencia a tarefa de indexação de assuntos na catalogação de livros por catalogadores, como também privilegia e entrelaça as diferentes visões dos usuários do catálogo, discentes, docentes, pesquisadores, bibliotecários de referência e dirigentes de bibliotecas - grupos que fazem parte do contexto sociocognitivo dos catalogadores, pois são usuários dos resultados da tarefa que realizam.



Estão disponíveis para download cinco livros sobre comunicação e design. Eles foram publicados entre 2009 e 2010 pela Editora Cultura Acadêmica, que é segundo selo da Fundação Editora da UNESP.

Os livros disponibilizados fazem parte do projeto PROPG-Digital, que tem como meta disponibilizar gratuitamente o 
[...] conhecimento gerado nas pesquisas da universidade pública, [sendo] a Coleção PROPG-DIGITAL [...] a primeira experiência da Fundação com o livro digital e será importante laboratório de novas iniciativas nesta área que conquista gradualmente seu lugar no imenso universo de possibilidades da publicação e da leitura acadêmica.
Os livros abordam temas variados em comunicação, mas todos oriundos de pesquisa acadêmica com financiamento público. Veja a seguir:


Ano: 2009

Autor(es)/Organizador(es): Marizilda dos Santos Menezes e Luis Carlos Paschoarelli

Sinopse
Essa coletânea reúne ensaios que permitem ao leitor se aproximar de boa parte da investigação científica desenvolvida na área, apresentando estudos que envolvem Design Étnico, Gestão de Design, Pratica Profissional, Metodologias Projetuais, Design de Moda, Design de Superfície, e ainda as relações do projeto de design Usabilidade, Tecnologias Computacionais, e Arquitetura. Textos produzidos sob a perspectiva dos novos enfoques e demandas da contemporaneidade, como as do meio ambiente (ecológico ou ecodesign e design de moda), preocupações com o bem-estar da comunidade e com os sentimentos e afetividade.




Ano: 2009

Autor(es)/Organizador(es):Marizilda dos Santos Menezes e Luis Carlos Paschoarelli

Sinopse
Essa coletânea ressalta a importância da aplicação da ergonomia no design de produtos e sistemas, com a finalidade de desenvolver tecnologias para melhorar a qualidade de vida humana. Dividido em doze capítulos, Design e ergonomia: aspectos tecnológicos destaca alguns deles, como os presentes na acessibilidade de equipamentos médico-hospitalares por indivíduos obesos e usabilidade de cadeiras de rodas por indivíduos idosos; avaliações ergonômicas sobre espaços e equipamentos escolares; análises sobre os problemas informacionais em rótulos e bulas de embalagens.




Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es):Paula da Cruz Landim

Sinopse
Esse livro verifica até que ponto a formação acadêmica ministrada nos cursos de design responde aos anseios da sociedade e do setor produtivo e o de coletar subsídios para a discussão da situação do ensino de design no Brasil e elaboração de estratégias que permitam sua melhoria de maneira a ter profissionais adequados ao desenvolvimento de produtos que, embora com a marca da nossa realidade e cultura, sejam também universais.




Ano: 2010

Autor(es)/Organizador(es): Maximiliano Martin Vicente

Sinopse
Realizando a convergência entre História e Jornalismo, Maximiliano Martin Vicente viabiliza a proposta de promover leituras englobando estes dois campos do conhecimento e pesquisar de maneira ampla o significado social desse veículo de comunicação na atualidade. Sua reflexão resultou em História e comunicação na nova ordem internacional, lançamento do selo Cultura Acadêmica, obra que explora as divergências na cobertura dos veículos estudados, como o Le Monde Diplomatique e a revista Veja, para verificar a possibilidade de operar na comunicação com as estratégias da história.




Ano: 2009

Autor(es)/Organizador(es):Murilo César Soares


Sinopse
Os textos deste livro analisam as representações da política e da mídia nas sociedades democráticas contemporâneas. A primeira parte da obra é dedicada aos aspectos cognitivos e retóricos do jornalismo e sua influência sobre as audiências. Na seqüência são examinadas as acepções da democracia e o papel do jornalismo na constituição das sociedades democráticas e na expansão dos direitos de cidadania. A parte final do livro trata do lugar ocupado pelos meios de comunicação nas eleições brasileiras de 1989, 1994, 1998, 2002 e 2006. Aliando reflexão teórica e análise de situações concretas, esta obra salienta as conexões entre representações, jornalismo e democracia.

A UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) com escritório em Brasília, seleciona até o próximo dia 10.04, consultor para organização de seminário em Brasília sobre transparência e acesso a informação.

Segundo o edital de seleção, o consultor desenvolverá atividades
[...] com ênfase na transparência ativa, explorando a experiência nacional e internacional relevante sobre o assunto, de modo a permitir o debate e intercâmbio de experiências sobre o tema. Além do seminário, o consultor deverá também planejar e organizar missões guiadas que propiciem intercâmbio de experiências e conhecimentos entre o Brasil e outros países com atuação destacada em matéria de transparência e acesso à informação (visitas de cooperação).
São requisitos mínimos:
  • Graduações em ciências sociais ou humanas;
  • Completo domínio do inglês é indispensável.
São requisitos desejáveis:
  • Pós-graduação em ciências sociais ou humanas.
Quanto a experiência profissional, são requisitos mínimos:
  • Mais de 5 anos de experiência internacional comprovada na área de liberdade de informação.
São requisitos desejáveis na experiência profissional:
  • Experiências acadêmicas e/ou profissionais relacionadas à temática do acesso a informação pública
O edital, além de trazer uma programação provisória do evento a ser executado, também já define os países a serem visitados:
Os países a serem visitados são Estados Unidos, Reino Unido, África do Sul e Austrália. Cada visita deverá durar cerca de 5 dias e incluirá reuniões com o governo central, governo local, funcionários públicos, acadêmicos e organizações não governamentais cujo foco de atuação é na área de Liberdade de Informação e Governo Aberto.
Outras informações e exigências podem ser conseguidas por meio do edital  914BRA5009 Edital 01/2011.

Ética: construção permanente
O projeto “Códigos de ética jornalística: valores em transformação num cenário profissional de rápidas mudanças”, financiado pelo CNPq e orientado pelo professor Rogério Christofoletti tem disponibilizado um rico acervo de documentos na área da profissão jornalística.

O acervo atual, disponível no sítio objETHOS, possui 42 códigos de ética traduzidos para o português. Entre esses encontramos códigos provenientes dos Estados Unidos, Brasil, Noruega, Reino Unido, Paquistão, China, Rússia, Turkia, Pakistão, dentre outros.

Além dos códigos, o sítio ainda tem uma relação bem ampla de indicações na blogosfera mundial sobre a temática. Vale a pena o acesso e a comparação de como nossos colegas constróem a imagem profissional em outras partes do mundo.


Problemas à vista!
Navegar é preciso! Frase bastante conhecida aqui nas terras brasileiras. Mas como navegar em uma nau de borracha? Como enfrentar os perigos dos mares bravios?

Na animação Pfffirate, um pirata resolve desbravar os mares com uma nau de borracha, encontrando perigos diversos. Descubra como ele os enfrenta e os desafios dessa aventura.

O vídeo foi produzido pelos franceses Guillaume Hérent e Xavier André, com música de Bertrand Bossard. Com ele, Hérent se graduou em 2003. Alguns trabalhos posteriores de Hérent, como Valiant e As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, reforçam a beleza do trabalho como um profissional promissor.

O vídeo está disponível no Vimeo. Bom domingo.


Pfffirate from Guillaume Herent on Vimeo.


Direito autoral na medida certa
Os direitos autorais são um dos pontos mais sensíveis na hora de discutir o que vai para a internet. Não é ponto pacífico, mas já gerou centenas de discussões jurídicas e perda de tempo produtivo.

Já discutimos no Blog do Gipo, em outros posts, situações e materiais que apresentam posicionamentos legais.

Além disso, o Creative Commons é uma saída prática, legal e segura. Um vídeo interessante, partindo de uma dica do especialista em direito autoral Hélio Kuramoto, em seu sítio, complementa esse entendimento. Você pode vê-lo a seguir, de forma simples, clara e direta:



É pelo motivos expressos no vídeo que o Blog do Gipo possui uma licença Creative Commons do tipo "Atribuição-Uso não-comercial-Compartilhamento pela mesma licença 2.5 Brasil (CC BY-NC-SA 2.5)". Traduzindo essa licença:

Você pode, partindo de meus posts existentes nesse blog:
Compartilhar — copiar, distribuir e transmitir a obra.
Remixar — criar obras derivadas.

Sob as seguintes condições:
Uso não-comercial — Você não pode usar esta obra para fins comerciais.
Compartilhamento pela mesma licença — Se você alterar, transformar ou criar em cima desta obra, você poderá distribuir a obra resultante apenas sob a mesma licença, ou sob uma licença similar à presente.

Ficando claro que:
Renúncia — Qualquer das condições acima pode ser renunciada se você obtiver permissão do titular dos direitos autorais.

Domínio Público — Onde a obra ou qualquer de seus elementos estiver em domínio público sob o direito aplicável, esta condição não é, de maneira alguma, afetada pela licença.

Outros Direitos — Os seguintes direitos não são, de maneira alguma, afetados pela licença:
•Limitações e exceções aos direitos autorais ou quaisquer usos livres aplicáveis;
•Os direitos morais do autor;
•Direitos que outras pessoas podem ter sobre a obra ou sobre a utilização da obra, tais como direitos de imagem ou privacidade.

Aviso — Para qualquer reutilização ou distribuição, você deve deixar claro a terceiros os termos da licença a que se encontra submetida esta obra. A melhor maneira de fazer isso é com um link para esta página.


Memória digital: bilhões de páginas disponíveis
Quando se pesquisa a internet e os impactos que as tecnologias tem sobre os espaços coletivos fica evidente a dificuldade que é manter uma memória viva desses processos. Quando então se fala das mudanças jornalísticas ao longo dos anos, aí que a tarefa se torna mais árdua.

Porém, sítios provenientes de projetos de preservação da memória têm surgido. É o caso das iniciativas Internet Archive e UK Web Archive, esse último já apresentado em post aqui no Blog do Gipo.

Um vídeo, disponível no sítio 233grados.com, mostra a utilização da memória preservada em espaços como os citados. O vídeo apresenta a página de entrada da edição online do New York Times nos últimos 15 anos. Ela foi criada com base nos arquivos do Internet Archive, por meio do projeto Wayback Machine, que possui mais de 15 bilhões de páginas desde 1996.

Perceba as mudanças que ocorrem ao longo do anos, como o aumento dos espaços e chamadas nas páginas, a mudança na ênfase das apresentações, o espaço maior que as propagandas passam a ter, o surgimento dos vídeos que ganham maior espaço ano a ano, dentre outros detalhes.


15 years of NYTimes.com from Vostok on Vimeo.


Confiança
Uma imagem publicada no Jornal do Tocantins de hoje, 1º de abril, me chamou a atenção. Apesar da notícia não ser animadora, já que aponta para a morte de 40 civis, a imagem é bem promissora.

Trata-se de uma jovem líbia, que ostenta em seu braço bandeiras dos países que participam da operação Protetor Unificado que tem o objetivo declarado de evitar que as tropas do governante líbio, Muamar Kadafi, matem civis por uso de aviões militares.

A foto, proveniente da Agência Estado, reflete o sentimento dos líbios que esperam a vitória e a transformação social. Nesse 1º de abril, a imagem é bem inspiradora.

Fonte: Jornal do Tocantins e Agência Estado, 1º de abril de 2011